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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A agilidade das redes sociais como canal de reclamação

Quando compramos um produto esperamos que ele atenda ou supere nossas expectativas e justifique o dinheiro investido nele. Todavia, nem sempre isso ocorre, porém quando é por conta de um defeito ou algo parecido é uma dor de cabeça a mais, pois você já cria uma expectativa para poder usar o quanto antes o “dito cujo”. Quando o produto está quebrado ou deseja-se devolver o mesmo, na maioria das vezes, é necessário entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), que também é utilizado para reclamar de órgãos públicos, privados, entre outras atribuições.

Esse serviço gratuito obrigatoriamente oferecido pelas empresas, na minha humilde opinião, é horrível. Poucas organizações prestam um bom atendimento através desse 0800, pois dificilmente ele consegue atender as necessidades dos clientes, fazendo com que uma pequena insatisfação que poderia ser resolvida de maneira simples, gere em uma raiva plena da organização, afetando negativamente sua imagem institucional.

Para a felicidade de nós consumidores, as redes sociais estão surgindo como uma alternativa muito eficaz, no que estão chamando de SAC 2.0, no qual as marcas criam perfis nas mídias sociais para interagir mais com seu público, por meio de notícias, fotos, vídeos, promoções e também para escutar as críticas de seus públicos, bem como prestar assistência aos consumidores. Essa ferramenta tem ajudado bastante as empresas a melhorarem o relacionamento os clientes evitando conflitos desnecessários e melhorando o relacionamento entre ambas as partes.

Fonte: http://blog.raddar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sac1.gif

Eu mesmo já utilizei esse serviço e deu certo. Usei o meu Twitter para reclamar de um problema em uma instituição financeira que não tinha sido resolvido por vias normais. Ao reclamar da organização em questão, momentos depois, por meio de um monitoramento, o perfil da empresa entrou em contato comigo e depois pediram meu telefone para eu explicar melhor o caso. Feito isso, me deram um protocolo e disseram que em 3 dias úteis me retornariam e dariam um parecer sobre meu problema. E para minha agradável surpresa o problema foi resolvido nesse período de tempo, o que transformou minha raiva em apreço pela organização e mostrou uma eficácia que até então eu desconhecia desse serviço de SAC.

Estudos apontam que dentro de poucos anos o atendimento das empresas via rede social irá ultrapassar o SAC comum (atendimento telefônico), tanto que existe hoje um treinamento específico voltado para profissionais dessa área no atendimento online, a fim de facilitar a vida do consumidor. Então, as marcas começam a se preocupar muito mais nos dias de hoje com o que é dito sobre ela na Internet, já que quando se pública algo, a proporção que uma determinada informação pode tomar é enorme e destruir a imagem da mesma. Portanto é interessante para nós consumidores que isso esteja ocorrendo e ambas as partes saem ganhando. Claro, que nem toda vez essa ferramenta atende nossas expectativas, mas já é alguma coisa. Só acho que as organizações deveriam prestar o mesmo atendimento tanto no online quanto no offline, pois existem pessoas que não possuem acesso a Internet ou preferem resolver tudo pelo telefone.

E você já teve alguma experiência negativa ou positiva nesse sentido de atendimento via rede social?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O #mimi das pessoas nas redes sociais

Vivemos em um mundo muito corrido, em que temos diversas responsabilidades, somos cobrados diariamente pelos nossos chefes, clientes, parentes, entre outras pessoas do nosso cotidiano. Convivemos em um ambiente, em sua grande maioria, rodeado de estresse, o que nos deixa muito cansado e com a cabeça cheia. As redes sociais, nos últimos anos, surgiram como mais uma opção de válvula de escape para os indivíduos, pois além das possibilidades de compartilhamento de informações, fotos e vídeos, têm uma maneira descontraída e em alguns momentos até cômica, o que nos ajuda a tirar um pouco esse estresse e esquecer momentaneamente desse mundo agitado que vivemos.

Porém, contudo, todavia, venho observando alguns comportamentos que me incomodaram e me fizeram escrever esse post. As pessoas levam as coisas que postamos nas mídias sociais muito a sério, reclamam e criticam demais. Não se pode postar uma piada ou postar algo que determinadas pessoas não concordam que aparece um monte de gente com várias pedras na mão para lhe atirar. Calma gente, não precisa levar tão a sério as coisas na rede. Claro, que se forem conteúdos racistas, desrespeitosos ou algo similar, o indivíduo deve ser repreendido mesmo, caso contrário, não há motivo para revoltas.

Pessoas do mundo artístico são algumas que enfrentam esse problema, principalmente artistas que tem Twitter. O Bruno Mazzeo ao ver pela primeira vez o Luan Santana disse no seu perfil do Twitter que o cantor era a versão vesga do Wagner Moura, pois o cantor sertanejo realmente é estrábico. Depois de ter postado isso, ele recebeu milhares de tweets de fãs de Luan xingando e ofendendo ele pela declaração. Deixando de lado se você gosta ou não do Mazzeo, não vi nada demais no comentário dele, pois não interpretei o comentário como uma ofensa ou algo assim, visto que realmente o rapaz tem esse problema, o que não o impede de seguir sua vida normalmente, mas esse fato gerou e gera polêmica até hoje.

Fonte: http://parafernaliasvirtuais.files.wordpress.com/2011/05/e5f2_like_dislike_stamp_set.jpg?w=510&h=441 

Falando de exemplos de pessoas próximas a mim, o que eu já vi de brigas de amigos meus via rede social não é brincadeira e, às vezes, pessoas que nem te conhecem direito vem te criticar ou entra na conversa do nada. Em algumas ocasiões temos que ter bom senso, se é postada uma mensagem de certa pessoa e você não concorda, não precisa ficar batendo boca, principalmente se você não a conhece direito. Para isso foi criada a opção unfollow, no Twitter, ou ocultar publicações da pessoa em questão, no Facebook.

Tudo bem, que nas mídias sociais podemos ser mal interpretados porque não há como saber se a pessoa foi irônica, se falou a verdade etc, talvez, por conta disso ocorram esses fatos, mas por isso que eu acho que as pessoas devem ir com mais calma e com menos pedras na mão nas suas atitudes na rede. O mundo já é tão corrido e complicado, então para que complicar mais? Se bem que essa é uma opinião minha e posso estar equivocado em diversos pontos. Minha intenção não é causar polêmica ou julgar ninguém porque não tenho essa capacidade nem esse direito, só acho que partes dos usuários reclamam muito dos outros e fazem muito #mimimi. Para mim, as mídias sociais são um local ótimo para sabermos de notícias do dia-dia, postarmos fotos, vídeos e compartilhar informações relevantes, manter contato com amigos e não saber das lamentações dos outros.

Um depoimento da publicitária Ana Carolina Mori resumi bastante o que eu acho do uso das redes sociais e finaliza esse post. “Aposto que se você fizer uma pesquisa ampla, vai ver que as opiniões são muitas. Eu uso as redes sociais em busca de noticias, sou uma pessoa viciada em noticias e pra falar com meus amigos e não para ler mimimi, onde as pessoas estão ou se está legal ou péssimo o dia delas.”

domingo, 26 de junho de 2011

No Facebook, marcas devem criar Fan Pages e não perfil

Quantas vezes você já não recebeu uma solicitação de amizades no seu Facebook de empresas querendo adicioná-lo? Não sei vocês, mas eu já recebi muitas e rejeito todas. Por quê? Porque marcas não devem criar perfil para poder interagir com os usuários, fazer seu merchandising ou qualquer tipo de ação nesse nível, pois para isso a empresa de Mark Zuckerberg possibilitou que desenvolvêssemos as chamadas Fan Pages, em português, páginas de fãs.

Fonte: http://www.masternewmedia.org/images/facebook_fan_page_how_create_id353768.jpg
O que são Fan Pages?

A maioria deve saber, mas para quem não sabe, as Fan Pages do Facebook podem ser criadas por qualquer pessoa e serve para representar uma entidade, marca, pessoa pública etc. É muito útil para que você possa divulgar sua página para todo mundo, possibilitando que os usuários tomem conhecimento de informações e notícias sobre seus produtos e serviços, além disso, é permitido enviar e compartilhar fotos e vídeos para incrementar mais a Fan Page.

Sempre que o usuário curtir sua página, aparecerá no mural do mesmo todas as atualizações dessa página. Aliás, o número de pessoas que podem curtir a página é ilimitado, já em um perfil, ele é limitado. Caso deseje, pode compartilhar essas informações com todos os seus contatos do Facebook, o que pode gerar mais pessoas tráfego para a Fan Page da sua marca. Também é permitido incluir aplicativos, feed de notícias, vídeos do YouTube. Ah, e a forma de mensurar fica mais fácil, uma vez que o Facebook lhe fornece estatísticas básicas, número de pessoas que curtiram uma postagem e também pelos comentários dos usuários.

Para simplificar mais o assunto, pessoas têm perfil, pois nele compartilhamos informações da nossa vida, fotos com amigos, vídeos engraçados e por aí vai. Para empresas, ter um perfil não compensa, pois não permite publicidade e gera certo incomodo por adicionar pessoas que nem conhecemos por isso, a Fan Page é a melhor escolha porque curti quem quer e por livre e espontânea vontade.

Na sua página de fãs, você também pode criar uma espécie de abas, separando por conteúdo que você julgue necessário estar em um local mais destacado. Aliás, muitas empresas fizeram das Fan Pages, seus sites institucionais. A partir disso se tem uma noção de como essa ferramenta está forte no mercado e nas mídias sociais.

Então, se a sua marca quer entrar no Facebook, crie uma Fan Page, caso ela tenha um perfil, mude para a página de fãs. Na realidade não é só uma opinião minha, mas de muita gente que entende e trabalha com redes sociais (não que eu seja um guru nessa área, longe disso) tem o mesmo posicionamento e realmente soa a melhor opção fazer isso.

domingo, 15 de maio de 2011

Churrasco “Gente Diferenciada” tem grande público e mostra o poder das mídias sociais


Nesse sábado, 14/5, em Higienópolis, na região central de São Paulo, aconteceu o churrasco “Gente Diferenciada”, que ocorreu por conta da iniciativa dos moradores de vetar a instalação de uma estação de metrô no bairro.

E mais uma vez as mídias sociais foram às grandes responsáveis para que ocorresse esse evento.  Organizado, principalmente via Twitter e Facebook, o churrasco levou às ruas centenas de manifestantes que foram protestar contra a atitude dos moradores de Higienópolis. A ideia de fazer o evento surgiu na rede, após entrevistas e depoimentos de moradores da região contrários a vinda do metrô. 

Entre as justificativas, estavam que o local iria se desvalorizar porque a estação iria trazer muita “gente diferenciada. Aumento de violência, consumo de drogas, também foram outros argumentos utilizados pelos habitantes do bairro para justificar a posição contrária de receber a estação. Eles até fizeram um abaixo-assinado com cerca de 3.500 assinaturas de pessoas contrárias a obra e a pressão parece que deu certo, pois o Metrô alterou o projeto e, por enquanto, não haverá uma estação nesse bairro. As declarações foi assunto na Internet durante toda semana, sendo que a grande mídia deu bastante destaque para o ocorrido.
Os participantes levaram uma churrasqueira, fizeram o churrasco, levaram cartazes de protestos, utilizaram uma catraca e colocaram fogo nela para também fazer churrasco, enfim fizeram certo “Auê” na região e mostraram toda a indignação contra as declarações dos moradores.

Manifestantes protestam no bairro Higienópolis. Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/2011/05/gente-diferenciada-em-sp-protesto-bem-humorado-fecha-rua-em-higienopolis/image_preview
Citarei dois exemplos de manifestações organizadas pela Internet e que ocorreram de fato. A primeira foi o “twittaço” em protesto ao aumento da passagem de ônibus em São Paulo (também ocorreu em outras capitais do país), no qual internautas insatisfeitos com o reajuste na tarifa se organizaram via Twitter e foi até as ruas e à prefeitura protestar contra a medida. Outra mobilização interessante, foi em 2010, quando por conta da grande pressão da opinião pública, principalmente nas redes sociais, foi aprovada a Lei da Ficha Limpa, em que candidatos com problemas judiciais e tudo mais não poderiam concorrer a cargos públicos.

Voltando ao churrasco, não sabemos se o ato vai mudar a decisão do Governo do Estado de implantar a estação no bairro, mas a manifestação fez barulho e mais uma vez mostrou o poder das mídias sociais em mobilizar as pessoas com relação a assuntos relevantes no nosso país. 

E você, o que achou dessa manifestação? Opinem!

domingo, 8 de maio de 2011

Youpix deu o que falar

Depois de muito tempo, finalmente consegui fazer um post no blog. Sei que o assunto já está ultrapassado, mas não posso deixar de compartilhar minha experiência no Youpix, na semana retrasada. É um evento de mídias sociais gratuito e que levou para os participantes diversos temas sobre comportamento, música, dicas de como conduzir seu blog, cultura, política, entre outros temas que acontecem na Internet.

Vou compartilhar algumas coisas que aprendi lá:

•    É praticamente impossível ficar por dentro de tudo que rola na Internet;
•    A rede social nos ajuda, a saber, quais são as tendências;
•    Trabalhamos em um meio em que existe muita informação e deve-se saber filtrá-las;
•    A propaganda boca-boca foi estendida e ganhou força com a Internet;
•    Quando a empresa tem problemas na internet, a ação tem que ser rápida, pois pode-se tomar uma grande proporção.

Bom, esse evento me deu várias ideias para escrever outros textos para o blog e vou postando aos poucos para compartilhar com vocês.

E o mais bacana de tudo no Youpix, é que a organização servia cerveja, refrigerantes e salgadinhos para dar aquela aliviada. Também era possível fazer check in no Foursquare, compartilhar as palestras no seu Facebook, apenas passando o seu Vivo Pass, que o participante adquiria quando fazia a inscrição no evento. E para relaxar ainda mais, no final tinha stand-up com Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Os Barbixas, entre outros, finalizando com chave de ouro a noite.

Então, era isso o que queria compartilhar com vocês sobre o evento e dizer que é muito importante que iniciativas como essas aconteçam sempre e, se possível, de forma gratuita, pois mantém as pessoas atualizadas e debate assuntos pertinentes nas mídias sociais, além do Networking que se faz nesses eventos. Enfim, parabéns organização do Youpix.

terça-feira, 29 de março de 2011

Não fale mal da sua empresa nas mídias sociais

Diante desse interessante mundo da Internet, passamos boa parte do nosso tempo lendo notícias, assistindo vídeos e, principalmente nos dias de hoje, utilizando o Twitter, Facebook, Orkut, entre outros.

Grande parte das pessoas utilizam a Internet do local em que trabalham. É muito comum lidarmos com situações ruins no ambiente de trabalho, como colegas que não fazem o seu serviço e termina atrapalhando o seu, fornecedores que atrasam o produto ou quando seu chefe resolve pegar no seu pé sem nenhum motivo específico, por exemplo.

Há um tempo atrás, havia o costume de se reclamar desses fatos com os colegas, esposa ou marido, namorada (o) ou familiares.  Isso ainda ocorre, porém parte dos indivíduos que possuem perfis nas mídias sociais costumam reclamar publicamente na rede sobre seu chefe ou do trabalho.  Não é condenável fazer isso, mas não pega bem, pois se você tiver algum colega em algumas dessas mídias sociais que reclamou, existe a possibilidade de “sem motivos” aparente ou birra com sua pessoa a reclamação chegue ao ouvido do seu chefe ou algum superior a você. Há uma hipótese pior também do seu próprio chefe ver seu comentário e aí sim ele terá motivos para pegar no seu pé.

Outra coisa que pode acontecer é se, por ventura, estiver procurando uma vaga de emprego ou diante de um processo seletivo e a empresa a qual está se candidatando a vaga fizer uma busca pela rede social com o seu nome ou visualizar seu perfil e constar informações, comentários contra a sua atual empresa, existe uma grande chance de você ser desclassificado. Quem quer do seu lado, alguém que fale mal de você? Ninguém! (Na minha opinião) Então, a organização é que não vai quer, não é mesmo.

O que estou dizendo nesse post, não é para você deixar de ter opinião própria, sabemos que nem todas as empresas são perfeitas, mas certas coisas, tanto profissionais quanto pessoais, devem ser guardadas para nós mesmos ou confidenciadas em um ambiente informal e não na Internet onde qualquer um pode salvar o que você postou ou compartilhar com as pessoas, podendo te prejudicar. Sim, existe uma reputação virtual nas mídias sociais e se você se preocupa com isso, então preserve-a, caso contrário, a vida segue né?

Você pode continuar falando mal do seu trabalho, se quiser, mas com seus colegas na hora do almoço ou na hora do cafezinho e tudo mais para não ter maiores problemas. Vimos o exemplo daquela estudante de direito, que quando a Dilma foi eleita, queria afogar os nordestinos e postou isso no Twitter. Resultado: foi processada, perdeu o emprego e perseguida nas mídias sociais. Então, um certo cuidado nesse aspecto nunca é demais.

terça-feira, 22 de março de 2011

Existe privacidade nas mídias sociais?

Aqui estava eu pensando sobre o que escrever para o blog, enquanto acessava meu Facebook e ao ver os comentários e atualizações de status das pessoas, resolvi escrever esse post. Quando falamos quaisquer coisas nas mais diversas mídias sociais, pode ser que ninguém comente nada, mas a maioria lê. Às vezes aquilo que dizemos passa batido, porém pode ser que cause alguma reação, comentários, falatórios e as mais que conhecidas fofocas.

Sim, meus caros, existem esses tipos de situação em Facebook, Twitter etc, o que apelidei de fofocas virtuais ou situações criadas pelo virtual. Uma informação postada por um usuário pode perfeitamente gerar uma má interpretação por quem lê e existe a possibilidade de gerar algum tipo de comentário, ora maldoso, ora equivocado e que pode resultar em fofocas, rumores ou boatos. Quem nunca viu alguma discussão, brigas entre namorados ou alguém que foi tirar satisfação com uma pessoa por causa de algo escrito nas redes sociais sobre a sua pessoa? Bom, comigo já aconteceu isso e também já fui testemunha dessas situações. Já escutei coisas com tipo: “eu vou quebrar a cara daquela infeliz, você viu o que ela escreveu no Facebook?”. Ou: “postei que sai com a galera do trampo na sexta, no Twitter, não avisei minha namorada e brigamos feio”. Bom, estas situações são só alguns exemplos do que podem ocorrer nas mídias sociais.

Eu, particularmente, já passei por situações do tipo e estou procurando me policiar por enquanto – ficando claro que não deixei de usar, sou um usuário ativo das mídias sociais. Não acho nada de errado, quem compartilha tudo da sua vida na rede, mas caso alguma frase ou pensamento seja mal interpretado ou uma frase mal construída, existe a possibilidade de quem escreveu ter algum problema ou ocorrer comentários indesejados sobre o caso, pois quando algo está na Internet não há como negar porque se pode dar um “print screen” e salvar, imprimir a página e até “conseguir testemunhas”. Na vida real, se você fez uma coisa e ninguém viu, não há como provar ou torna-se mais difícil fazer isso. Já na Internet, é diferente e pode-se alcançar proporções inimagináveis.  Não é só nesse aspecto de fofoca que estou falando, por exemplo, se você foi a uma festa bacana e tirou várias fotos com caretas, copo de bebidas na mão, fazendo bagunça e por ventura possui colegas de trabalho ou até mesmo seu chefe no seu perfil de rede social, isso pode não pegar bem e ocasionar comentários pelas suas costas ou cara a cara mesmo, engraçados ou não, ou simplesmente não ocorrerá nada. Contudo, é um risco que o usuário deve ter consciência que tem.

Cada um utiliza seus perfis nas mídias sociais da maneira que deseja e o legal dela é essa interatividade e sua velocidade na chegada de informações. Não estou criticando ninguém por conta desse post a parar de falar sobre suas coisas do dia-dia ou algo assim, apenas relatei situações que observo por aí com relação à privacidade na Internet. Para mim, ela não existe muito, pois tudo o que se diz, pode ser armazenado, salvo etc e fica meio complicado lidar com certas situações. Mas aí deixo a pergunta para vocês: Existe privacidade nas mídias sociais?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Pense bem antes de criar um perfil corporativo nas mídias sociais

Depois desse boom das mídias sociais, grande parte das pessoas e empresas criaram perfis no Twitter, Facebook, Linkedin, entre outros. Para nós, pessoas físicas, é muito interessante essa curiosidade de entrar em diversas mídias sociais e explorar o novo. Porém, muitas organizações estão ingressando nesse meio sem saber o real motivo e sim, pelo fato de ter virado moda (para mim, virou tendência) e não análisa minuciosamente qual seria a melhor ferramenta para atingir seu público e seus objetivos.

Para as empresas que querem ter perfis nas redes sociais, deve-se avaliar se realmente é necessário ingressar nela, verificar se seu público está em alguma dessas redes e quais as estratégias a serem utilizadas para atingir efetivamente essas pessoas com o intuito de fazer com que a marca seja bem vista pelos mesmos. Deve-se também ter a consciência que não se tem controle desse meio, bem como saber lidar com opiniões contrárias, críticas e polêmicas envolvendo a empresa. Um detalhe importante nesse aspecto. Quando isso ocorrer, deve-se buscar respostas convincentes e tratar com respeito o usuário, pois caso contrário, a organização pode ser mal vista na rede, sendo enxergada como autoritária e que só busca elogios.

Aliás, as organizações presentes na Internet devem interagir constantemente com seus usuários respondendo a perguntas, sugerindo idéias interessantes, dicas pertinentes, ou seja, gerar conteúdo de qualidade para conseguir a fidelidade de seu público. Um perfil de empresa sem conteúdo e monótono não agrega nada para as pessoas na rede e vai valer nada, só causará antipatia, será considerado um fail das redes sociais e dará prejuízos. No momento em que se consegue ter um bom relacionamento, interagir e produzir bons conteúdos, a chance de que seus seguidores se tornarem porta-vozes da organização é muito grande, pois eles próprios quando alguém criticar irão defender a marca sem precisar da intervenção da mesma. E esse é o bacana das redes sociais: não há como ter o seu controle.

Então, você que tem uma empresa e quer estar nas mídias sociais tome cuidado porque a partir do momento em que ingressar nela, não há volta, por isso, planeje bem suas ações e tenha uma equipe capacitada para geri – lá.

*Idéia do post surgiu após a ótima palestra de Pedro Waengertner sobre Marketing em Redes Sociais que assisti essa semana

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Chegou a nossa vez?

Como todos sabem Hosni Mubarak renunciou ao poder após 30 anos de governo no Egito. O povo que clamou pela queda do ditador, finalmente conseguiu derrubá-lo e a expectativa é que muita coisa mude no país africano.

A “Revolução do Nilo” como foi chamada, teve um grande aliado para que os manifestantes conseguissem êxito na causa: as mídias sociais. Digo isso porque muitos encontros foram organizados utilizando-se o Twitter e Facebook, conseguindo atingir boa parte da população. Outro meio utilizado pelos manifestantes foi o SMS. Mubarak até tentou censurar esses meios de comunicação, porém o barulho já tinha se espalhado pelo mundo e a imprensa passou a ter também um papel importante nesse contexto ao divulgar em demasia os acontecimentos.

Vendo o exemplo dos egípcios me veio à cabeça se não podíamos também fazer manifestações para tirar do poder pessoas como Sarney, Maluf, ACM Neto, dentre outros que durante muito tempo vem ludibriando o povo e fazendo com que o nosso país não cresça exatamente como ele pode e deve.  Tivemos um exemplo bom nas eleições do ano passado, que foi a aprovação da ficha limpa e que teve muita mobilização em busca de assinaturas por meio da internet e pressionou senadores, deputados e o então presidente Lula a aprovar a referida lei. Tudo bem que alguns políticos, que na teoria não poderiam se candidatar conseguiram se safar e foram até eleitos. Mas outros políticos não tiveram o mesmo êxito e ficaram de fora das eleições.

Acredito que como aconteceu no Egito, às mídias sociais podem ser um grande aliado do povo brasileiro para se manifestarem contra os políticos corruptos que freiam o crescimento do Brasil. Penso que ocorrerá um grande barulho em Brasília e mudanças tendem a ocorrer e também cabe a imprensa cumprir seu papel social de investigar, divulgar e apoiar essas iniciativas. Sei que pode parecer utopia minha, mas os políticos numa visão geral têm que se sentirem vigiados e saber que a população está observando eles, pois já que os órgãos responsáveis em fiscalizar essas pessoas são em muitas ocasiões coniventes, cabe a população cumprir a sua parte e tentar afastar essas do poder.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

As mídias sociais e o seu papel no Egito

Nos últimos dias, o Egito vem passando por um conturbado momento político, na chamada “Revolução do Nilo”, na qual manifestantes pedem o fim do governo de Hosni Mubarak, 82, que governa o país há 30 anos. Os protestos ocorrem desde o dia 25 de janeiro desse ano e levaram a morte dezenas de pessoas e a agressões de diversos jornalistas, fotógrafos e civis.

Durante todo esse período o presidente egípcio tomou medidas, como toque de recolher, bloqueio de acesso a internet e a telefonia buscando conter os protestos. Falando das mídias sociais nesse contexto, onde ela se encaixa? Vários manifestantes usaram principalmente o Twitter e o Facebook para convocar simpatizantes a participar da “Revolução do Nilo” e protestar contra o atual presidente para que este renuncie ao poder. A convocação deu certo, muitas pessoas foram para as ruas e o mais importante, ganhou dimensão internacional com várias pessoas emitindo opiniões contra o regime de Mubarak, a imprensa cobrindo os protestos e o ditador sendo pressionado.

Vendo que a força da Internet estava muito grande, o presidente resolveu tirar todo o acesso dessa importante ferramenta das pessoas, mais uma atitude autoritária de seu governo. Mais que isso, ele também bloqueou o sistema de telefonia impedindo também que as pessoas enviassem SMS para organizar melhor os protestos, além de ser mais uma ação para os indivíduos não terem acesso às informações.

Porém, contudo, todavia, as pressões internas e externas foram tantas, que Mubarak se viu obrigado a deixar o Partido Nacional Democrata (do governo) e isso foi entendido como sinal de que ele não irá disputar o cargo nas eleições presidenciais, que ocorrerá no 2º semestre.

Voltando as mídias sociais, o que eu entendo é um papel essencial dela nessa história toda porque aproximou ainda mais as pessoas que visam um país mais democrático onde elas tenham liberdade de expressão e sejam livres. A ferramenta também permitiu que o ato tomasse uma dimensão internacional e apesar de ter sido restringido o acesso à internet e telefonia, a atitude foi tarde demais porque nas redes sociais as coisas fluem em uma velocidade rápida demais e alcança proporções enormes também.

Também vejo uma evolução no aspecto dessas manifestações e acredito que agora ficou mais fácil. Porque antigamente quem organizava os protestos eram os partidos políticos conjuntamente com grupos sociais ou similares. Hoje, eles continuam se organizando, mas os civis também podem fazer o mesmo sem precisarem se encontrar em algum lugar antes é só marcar o ponto de encontro pelo Facebook, Twitter, SMS e fazer seu ato.

Então, nesse processo todo a Internet teve um papel fundamental para que o presidente egípcio finalmente montasse uma equipe de governo e, inclusive, indicasse que não participaria das eleições presidenciais desse ano, mostrando a força das mídias sociais e das pessoas que buscam mudar seu país para a melhor. Penso até que daqui a uns anos, quem sabe, meus filhos, sobrinhos ou netos não estudem na escola sobre esse fato, assim como eu estudei sobre a Revolução Russa, Revolução de 32 e Inconfidência Mineira. Seria a Revolução Digital!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

WikiLeaks: Portal de fofocas ou de prestação de serviço?

Acredito que a grande maioria já tem conhecimento do que vem a ser o WikiLeaks. Porém para quem não sabe, de acordo com o Wikipédia, ele é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia e fundada em dezembro de 2006. O site publica posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas por parte de governos ou empresas. Segundo o portal, o informante que disponibiliza as informações não tem a identidade revelada e não é possível rastrear o usuário.

Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.

Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual  a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.

Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?

Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais. 

E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Meu chefe me adicionou e agora?

Nas mídias sociais temos muita liberdade em postar e falar o que pensamos ou compartilhar fotos de festas, baladas e afins. Na maioria dos casos, por questões profissionais e óbvias, no trabalho as pessoas são de um jeito e na vida pessoal de outro. Podemos até ter uma personalidade parecida, como ficar fazendo piadas tanto no trabalho quanto na vida, contudo com menor incidência pelo lado profissional.

Bom, todo mundo sabe que as redes sociais nos permitem certa liberdade, porém, contudo, todavia e quando nossos chefes nos adicionam em seus perfis, como Twitter, Facebook, Orkut etc? Aí complica né? Porque aqueles comentários que você costumava fazer sobre o trabalho, do seu próprio chefe, ou a vontade de mandar tudo pelos ares, é recomendado que guarde essas opiniões consigo ou compartilhe em um ambiente que não envolva especificamente a Internet.

Claro que existem chefes bem mais tranquilos e não se importam tanto com o que seus funcionários postam na rede, desde que também não passem dos limites. Só que quer queira quer não, aquela liberdade de se expressar nas mídias sociais, como comentários sobre aquela festa sensacional que você foi no final de semana ou colocar uma foto sua com um copo de cerveja na mão e meio para lá de Bagdá, fica complicado fazer isso, pois não sabemos qual a reação que ele terá se ver isso e outra, surge certo receio de nossa parte. Acredito que esse fato fica no mesmo patamar que se, por ventura, tivermos nossos pais como amigos no Facebook, por exemplo, e falarmos “Cheguei bem louco ontem da balada, inesquecível”. É, acho que não iria pegar bem.

De fato a questão não é tão simples, mas deve-se prestar atenção no que se diz ou que se compartilha na rede, principalmente quando seu chefe está nela ou você pode simplesmente rejeitar o seu pedido e dar uma de João sem braço.

domingo, 16 de janeiro de 2011

É só dar unfollow

Como todos sabem na semana passada começou a 11ª edição do Big Brother Brasil (BBB). Parece inacreditável, mas o programa está durando e é um feito, pois diante da grande concorrência entre as emissoras e com a diversidade de programas existentes na televisão, é complicado ficar no ar durante muito tempo e com audiência, o que é mais complicado.

Observei que nas mídias sociais muita gente está falando do BBB, uma parte é viciada, outra odeia e alguns acham indiferente. Penso que no Twitter, é o local em que a maioria fala deste tema. Mas aqueles que não são simpatizantes do programa ficam falando coisas do tipo “Não vou mais entrar aqui enquanto estiver o pessoal ficar falando do BBB no ar” ou “Pra mim, povo que vê BBB é sem cultura, num agrega nada” ou ainda “Juro que quem falar do BBB de novo, vou dar unfollow”.

Eu, por exemplo, fiz faculdade de comunicação, trabalho na área e com um assunto que necessita de muito entendimento e estudo que é política, escrevo para um blog, faço parte de um grupo de estudos de redes sociais, leio livros de diferentes temáticas etc e assisto Big Brother. Não me sinto um sem cultura por assistir o programa, acredito que ele é interessante no sentido de avaliar certos comportamentos das pessoas dentro da casa. Às vezes, olho para algumas atitudes de certas pessoas lá dentro que se assemelham com amigos, colegas ou parentes meus. Além do mais, na televisão ou rádio, grande parte das notícias falam sobre desgraças, como acidentes, assassinatos, seqüestros, entre outras coisas ruins. Pelo menos no BBB, de vez em quando, dou risada e vejo os participantes falarem besteiras etc. Pode ser até bobagem o que estou falando, mas até que tenham um bom argumento para me convencer do contrário, mantenho minha posição.

E aqueles que falam mal e não gostam que não fale desse assunto nas mídias sociais, tranqüilo, cada um tem sua opinião, mas num fica falando que vai excluir tal pessoa, faz logo. No Orkut e Facebook tem a opção de remover e deletar amigo, é simples. E no Twitter, é mais tranqüilo ainda, é só dar unfollow.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Por que algumas empresas bloqueiam o uso das redes sociais?

Nesse final de semana escutei alguns amigos comentar que nas empresas onde trabalham não é permitido acessar as redes sociais, mas somente o email porque precisam se comunicar internamente ou com clientes, fornecedores etc. Ouvi até que acessar alguns portais não é permitido e tudo mais.

Sinceramente, na minha opinião, isso significa restringir o acesso às informações aos colaboradores, pois atualmente o Twitter, Facebook, blogs etc são fontes de informação, pautam a imprensa e possibilitam que os internautas compartilhem informações e sejam melhor informados sobre os assuntos de seu interesse. Se bem que se pensarmos há uns 5 anos atrás ou até menos, falar de acessar mídias sociais no trabalho era motivo de piada. Ouvia-se que as pessoas queriam acessar o seu Orkut, por exemplo, era para matar tempo no serviço, causava distração e tudo mais. Em partes, esse pensamento tinha um fundamento, contudo as coisas evoluíram para um momento em que esta ferramenta virou fonte e acesso à informações e restringir isso é prejudicial.

Pensando que as pessoas ficam cerca de 9 a 10 horas no trabalho e fora o tempo em que estão no trânsito, em seus carros ou no transporte público, chegando cansados em casa, a chance de o indivíduo ler o jornal impresso ou revista, se é que o compra, é pequena. O que pode ocorrer é assistirem o telejornal, mas ele é um resumo das notícias do dia e não fornece tantos detalhes quanto os jornais, portais de notícias etc, então acessar as redes sociais, blogs e outros sites seria uma forma do indivíduo se informar melhor.

Algumas organizações estão sendo mais flexíveis e permitindo o acesso às mídias sociais. Claro que o próprio funcionário deve utilizar do bom senso e também não abusar da liberdade que a empresa em que trabalha permite na Internet, acesso a sites pornográficos e tudo mais, devem ser restringidos bem como conteúdos considerados impróprios. Mas e aí, o lugar onde você trabalha permite o acesso às redes sociais e a maioria dos sites?

sábado, 8 de janeiro de 2011

Por que as pessoas falam das suas vidas nas mídias sociais?

Esse é o primeiro post de 2011, então, primeiramente, Feliz Ano Novo para todos e que tenhamos saúde, paz e que seja um ano de muitas realizações e muito obrigado pelas visitas do ano passado. Continuem lendo, opinando, elogiando, criticando e tudo mais.

Bom, vamos ao que interessa. Estava esses dias em meu facebook e uma amiga, a qual não me recordo, postou uma frase que não me recordo na íntegra, mas falava mais ou menos assim: “Por que têm pessoas que colocam aqui coisas do tipo, estou indo almoçar em tal lugar, vou para aquele lugar, estou fazendo isso ou aquilo?” Isso me intrigou, tanto que resolvi fazer um post sobre isso.

Eis a minha simples opinião com relação ao assunto. As mídias sociais, no geral, servem para termos acesso à informações em tempo real – em alguns casos até são dados furos de reportagem pelo Twitter, por exemplo, pautando a grande mídia –; permite alta interatividade entre os usuário, nos possibilita falar com amigos, parentes ou conhecidos que moram distante de nós  ou que não conseguimos falar rotineiramente; compartilhar informações, músicas, vídeos, fotos, entre infinitas coisas; estabelecer contatos profissionais; ganhar fama; ser uma celebridade instantânea; conhecer novas tecnologias, além de poder saber da vida das pessoas, sejam elas famosas ou não; estabelecer uma rede de estudos, entre infinitas e benéficas coisas.

Quando um usuário coloca uma determinada frase dizendo que vai para um lugar, existe a possibilidade de ele estar colocando puramente por colocar, para que outros comentem ou uma determinada pessoa em que esteja interessada fale algo. Quantas vezes nos deparamos com amigos ou conhecidos que compartilham coisas que a princípio não fazem o maior sentido para nós, mas que faz para os outros amigos deles ou para alguém em específico.  Alguns publicam fotos para que os outros comentem, compartilham notícias com intuito de passar adiante alguma informação ou fato e assim por diante.

Certo ou não, o bacana das mídias sociais é isso, a possibilidade de compartilhar, de podermos expressar opiniões e tudo mais. Claro, que se deve ser responsável pelo que se diz, não desrespeitando ninguém, não sendo vulgar, necessita-se usar sempre o bom senso.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mais um ano que se vai

Pensei bastante em qual tema escreveria para fechar o ano. Não saiu nenhuma idéia original, por isso vou falar sobre uma retrospectiva do ano pra mim, abordando mais aspectos pessoais no âmbito das mídias sociais.

Comecei a curtir mídias sociais no ano passado, quando fui a um seminário de comunicação e escutei uma palestra da então desconhecida para mim, Beth Saad, Diretora de estratégias digitais da Digital Happenings, e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. Ela falou sobre esse mundo das redes sociais, Facebook, Orkut, Twitter e de como estes meios de comunicação permitem um interação maior com as pessoas etc.

A partir daí, fiz meu perfil no Twitter – já tinha Orkut – e comecei a ler e me interessar pela área. Aí as coisas foram acontecendo e passei a cuidar do perfil do Orkut da empresa em que trabalho. Em 2010, coloquei na minha cabeça que iria fazer um curso sobre isso. Pois bem, fiz dois cursos que me agregaram demais, fiz contatos, comecei a ler sobre o assunto e consegui também implantar a área de mídias sociais no meu trabalho. Um baita avanço vamos combinar!

Assim, as situações foram ocorrendo e hoje integro um grupo de estudos de redes sociais, que é composto pelo pessoal que fez o curso na ESPM e com outras pessoas que se interessam pelo assunto.  Também consegui uns Jobs de mídias sociais o que me motivou ainda mais a querer trabalhar com isso. Na real, acredito que por um bom tempo vou ganhar dinheiro como analista de mídias sociais ou algo relacionado porque gosto muito desta área e acredito que ela é muito promissora. Vi também na Internet muitos jovens se manifestando e opinando sobre política - na época da eleição com maior freqüência – ainda mais porque hoje o acesso às informações está mais fácil possibilitando um debate maior nas mais diversas temáticas.

Bom, acho que resumidamente é isso que ocorreu no ano na minha vida, com relação ao meu interesse com mídias sociais e tomará que seja melhor no ano que vem.

Boas festas para todos!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Devemos ter cuidado com o que escrevemos na Internet?

Muitas pessoas possuem perfis no Twitter, Facebook Orkut, Linkedin, entre outras contas nas mídias sociais. Cada um pode falar o que quer, faz piadas, fala mal de alguma pessoa, da festa sensacional que foi no dia anterior, da menina(o) que conheceu, postam fotos, entre outras situações.

Sim, as redes sociais nos permitem fazer isso, o que é o mais sensacional para mim, é essa possibilidade de interação e atingir incontáveis números de pessoas. Tá, bacana, mas e quando você tem colegas ou até mesmo seu chefe em seu perfil?

Bom, na minha modesta opinião, devemos ser mais precavidos no que dizemos, nas fotos que postamos e nas atitudes nas mídias sociais porque quer queira quer não, se não for todo mundo, grande parte dos usuários fuçam o perfil dos amigos, namorados (as) e dos colegas do trabalho. Imagina se você fala na rede que sua empresa é ruim, não paga em dia, que seu chefe é chato etc. Pode até ser verdade, só que atualmente muitas organizações estão presentes na rede e caso você participe de uma entrevista, muitas delas estão perguntando se o candidato possui algum perfil e depois o acessam para verificar o comportamento dos candidatos. Caso vejam alguma mensagem negativa com relação a empresa em que trabalha, isso pode pegar mal e talvez o mesmo não seja aprovado por este motivo. E se seu chefe ver algum comentário seu sobre ele ou o trabalho? “Talvez não soará bem né?

Então, como se sabe, as mídias sociais nos possibilitam uma interação enorme com os mais diversos públicos, acesso a informações em tempo real, seguir personalidades etc. Porém, acredito que se deve ter cuidado com o que diz, pois quando você posta algo, de imediato, cai na rede, aí já era, ficará guardado e as pessoas podem copiar a mensagem e replicá-las e você poderá ter problemas. Mas como diz o outro: cada um faz o que quer da vida também não é? Mas você deve estar ciente e assumir os seus atos. Por isso, todo cuidado é pouco.

domingo, 21 de novembro de 2010

A Internet é uma ferramenta que mantém as pessoas em contato

Certo dia li umas notícias na Internet dizendo que ultimamente muita gente fica horas e horas na Internet e terminam não saindo de casa ou vendo seus amigos, familiares, entre outros, com menos freqüência. Deve ser até verdade isto, mas para mim, a Internet, por meio das mídias sociais, é uma “mão na roda”.

Para clarear um pouco o que eu disse acima, vou usar exemplos que aconteceram comigo. Há uns três ou quatro meses atrás, uma amiga que estudou comigo no colegial veio conversar comigo – via Facebook – e contou que sonhou com o pessoal da nossa sala e tudo mais e que foi uma situação muito engraçada e legal. Aí conversa vai, conversa vem, tivemos a ideia  de tentar reunir a galera do colégio que não se via há uns quatro anos, mais ou menos. Pois bem, vimos quem estava interessado neste encontro, pedimos a opinião de todos sobre qual era o melhor local, data e horário e quando chegamos a um consenso, efetivamente marcamos o encontro. Resumo da história: já vamos realizar nosso terceiro encontro e parece que a amizade está maior do que era há quatro, cinco anos atrás.

Outro exemplo: diversas vezes combino de sair com o pessoal da minha faculdade ou outros amigos via Twitter, Facebook ou Orkut, quer queira quer não, economiza-se tempo, pois não é preciso pegar o telefone e ficar ligando pra X pessoas, já que você pode enviar em cinco minutos uma mensagem, privada ou não, para aqueles que você deseja sair. De fato, a Internet nos propicia mais comodidade e nos ajuda, na minha humilde opinião, a manter laços e contatos com pessoas que você não consegue ver todos os dias ou semanas, sendo uma forma de manter próximas as pessoas que você gosta.

Então, a Internet possibilita que nós consigamos ficar em contato com nossos amigos e familiares, sendo mais fácil localizá-los e enviar mensagens, além de economizar o telefone também né?heheehe. Claro que acredito que ainda a melhor maneira de manter relacionamentos é da forma presencial, ver as pessoas cara a cara, ver suas reações etc. E sim, a Internet aproxima e deixa as pessoas em contatos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Café com Blogueiros: Sucesso Absoluto

Neste post vou falar do evento que eu fui sábado, 13/11, lá na ESPM: Café com Blogueiros, que reuniu profissionais de mídias sociais, blogueiros, leitores e pessoas que gostam e se identificam com o assunto. Foi um evento gratuito, onde o público pode conferir debates, palestras e discussões sobre mídias sociais e, em alguns momentos, especificamente sobre blogs. Na real, eu nunca vi uma organização tão grande em um evento gratuito e dava para perceber nas atitudes e comportamentos dos organizadores que eles estavam engajados na causa e se dedicaram a cada segundo para que fosse um sucesso e conseguiram com louvor.

Eu participei das palestras “Engajamento nas Mídias Sociais”, “Era uma vez um blog. Que virou paixão. Que transformou uma carreira” e “O papel dos Blogs e Blog – Pergunte ao Urso”. Entre os conhecidos para quem manja de blog estavam, por exemplo, Marcelo Vitorino (pergunte ao Urso), Maurício Cid (Não Salvo), Rodrigo Fernandes (Jacaré Banguela), entre outros que também foram sensacionais. De todas estas palestras pude tirar algumas análises: se você criou um blog só para ganhar dinheiro, esquece!Você tem que realmente querer escrever e dar sua contribuição para os demais sobre o assunto de seu interesse, tem que ter realmente vontade de escrever para o seu blog. O dinheiro é conseqüência do seu trabalho; realmente é possível ganhar dinheiro com mídias sociais, mas você deve também estudar, pesquisar e planejar como trabalhar com as ferramentas, pois caso contrário, a chance de obter êxito na área fica reduzida e, por último, que realmente curto esta área e acredito que vai ser com isso que vou sobreviver, pelo menos por um tempo.

Por estas reflexões já deu pra sentir como o evento foi sensacional e eu ainda fui sorteado e ganhei um prêmio de uma das patrocinadoras do evento, a Eletrolux. Ah, sem contar que no início e no final do Café com Blogueiros teve um stand up comedy, entre os humoristas estava o Diogo Portugal que foi sensacional e este fato encerrou o evento com chave de ouro. Depois, fomos para o tradicional Happy Hour.

Então galera, foi muito bom ter participado do Café com Blogueiros, uma iniciativa bem bacana de levar grandes nomes desta área e não cobrar nada por isso e agregando conhecimento aos participantes (o mais importante), além de oferecer uma estrutura de primeira para o público, sem contar que a hashtag #ccbsp ficou em primeiro no Trending Topics Brasil! Parabéns aos organizadores: Beto Tercette, Christiane Ng, João Pedro Braconi, Jackelin Wertheimer Cavalcante, Marcio Gadoti, Diego Rossini Vieira, Samanta Vicentini, Wagner Colozzo Abril, Jacqueline Alves e Gabriel Lucas.

domingo, 7 de novembro de 2010

Tudo o que você disser pode ser usado contra você

Depois dos acontecimentos de semana passada em que uma estudante de DIREITO, Mayara Petruso, fez a seguinte declaração: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”, reafirma um comportamento que já venho observando faz tempo nas mídias sociais, na qual muitas pessoas acabam ultrapassando o limite da liberdade de expressão e perdendo o respeito com os demais.

O caso citado acima repercutiu nacional e internacionalmente, além disso, a responsável pela infeliz frase será processada pela OAB e os que partilharam da sua opinião podem responder judicialmente também.  Outro exemplo de problemas na rede, foi com o diretor comercial da Locaweb, que em seu perfil do Twitter, ofendeu torcedores do São Paulo durante um jogo do Corinthians, só que o detalhe é que a empresa da qual faz parte, patrocina a equipe são paulina. O ocorrido obrigou a organização e o diretor a pedirem desculpas publicamente.

Além desses casos, já li na Internet diversas mensagens em que indivíduos desrespeitam os outros ou falam coisas que também poderiam ser passíveis de processos. Tanto a Internet, quanto as mídias sociais, proporcionam aos usuários a possibilidade de se manifestarem, emitir comentários etc. Porém algumas regras básicas, que temos no nosso dia-dia, como em nosso ambiente de trabalho, com amigos, por exemplo, também vale para a vida real. Nem tudo que você pensa do seu chefe ou de uma pessoa que você convive, deve ser compartilhada com os demais, a mesma regra vale na Internet, só que com um agravante: sua mensagem pode ser vista por um número incalculável de pessoas.

Por isso, deve-se ter muito cuidado com o que se escreve, pois ela pode trazer problemas graves para o emissor, com foi o caso da estudante de direito, que provavelmente deve estar enfrentando situações complicadas na sua vida. Algumas pessoas esquecem que têm que respeitar os demais e, principalmente suas opiniões porque o mais interessante dos seres humanos é que eles não são iguais e cada um têm suas características e peculiaridades, das quais podemos discordar, mas que devem ser respeitadas.

Então, nem tudo o que pensamos é necessário compartilhar, guarde pra você ou fale para um amigo seu porque o mundo não precisa saber sua opinião, a menos que seja de interesse público ou algo do tipo. Portanto tome cuidado com o que você escreve, pois milhões de pessoas estão de olho em você.