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terça-feira, 12 de junho de 2012

Os “agourentos” das redes sociais

Nesse post, após mais de 15 dias ausente por aqui, resolvi escrever sobre  um assunto bem comportamental mesmo: sobre os “agourentos” que nos rodeiam no Facebook, Twitter etc. Para a maioria que deve ter achado esse nome estranho, eis a justificativa: são pessoas que comentam sempre coisas negativas ou tentam cortar seu barato ou sua alegria em alguma postagem sua, em quaisquer que seja a rede social que você esteja conectado.

Um exemplo que vi esses dias foi em uma postagem de uma amiga minha no Facebbok. Ela foi para o exterior e tirou uma foto da carteira de motorista que lhe dava permissão de dirigir no país no qual iria ficar. Aí, uma pessoa X comentou que dependendo do lugar que ela iria, essa carteira de motorista não iria servir pra ela, enquanto isso, o restante dos amigos dela acharam animal o fato que ela estava expondo no seu perfil. Mesmo se for verdade, fica na sua e não estraga a felicidade da pessoa, mesmo porque acredito que ela deve ter se informado bastante sobre o assunto, pois não iria fazer uma correria absurda para quebrar a cara depois, não é?

Eu já vi também, uma pessoa que postou uma foto de um produto que ela tinha comprado e estava muito empolgada, mas um “agourento” já veio dizendo que o objeto era ruim e tudo mais, tentando estragar o barato da pessoa. E o pior dessas pessoas é que na vida real elas também são assim e parece que emanam energias negativas, só pensam que as coisas não vão dar certo e tudo mais e se tem uma coisa que se pega fácil é energia vindo de outra pessoa. No meu convívio já me deparei com pessoas assim e procuro me manter afastado para não ser “zicado” por ela também.
Às vezes, não é que o indivíduo seja má pessoa, mas é seu jeito ou por experiências que tenha passado na vida que a levou ter essa postura, mas é uma coisa que me incomoda nas redes sociais esses tipos de comportamentos. Não que você não possa dar sua opinião na rede, mas com o tempo as pessoas vão observando qual o tipo e o teor de mensagens que você posta e os seus comentários nas redes sociais e podem se afastar de você ou algo assim, se você não se importa com isso, não há o que se preocupar, caso contrário reveja seus conceitos. Claro, se os comentários for no sentido de alertar a pessoa sobre algum problema ou possível falha, de boa, acho válida a manifestação.

Obviamente, que essa é a minha opinião e posso até estar viajando no que estou dizendo, mas alguns amigos meus me disseram que isso também é uma coisa que fica meio chata nas redes sociais. E vocês, já passaram por esse tipo de situação?

segunda-feira, 26 de março de 2012

Polêmicas nas redes sociais, como lidar?

Como a essência do meu blog é sobre comportamento das pessoas nas redes sociais, escrevo sobre um assunto que é fundamentalmente comportamental. Venho observado nos últimos meses, principalmente em minha timeline do Facebook que muitas pessoas ou têm certa dificuldade de interpretar textos ou simplesmente não conseguem lidar com opiniões contrárias as delas.

Quando por exemplo, uma determinada pessoa posta algo polêmico ou controverso, ela já tem que ter a consciência de que divergências irão ocorrer e pessoas podem não concordar com o seu pensamento, cabendo a ela argumentar e expor os motivos que explique ou justifique o que ela disse anteriormente. Tudo bem que você terá que explicar bastante os seus pensamentos, mas têm vezes que vejo amigos discutindo rispidamente por conta disso e não respeitam o ponto de vista do outro que não foi ofensivo no que escreveu, apenas mostrou seu ponto de vista. Só que o problema maior é que parece que essas pessoas não fazem muita questão de ler o que foi escrito anteriormente, pois continuam falando e discutindo sem ao menos refletir sobre uma opinião controversa.

Obviamente que ninguém é obrigado a aceitar tudo o que é dito ou escrito, mas é necessário respeitar, a menos que seja um comentário racista ou em teor de discriminação, aí sim acredito que não há nada que justifique. Aprendi na faculdade que não podemos ser alienados e ir de acordo com o senso comum, devemos ter opinião própria e defender nossos princípios com fatos nos quais acreditamos, então por que uma grande maioria se sente confrontada quando são questionadas ou não concordamos com pensamentos que vão de acordo com o da maioria? Alguns são até chamados de “olha aí o do contra”. Particularmente, acho legais debates sadios e que agregam muito mais as pessoas envolvidas, pois passamos a enxergar determinadas situações de uma maneira nova ou diferente e ajuda a formar melhor ainda seu pensamento em relação a algo.

Fonte: blogdocatarino.com

O problema é que em algumas situações, a pessoa não lê direito o que você quis dizer, aí vem com várias pedras na mão, aí você explica novamente e parece que falou grego e outra vez não é compreendido e o debate acaba virando briga. Posso estar até exagerando, mas os fatos relatados aqui tenho observado com freqüência e não sei se a galera leva para o lado pessoal ou não, mas torna o ambiente muito chato e complicado.

Eu mesmo postava algumas coisas polêmicas, mas devido a esses problemas citados acima, parei um pouco e prefiro explanar aqui no blog, não que isso adiantará alguma coisa porque as opiniões controvérsias continuarão ocorrendo, mas é que acho muito ridículo ficar discutindo em Facebook e Twitter, debater é legal, mas brigas ou algo assim acho desnecessário, então uso o blog que é melhor.

Então era isso o que queria compartilhar com vocês e tenho a consciência de que se posto algo controverso ou passível de debates, com certeza terão pessoas que irão contra os meus argumentos, cabe a mim defende-los e aceitar as críticas, desde que não sejam ofensivas e caso esteja errado em algum momento, ter a simplicidade de admitir que errei, pois não é vergonha nenhuma aceitar que estava errado, não é mesmo?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Match.com a empresa disfarçada de Rede Social

Salve galera, antes de mais nada, Feliz Ano Novo para todos que aqui passam e que todos tenham paz, saúde e felicidades. Bom, nesse primeiro post do ano não foi eu quem escrevi, mas sim um amigo meu que está em Londres e como ele curte mídias sociais, pedi para que ele trouxesse umas novidades dessa área diretamente da Inglaterra para dar um aspecto diferente pro blog e trazer a visão de diferentes povos. Vamos alternar as postagens, mas como um dos intuito das redes sociais é compartilhamento de informações, aí está. Espero que gostem. Até mais.

É com você Bigtitos

Como esse é meu primeiro post aqui no Brunnofacts, quero me apresentar: me chamo Rafael Almeida, tenho 22 anos, sou publicitário, apaixonado por São Paulo mas morador de Londres, e agora também colaborador aqui e vou passar um pouco da minha visão de como as Redes Sociais funcionam fora do Brasil.

Uma das grandes diferenças entre nós Latinos e os Europeus, Americanos, Asiáticos e etc é o relacionamento e a interação com as pessoas, algumas pessoas podem se questionar, mas quando algum "Gringo" chega no Brasil ele logo se solta, claro que sim, afinal somos um dos povos mais amigáveis e receptivos do mundo com plena certeza.

Mas o que isso tem a ver com Redes Sociais, ou com a empresa que se disfarça de Rede Social? Esses povos tem uma grande dificuldade de se relacionar e pelo que observo aqui em Londres, os ingleses tem grande dificuldade para se relacionar, tenho impressão que as pessoas tem medo de se envolver com um desconhecido sem ao menos dar uma oportunidade de se abrir para um bate papo com a pessoa em questão.

Um dos fatos que me evidencia isso é que pego o ônibus todos os dias, no mesmo horário e consequentemente, com as mesmas pessoas e ninguém se fala, apenas se esconderem atrás de um jornal, livro, revista, mp3 players, smartphones e qualquer coisa que possa distanciar de uma simples conversa.

A parte mais estranha e inusitada é a forma com que as pessoas começaram a buscar por novos relacionamentos: através de um site de relacionamento, uma maneira menos conservadora, diferente e até mesmo perigosa se considerarmos que na internet quase tudo é moldado, as pessoas parecem mais interessantes, bonitas, cheias de amigos e sempre felizes.

Fonte da Imagem: www.oficinadamoda.com.br

Desde 1995 o Match.com, que é um site de relacionamentos, está no ar, hoje conta com mais de 20 milhões de usuários e em 24 países do mundo, considerado uma máquina de criar casais.

O site funciona da seguinte maneira: você cria o seu perfil, com suas características, hobbies, o que lê, o que ouve, com que trabalha, ambições, enfim um grande resumo sobre quem você é e o que busca em um parceiro. Outra característica do site muito relevante é a ferramenta de busca que é muito bem elaborada onde você consegue buscar a pessoa com o perfil mais próximo do que deseja, filtrando onde mora, como é, se tem filhos, foi casado ou não, com inúmeras características para achar o parceiro(a) ideal. E por fim, e muito importante, é que o Match.com não é de graça, você pode criar uma conta de graça, mas se quiser arriscar um papo ou um xaveco tem que pagar por isso, de graça você consegue pesquisar as pessoas até mesmo marcar essa pessoa como favorita para uma aproximação, mas se quiser algo mais sério tem que pagar, isso acaba sendo uma maneira de dar mais seriedade para o serviço, mas é bom lembrar que não evita que um golpista acabe se aproveitando da ferramenta.

Agora o grande debate sobre o Match.com é se ele é ou não é rede social?

Na minha opinião, não é Rede Social e sim um serviço de relacionamento Online onde o propósito não é criar um usuário fiel que utiliza a ferramenta demasiadamente e que tem por objetivo manter contatos com seus usuários.

Vale a pena ressaltar também que o Match.com tem também um blog onde eles relatam sobre casais que se conheceram no site e que deram certo.

Quem quiser conferir como funciona melhor mesmo sem pagar ou apenas para entender o funcionamento o site é:

ou para quem quiser apenas conhecer o blog e ver o relato dos usuários, agora casais é só acessar o seguinte link:

Agora o debate fica por conta de vocês é Rede Social ou não é? Vocês usariam uma ferramenta dessas ou a melhor forma de arrumar o amor da sua vida é no dia-a-dia?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Facebook supera o Orkut em número de usuários pela primeira vez no Brasil

O que vinha se anunciando há tempos, mas que ainda não tinha acontecido, já virou realidade. De acordo com a revista IstoÉ Dinheiro - que disse ter tido a acesso a uma pesquisa do Ibope – em sua atual edição de setembro, o Facebook ultrapassou o Orkut em números de usuários aqui no Brasil.

Segundo a revista, a rede social de Mark Zuckerberg atingiu em agosto 30 milhões de usuários contra 29 milhões do Orkut. No mês de julho, O Facebook já estava na cola da rede social da Google e tinha cerca de 28,8 milhões de pessoas na rede. Os meios de comunicação especializados em mídias sociais apontam diferenças desses números com relação a outros levantamentos, dizendo que o Orkut ainda seria líder com uma certa folga. Porém temos que levar em consideração que as metodologias de cada instituto de pesquisa é diferente, mas o fato é que isso já estava anunciado a tempos.

Li em uma reportagem do portal IDG NOW que por meio de sua assessoria no Brasil, o Facebook não confirmou ter sido a fonte da informação, alegando que não comenta números da concorrência. Na última vez que a rede social divulgou seus números, o Facebook informou que tem 25 milhões de usuários no Brasil e mais de 750 milhões de usuários ativos.

Fonte: http://www.agenciars.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook-orkut.jpg

Na real, isso não me surpreende em nada e se esses dados realmente forem verídicos,  apesar do Orkut ter uma grande popularidade aqui no nosso país, ele já perdeu a graça para muitas pessoas faz tempo. Desconfio que muita gente tenha um perfil na rede social da Google, porém não acessa faz meses ou anos, como é o meu caso. É bem verdade, que não se pode desprezar esses 29 milhões de pessoas, pois é uma quantidade bem significativa, mas penso que aos poucos o Orkut vai sumindo do mapa, prova disso é o lançamento do Google+, que quer bater de frente com o Facebook.

Se o Orkut irá acabar, não sei. O que devemos levar em consideração é que muitas pessoas ingressaram nas redes sociais por causa dele e a base de estudos na área de mídias sociais, de comunicação e até educacional utilizaram o Orkut como modelo, todavia tudo na vida tem seu tempo e isso parece que está acontecendo com ele.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Como os usuários utilizam o Twitter

O Twitter é muito popular no mundo afora e, principalmente no Brasil. Muitas pessoas possuem perfil nessa rede social e a utilizam de diversas maneiras: seguir e saber novidades das marcas, informações de pessoas públicas, manter contatos com amigos distantes ou não ou para outros fins.

Em um post recente do portal Mashable mostrou como as pessoas utilizavam o Twitter por meio de um infográfico (confira abaixo). Como está em inglês, vou citar alguns pontos mais relevantes.

Segundo o infográfico, 37% dos usuários acessam a ferramenta diversas vezes ao dia, sendo que 64% das vezes, elas utilizam seu desktop para usar o Twitter. Com relação aos motivos que levaram as pessoas a criar um perfil na rede social, 33% disseram que foi por conta de uma recomendação de um amigo, 30% para saber sobre o que se tratava e 15% para seguir as celebridades ou marcas (existem outros dados, mas só estou elencando alguns mais interessantes).

Os que responderam que seguiam marcas, 31% disseram que acompanham de 1 a 5 empresas no Twitter e o motivo para segui-lás é para conseguir descontos (68%) em seus produtos, já que esse meio é muito utilizado para promoções das marcas. Um último detalhe: 10% das pessoas que participaram da pesquisa não sabem o que é uma hashtag # (o jogo da velha)

Bom, abaixo vocês podem conferir os números e as análises do que eu escrevi acima.


domingo, 15 de maio de 2011

Churrasco “Gente Diferenciada” tem grande público e mostra o poder das mídias sociais


Nesse sábado, 14/5, em Higienópolis, na região central de São Paulo, aconteceu o churrasco “Gente Diferenciada”, que ocorreu por conta da iniciativa dos moradores de vetar a instalação de uma estação de metrô no bairro.

E mais uma vez as mídias sociais foram às grandes responsáveis para que ocorresse esse evento.  Organizado, principalmente via Twitter e Facebook, o churrasco levou às ruas centenas de manifestantes que foram protestar contra a atitude dos moradores de Higienópolis. A ideia de fazer o evento surgiu na rede, após entrevistas e depoimentos de moradores da região contrários a vinda do metrô. 

Entre as justificativas, estavam que o local iria se desvalorizar porque a estação iria trazer muita “gente diferenciada. Aumento de violência, consumo de drogas, também foram outros argumentos utilizados pelos habitantes do bairro para justificar a posição contrária de receber a estação. Eles até fizeram um abaixo-assinado com cerca de 3.500 assinaturas de pessoas contrárias a obra e a pressão parece que deu certo, pois o Metrô alterou o projeto e, por enquanto, não haverá uma estação nesse bairro. As declarações foi assunto na Internet durante toda semana, sendo que a grande mídia deu bastante destaque para o ocorrido.
Os participantes levaram uma churrasqueira, fizeram o churrasco, levaram cartazes de protestos, utilizaram uma catraca e colocaram fogo nela para também fazer churrasco, enfim fizeram certo “Auê” na região e mostraram toda a indignação contra as declarações dos moradores.

Manifestantes protestam no bairro Higienópolis. Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/2011/05/gente-diferenciada-em-sp-protesto-bem-humorado-fecha-rua-em-higienopolis/image_preview
Citarei dois exemplos de manifestações organizadas pela Internet e que ocorreram de fato. A primeira foi o “twittaço” em protesto ao aumento da passagem de ônibus em São Paulo (também ocorreu em outras capitais do país), no qual internautas insatisfeitos com o reajuste na tarifa se organizaram via Twitter e foi até as ruas e à prefeitura protestar contra a medida. Outra mobilização interessante, foi em 2010, quando por conta da grande pressão da opinião pública, principalmente nas redes sociais, foi aprovada a Lei da Ficha Limpa, em que candidatos com problemas judiciais e tudo mais não poderiam concorrer a cargos públicos.

Voltando ao churrasco, não sabemos se o ato vai mudar a decisão do Governo do Estado de implantar a estação no bairro, mas a manifestação fez barulho e mais uma vez mostrou o poder das mídias sociais em mobilizar as pessoas com relação a assuntos relevantes no nosso país. 

E você, o que achou dessa manifestação? Opinem!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A mídia sensacionalista

Nesse texto, farei um post mais crítico do que de costume. Não costumo fazer isso, mas o assunto tem me incomodado um pouco. O tema em questão é a imprensa e como ela faz a cobertura de acontecimentos trágicos, como a tragédia na escola do Rio de Janeiro. Sei e acho primordial o trabalho dela para a sociedade, levando informações relevantes sobre os assuntos, apurando fatos e denúncias, sempre em busca de prestar o melhor serviço possível à população.

Bom, até aí tudo bem. Mas em específico no caso do Rio de Janeiro, boa parte dela – não estou generalizando – fez um sensacionalismo, que, no meu modo de ver, desrespeitou aquelas famílias que estão passando por um momento de dor inenarrável e devemos ter um pouco mais de bom senso ao tratar do assunto. Sendo mais claro, vi em diversas reportagens imagens da cena do crime, com sangue e tudo mais, que eram repetidas exaustivamente pelos programas, além de reportagens registrando o desespero das mães e familiares em busca de informações sobre os filhos ou parentes, que novamente eram repetidas com frequência  para saber se tinha acontecido algo com eles.

Para mim, a partir desse momento, já começa o sensacionalismo, pois ficar mostrando essas cenas não ajuda em nada, deixam as pessoas mais tristes, irritadas e denigrem cada vez mais a imagem do nosso país lá fora e, principalmente aqui. Claro que os fatos devem ser registrados e nem quero dizer que a imprensa deva ser omissa, longe disso, mas é desnecessário fazer isso. Deve-se apurar as situações e não repetir exaustivamente imagens ou depoimentos em busca de audiência.

Mantendo-se na mesma linha, mas mudando o fato da análise, penso que a nossa imprensa poderia valorizar mais o Brasil porque cada acontecimento ruim que ocorre, é feito um “carnaval” pela maioria dos veículos e parece que o país está um lixo. Não sou hipócrita de dizer que o Brasil tem muitos problemas e necessita melhorar muito, mas ainda sim é um lugar bom pra se viver, com lugares lindos para se visitar e passear, paisagens bonitas, comidas sensacionais, somos o povo mais hospitaleiro do mundo, uma alegria que poucos povos têm, entre outras centenas de aspectos.

Tenho a consciência que a política nos leva a ser um pouco pessimista com relação ao futuro do país e grande parte da imprensa também ficam com o pé atrás com os políticos, porém discordo do modo abordado em algumas reportagens sobre o Brasil. Se pararmos para pensar, mais de 70% do que se passa na TV é tragédia, mas eu sei porque isso ocorre. Enquanto as pessoas derem importância para esse tipo de notícias e o modo sensacionalista que alguns programas tratam determinados temas, essas situações continuarão ocorrendo.

Portanto, não estou falando que a imprensa não é importante, muito pelo contrário, ela exerce um papel na vida das pessoas importantíssimo, contudo discordo do modo como tratam assuntos delicados e que envolvem tragédias, pois nossa imagem lá fora, não é das melhores em alguns países. Por isso, penso que a mídia tem a possibilidade de mudar esse pensamento. Bom, era isso que gostaria de compartilhar com vocês e espero que tenham entendido meu ponto de vista, caso contrário, estarei aqui para esclarecer!

domingo, 3 de abril de 2011

Como medir o ROI nas mídias sociais?

Como temos visto, muitas organizações têm criado perfis nas mais diferentes mídias sociais. O investimento nessa área também vem crescendo. Em 2010, foram injetados em redes sociais 3,4 bilhões de dólares, o que mostra que essa ferramenta vem ganhando um tremendo poder na forma de comunicação entre empresas e consumidores.

Contudo, os profissionais que trabalham com mídias sociais sofrem bastante para justificar todo esse dinheiro. Porque ainda não há, pelo menos eu ainda não vi, uma forma exata de medir o ROI ou o retorno sobre o investimento dessas ferramentas e como os donos das empresas, gerentes etc precisam prestar contas para acionistas e saber o quanto está tendo de retorno, nada mais comum de quererem saber se o investimento realmente valeu à pena.

Só que nesse ambiente virtual a forma de avaliar o ROI é diferente de como é realizados nas mídias tradicionais. Ele é medido, por exemplo, pela quantidade de tweets feitos pelos usuários com relação e empresa, se eles a recomendam, entre outros aspectos. É necessário avaliar de forma qualitativa a atuação do perfil da organização na Internet, ou seja, analisar se o que falam sobre a empresa é positivo ou negativo, pois as pessoas ao fazer um comentário expressam sua aprovação ou não de um produto ou alguma informação que pode ser relevante para a marca e os profissionais que gerem o perfil da empresa na Internet devem prestar a atenção nesses aspectos.

Nas mídias sociais quatro motivações chaves direcionam o uso dela pelos clientes, os chamados 4 Cs: conexões, criação, consumo e controle. Para explicar as motivações vou utilizar um exemplo: quando uma pessoa vai até o Twitter reclamar ou elogiar uma marca, na maioria das vezes, ela é uma “consumidora” da mesma. Ao fazer um comentário, ela termina “criando” um fato ou situação, compartilhando esse fato com seus seguidores, ou seja, suas “conexões”, e realiza esse comentário sem ser censurado por ninguém (“controle”).

Mas não se pode somente, analisar esses comentários é necessário interagir com seus seguidores e fãs. Nas mídias sociais o que prevalece é o relacionamento e quanto mais uma marca se relaciona e atende bem seu público, mais fiel ele fica a ela. Claro que esse trabalho é a médio a longo prazo e deve ser realizado por um profissional que entenda da área.

Portanto, é complicado medir o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, pois ainda não se descobriu um método preciso, porém o que predomina nesse meio é o relacionamento entre as pessoas. E ao interagir, atender bem os seguidores, produzir conteúdo de qualidade, responder as críticas e receber sugestões, a marca fideliza ainda mais esses consumidores e ainda tem grandes chances de conseguir novos consumidores e alavancar o crescimento da empresa. Agora, a tarefa complicada é fazer a alta administração das organizações entender isso.

terça-feira, 29 de março de 2011

Não fale mal da sua empresa nas mídias sociais

Diante desse interessante mundo da Internet, passamos boa parte do nosso tempo lendo notícias, assistindo vídeos e, principalmente nos dias de hoje, utilizando o Twitter, Facebook, Orkut, entre outros.

Grande parte das pessoas utilizam a Internet do local em que trabalham. É muito comum lidarmos com situações ruins no ambiente de trabalho, como colegas que não fazem o seu serviço e termina atrapalhando o seu, fornecedores que atrasam o produto ou quando seu chefe resolve pegar no seu pé sem nenhum motivo específico, por exemplo.

Há um tempo atrás, havia o costume de se reclamar desses fatos com os colegas, esposa ou marido, namorada (o) ou familiares.  Isso ainda ocorre, porém parte dos indivíduos que possuem perfis nas mídias sociais costumam reclamar publicamente na rede sobre seu chefe ou do trabalho.  Não é condenável fazer isso, mas não pega bem, pois se você tiver algum colega em algumas dessas mídias sociais que reclamou, existe a possibilidade de “sem motivos” aparente ou birra com sua pessoa a reclamação chegue ao ouvido do seu chefe ou algum superior a você. Há uma hipótese pior também do seu próprio chefe ver seu comentário e aí sim ele terá motivos para pegar no seu pé.

Outra coisa que pode acontecer é se, por ventura, estiver procurando uma vaga de emprego ou diante de um processo seletivo e a empresa a qual está se candidatando a vaga fizer uma busca pela rede social com o seu nome ou visualizar seu perfil e constar informações, comentários contra a sua atual empresa, existe uma grande chance de você ser desclassificado. Quem quer do seu lado, alguém que fale mal de você? Ninguém! (Na minha opinião) Então, a organização é que não vai quer, não é mesmo.

O que estou dizendo nesse post, não é para você deixar de ter opinião própria, sabemos que nem todas as empresas são perfeitas, mas certas coisas, tanto profissionais quanto pessoais, devem ser guardadas para nós mesmos ou confidenciadas em um ambiente informal e não na Internet onde qualquer um pode salvar o que você postou ou compartilhar com as pessoas, podendo te prejudicar. Sim, existe uma reputação virtual nas mídias sociais e se você se preocupa com isso, então preserve-a, caso contrário, a vida segue né?

Você pode continuar falando mal do seu trabalho, se quiser, mas com seus colegas na hora do almoço ou na hora do cafezinho e tudo mais para não ter maiores problemas. Vimos o exemplo daquela estudante de direito, que quando a Dilma foi eleita, queria afogar os nordestinos e postou isso no Twitter. Resultado: foi processada, perdeu o emprego e perseguida nas mídias sociais. Então, um certo cuidado nesse aspecto nunca é demais.

terça-feira, 22 de março de 2011

Existe privacidade nas mídias sociais?

Aqui estava eu pensando sobre o que escrever para o blog, enquanto acessava meu Facebook e ao ver os comentários e atualizações de status das pessoas, resolvi escrever esse post. Quando falamos quaisquer coisas nas mais diversas mídias sociais, pode ser que ninguém comente nada, mas a maioria lê. Às vezes aquilo que dizemos passa batido, porém pode ser que cause alguma reação, comentários, falatórios e as mais que conhecidas fofocas.

Sim, meus caros, existem esses tipos de situação em Facebook, Twitter etc, o que apelidei de fofocas virtuais ou situações criadas pelo virtual. Uma informação postada por um usuário pode perfeitamente gerar uma má interpretação por quem lê e existe a possibilidade de gerar algum tipo de comentário, ora maldoso, ora equivocado e que pode resultar em fofocas, rumores ou boatos. Quem nunca viu alguma discussão, brigas entre namorados ou alguém que foi tirar satisfação com uma pessoa por causa de algo escrito nas redes sociais sobre a sua pessoa? Bom, comigo já aconteceu isso e também já fui testemunha dessas situações. Já escutei coisas com tipo: “eu vou quebrar a cara daquela infeliz, você viu o que ela escreveu no Facebook?”. Ou: “postei que sai com a galera do trampo na sexta, no Twitter, não avisei minha namorada e brigamos feio”. Bom, estas situações são só alguns exemplos do que podem ocorrer nas mídias sociais.

Eu, particularmente, já passei por situações do tipo e estou procurando me policiar por enquanto – ficando claro que não deixei de usar, sou um usuário ativo das mídias sociais. Não acho nada de errado, quem compartilha tudo da sua vida na rede, mas caso alguma frase ou pensamento seja mal interpretado ou uma frase mal construída, existe a possibilidade de quem escreveu ter algum problema ou ocorrer comentários indesejados sobre o caso, pois quando algo está na Internet não há como negar porque se pode dar um “print screen” e salvar, imprimir a página e até “conseguir testemunhas”. Na vida real, se você fez uma coisa e ninguém viu, não há como provar ou torna-se mais difícil fazer isso. Já na Internet, é diferente e pode-se alcançar proporções inimagináveis.  Não é só nesse aspecto de fofoca que estou falando, por exemplo, se você foi a uma festa bacana e tirou várias fotos com caretas, copo de bebidas na mão, fazendo bagunça e por ventura possui colegas de trabalho ou até mesmo seu chefe no seu perfil de rede social, isso pode não pegar bem e ocasionar comentários pelas suas costas ou cara a cara mesmo, engraçados ou não, ou simplesmente não ocorrerá nada. Contudo, é um risco que o usuário deve ter consciência que tem.

Cada um utiliza seus perfis nas mídias sociais da maneira que deseja e o legal dela é essa interatividade e sua velocidade na chegada de informações. Não estou criticando ninguém por conta desse post a parar de falar sobre suas coisas do dia-dia ou algo assim, apenas relatei situações que observo por aí com relação à privacidade na Internet. Para mim, ela não existe muito, pois tudo o que se diz, pode ser armazenado, salvo etc e fica meio complicado lidar com certas situações. Mas aí deixo a pergunta para vocês: Existe privacidade nas mídias sociais?

domingo, 13 de março de 2011

Qual é o valor da sua imagem?

Junto do carnaval, o assunto mais comentado das últimas duas semanas foi à propaganda da cerveja Devassa que tinha como protagonista uma pessoa que ninguém imaginaria: a cantora Sandy.

A propaganda e a notícia que a apontava como a protagonista pegou todo mundo de surpresa e rapidamente ganhou o Trending Topics no Twitter, diversos comentários no Facebook e em outras mídias sociais. Não é para menos, pois ela, na minha opinião, não tem nada a ver com a cerveja e muito menos com a palavra devassa. Digo isso, porque a Sandy ao longo de sua carreira construiu isso, uma mulher reservada, sensata e “certinha” em que muita gente respeitava e tudo mais, não que ela perderá o respeito, mas sua imagem pode ter ficado abalada.

Agora falando do ponto de vista da comunicação. Se os donos da cerveja quiseram chamar a atenção e ter o nome da Devassa sendo comentado nas mídias sociais e na grande imprensa, isso eles conseguiram com êxito. Porém, é preciso analisar e verificar se as menções referentes à marca foram positivas ou negativas porque se por ventura, ocorreu à segunda opção, o espaço da cerveja no mercado de bebidas, foi altamente comprometido.

No caso da Sandy, a vida é dela e ela faz o que bem entender e recebeu mais de 700 mil reais para fazer a campanha, valor muito maior do que ganhou a Paris Hilton para fazer a campanha passada. Contudo, ela tem uma imagem a zelar e um público fiel e que pode ter ficado espantado e desapontado com ela, que quer queira quer não, para alguns fans, ela serve como exemplo e tudo mais e ao vincular sua imagem com bebida e ainda mais com um lado devassa não soou bem. Apesar de tudo isso, ela ganhou uma bolada grande e provavelmente não está nem aí para o que falaram, mas é um assunto que mereceu um destaque.

Vejam abaixo o vídeo da campanha:



Ah, lembrei agora, ela em uma entrevista disse que não gostava de cerveja. Contraditório não?

terça-feira, 1 de março de 2011

Exemplos de como marcas valorizam e fidelizam seus clientes

Vi nesses últimos dias alguns vídeos de algumas marcas conhecidas no senso comum e destaco dois bem interessantes que exemplificam, na minha opinião, como fidelizar e valorizar os consumidores. O primeiro é da cerveja Heineken e chama “One Million Heineken Hugs”, que agradece ao público pelo um milhão de “curtir” na página oficial da empresa no Facebook com um milhão de abraços. Para isso, mulheres com a camisa que representa o curtir do Facebook e a imagem da cerveja vão até diversos bares e abraçam todos que estão tomando a cerveja como forma de agradecimento. Para muitos pode parecer besteira, porém creio que é uma maneira perfeita de sentir o que seu público pensa da marca e, principalmente fidelizá-los ainda mais.




O segundo vídeo é a da Brastemp, que apesar de ter passado por uma saia justa no último mês quando um rapaz fez um vídeo dizendo que a empresa não valoriza seus consumidores, traz uma ação bem diferente, no qual no trânsito caótico da cidade de São Paulo uma mensagem vinda do rádio sugere as pessoas que sorriam para aquelas que estejam ao seu lado, a fim de descarregar todo aquele stress do dia-dia paulista. É um gesto singelo, mas que mostra preocupação não só com os consumidores, mas também com o público em geral. Bom, vejam os vídeos e tirem suas próprias conclusões.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

WikiLeaks: Portal de fofocas ou de prestação de serviço?

Acredito que a grande maioria já tem conhecimento do que vem a ser o WikiLeaks. Porém para quem não sabe, de acordo com o Wikipédia, ele é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia e fundada em dezembro de 2006. O site publica posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas por parte de governos ou empresas. Segundo o portal, o informante que disponibiliza as informações não tem a identidade revelada e não é possível rastrear o usuário.

Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.

Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual  a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.

Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?

Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais. 

E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Meu chefe me adicionou e agora?

Nas mídias sociais temos muita liberdade em postar e falar o que pensamos ou compartilhar fotos de festas, baladas e afins. Na maioria dos casos, por questões profissionais e óbvias, no trabalho as pessoas são de um jeito e na vida pessoal de outro. Podemos até ter uma personalidade parecida, como ficar fazendo piadas tanto no trabalho quanto na vida, contudo com menor incidência pelo lado profissional.

Bom, todo mundo sabe que as redes sociais nos permitem certa liberdade, porém, contudo, todavia e quando nossos chefes nos adicionam em seus perfis, como Twitter, Facebook, Orkut etc? Aí complica né? Porque aqueles comentários que você costumava fazer sobre o trabalho, do seu próprio chefe, ou a vontade de mandar tudo pelos ares, é recomendado que guarde essas opiniões consigo ou compartilhe em um ambiente que não envolva especificamente a Internet.

Claro que existem chefes bem mais tranquilos e não se importam tanto com o que seus funcionários postam na rede, desde que também não passem dos limites. Só que quer queira quer não, aquela liberdade de se expressar nas mídias sociais, como comentários sobre aquela festa sensacional que você foi no final de semana ou colocar uma foto sua com um copo de cerveja na mão e meio para lá de Bagdá, fica complicado fazer isso, pois não sabemos qual a reação que ele terá se ver isso e outra, surge certo receio de nossa parte. Acredito que esse fato fica no mesmo patamar que se, por ventura, tivermos nossos pais como amigos no Facebook, por exemplo, e falarmos “Cheguei bem louco ontem da balada, inesquecível”. É, acho que não iria pegar bem.

De fato a questão não é tão simples, mas deve-se prestar atenção no que se diz ou que se compartilha na rede, principalmente quando seu chefe está nela ou você pode simplesmente rejeitar o seu pedido e dar uma de João sem braço.

domingo, 16 de janeiro de 2011

É só dar unfollow

Como todos sabem na semana passada começou a 11ª edição do Big Brother Brasil (BBB). Parece inacreditável, mas o programa está durando e é um feito, pois diante da grande concorrência entre as emissoras e com a diversidade de programas existentes na televisão, é complicado ficar no ar durante muito tempo e com audiência, o que é mais complicado.

Observei que nas mídias sociais muita gente está falando do BBB, uma parte é viciada, outra odeia e alguns acham indiferente. Penso que no Twitter, é o local em que a maioria fala deste tema. Mas aqueles que não são simpatizantes do programa ficam falando coisas do tipo “Não vou mais entrar aqui enquanto estiver o pessoal ficar falando do BBB no ar” ou “Pra mim, povo que vê BBB é sem cultura, num agrega nada” ou ainda “Juro que quem falar do BBB de novo, vou dar unfollow”.

Eu, por exemplo, fiz faculdade de comunicação, trabalho na área e com um assunto que necessita de muito entendimento e estudo que é política, escrevo para um blog, faço parte de um grupo de estudos de redes sociais, leio livros de diferentes temáticas etc e assisto Big Brother. Não me sinto um sem cultura por assistir o programa, acredito que ele é interessante no sentido de avaliar certos comportamentos das pessoas dentro da casa. Às vezes, olho para algumas atitudes de certas pessoas lá dentro que se assemelham com amigos, colegas ou parentes meus. Além do mais, na televisão ou rádio, grande parte das notícias falam sobre desgraças, como acidentes, assassinatos, seqüestros, entre outras coisas ruins. Pelo menos no BBB, de vez em quando, dou risada e vejo os participantes falarem besteiras etc. Pode ser até bobagem o que estou falando, mas até que tenham um bom argumento para me convencer do contrário, mantenho minha posição.

E aqueles que falam mal e não gostam que não fale desse assunto nas mídias sociais, tranqüilo, cada um tem sua opinião, mas num fica falando que vai excluir tal pessoa, faz logo. No Orkut e Facebook tem a opção de remover e deletar amigo, é simples. E no Twitter, é mais tranqüilo ainda, é só dar unfollow.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Por que algumas empresas bloqueiam o uso das redes sociais?

Nesse final de semana escutei alguns amigos comentar que nas empresas onde trabalham não é permitido acessar as redes sociais, mas somente o email porque precisam se comunicar internamente ou com clientes, fornecedores etc. Ouvi até que acessar alguns portais não é permitido e tudo mais.

Sinceramente, na minha opinião, isso significa restringir o acesso às informações aos colaboradores, pois atualmente o Twitter, Facebook, blogs etc são fontes de informação, pautam a imprensa e possibilitam que os internautas compartilhem informações e sejam melhor informados sobre os assuntos de seu interesse. Se bem que se pensarmos há uns 5 anos atrás ou até menos, falar de acessar mídias sociais no trabalho era motivo de piada. Ouvia-se que as pessoas queriam acessar o seu Orkut, por exemplo, era para matar tempo no serviço, causava distração e tudo mais. Em partes, esse pensamento tinha um fundamento, contudo as coisas evoluíram para um momento em que esta ferramenta virou fonte e acesso à informações e restringir isso é prejudicial.

Pensando que as pessoas ficam cerca de 9 a 10 horas no trabalho e fora o tempo em que estão no trânsito, em seus carros ou no transporte público, chegando cansados em casa, a chance de o indivíduo ler o jornal impresso ou revista, se é que o compra, é pequena. O que pode ocorrer é assistirem o telejornal, mas ele é um resumo das notícias do dia e não fornece tantos detalhes quanto os jornais, portais de notícias etc, então acessar as redes sociais, blogs e outros sites seria uma forma do indivíduo se informar melhor.

Algumas organizações estão sendo mais flexíveis e permitindo o acesso às mídias sociais. Claro que o próprio funcionário deve utilizar do bom senso e também não abusar da liberdade que a empresa em que trabalha permite na Internet, acesso a sites pornográficos e tudo mais, devem ser restringidos bem como conteúdos considerados impróprios. Mas e aí, o lugar onde você trabalha permite o acesso às redes sociais e a maioria dos sites?

sábado, 8 de janeiro de 2011

Por que as pessoas falam das suas vidas nas mídias sociais?

Esse é o primeiro post de 2011, então, primeiramente, Feliz Ano Novo para todos e que tenhamos saúde, paz e que seja um ano de muitas realizações e muito obrigado pelas visitas do ano passado. Continuem lendo, opinando, elogiando, criticando e tudo mais.

Bom, vamos ao que interessa. Estava esses dias em meu facebook e uma amiga, a qual não me recordo, postou uma frase que não me recordo na íntegra, mas falava mais ou menos assim: “Por que têm pessoas que colocam aqui coisas do tipo, estou indo almoçar em tal lugar, vou para aquele lugar, estou fazendo isso ou aquilo?” Isso me intrigou, tanto que resolvi fazer um post sobre isso.

Eis a minha simples opinião com relação ao assunto. As mídias sociais, no geral, servem para termos acesso à informações em tempo real – em alguns casos até são dados furos de reportagem pelo Twitter, por exemplo, pautando a grande mídia –; permite alta interatividade entre os usuário, nos possibilita falar com amigos, parentes ou conhecidos que moram distante de nós  ou que não conseguimos falar rotineiramente; compartilhar informações, músicas, vídeos, fotos, entre infinitas coisas; estabelecer contatos profissionais; ganhar fama; ser uma celebridade instantânea; conhecer novas tecnologias, além de poder saber da vida das pessoas, sejam elas famosas ou não; estabelecer uma rede de estudos, entre infinitas e benéficas coisas.

Quando um usuário coloca uma determinada frase dizendo que vai para um lugar, existe a possibilidade de ele estar colocando puramente por colocar, para que outros comentem ou uma determinada pessoa em que esteja interessada fale algo. Quantas vezes nos deparamos com amigos ou conhecidos que compartilham coisas que a princípio não fazem o maior sentido para nós, mas que faz para os outros amigos deles ou para alguém em específico.  Alguns publicam fotos para que os outros comentem, compartilham notícias com intuito de passar adiante alguma informação ou fato e assim por diante.

Certo ou não, o bacana das mídias sociais é isso, a possibilidade de compartilhar, de podermos expressar opiniões e tudo mais. Claro, que se deve ser responsável pelo que se diz, não desrespeitando ninguém, não sendo vulgar, necessita-se usar sempre o bom senso.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mais um ano que se vai

Pensei bastante em qual tema escreveria para fechar o ano. Não saiu nenhuma idéia original, por isso vou falar sobre uma retrospectiva do ano pra mim, abordando mais aspectos pessoais no âmbito das mídias sociais.

Comecei a curtir mídias sociais no ano passado, quando fui a um seminário de comunicação e escutei uma palestra da então desconhecida para mim, Beth Saad, Diretora de estratégias digitais da Digital Happenings, e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. Ela falou sobre esse mundo das redes sociais, Facebook, Orkut, Twitter e de como estes meios de comunicação permitem um interação maior com as pessoas etc.

A partir daí, fiz meu perfil no Twitter – já tinha Orkut – e comecei a ler e me interessar pela área. Aí as coisas foram acontecendo e passei a cuidar do perfil do Orkut da empresa em que trabalho. Em 2010, coloquei na minha cabeça que iria fazer um curso sobre isso. Pois bem, fiz dois cursos que me agregaram demais, fiz contatos, comecei a ler sobre o assunto e consegui também implantar a área de mídias sociais no meu trabalho. Um baita avanço vamos combinar!

Assim, as situações foram ocorrendo e hoje integro um grupo de estudos de redes sociais, que é composto pelo pessoal que fez o curso na ESPM e com outras pessoas que se interessam pelo assunto.  Também consegui uns Jobs de mídias sociais o que me motivou ainda mais a querer trabalhar com isso. Na real, acredito que por um bom tempo vou ganhar dinheiro como analista de mídias sociais ou algo relacionado porque gosto muito desta área e acredito que ela é muito promissora. Vi também na Internet muitos jovens se manifestando e opinando sobre política - na época da eleição com maior freqüência – ainda mais porque hoje o acesso às informações está mais fácil possibilitando um debate maior nas mais diversas temáticas.

Bom, acho que resumidamente é isso que ocorreu no ano na minha vida, com relação ao meu interesse com mídias sociais e tomará que seja melhor no ano que vem.

Boas festas para todos!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Realidade Aumentada para compra de móveis

Nesse post, num vou produzir muito conteúdo, mas vou colocar um vídeo sobre realidade aumentada, que é um assunto que estou curtindo muito nos últimos tempos. O vídeo é da TOK&STOK, em que possibilita ao consumidor uma nova maneira de comprar móveis. Você pode visualizar como os móveis que está interessado antes mesmo de comprá-los. No vídeo, cada móvél possui um determinado código. Caso se interesse pelo produto, você coloca em um "blueprint", uma espécie de tablet, que ao final das as escolhas dos móveis, a pessoa coloca em frente a uma webcam, que reconhece cada código separadamente, transformando em imagens tridimensonsonais correspondente a cada móvel.

Bom é ver para crer! Segue o video ae! Ah, a narração está em inglês, sabe-se lá o por que.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Devemos ter cuidado com o que escrevemos na Internet?

Muitas pessoas possuem perfis no Twitter, Facebook Orkut, Linkedin, entre outras contas nas mídias sociais. Cada um pode falar o que quer, faz piadas, fala mal de alguma pessoa, da festa sensacional que foi no dia anterior, da menina(o) que conheceu, postam fotos, entre outras situações.

Sim, as redes sociais nos permitem fazer isso, o que é o mais sensacional para mim, é essa possibilidade de interação e atingir incontáveis números de pessoas. Tá, bacana, mas e quando você tem colegas ou até mesmo seu chefe em seu perfil?

Bom, na minha modesta opinião, devemos ser mais precavidos no que dizemos, nas fotos que postamos e nas atitudes nas mídias sociais porque quer queira quer não, se não for todo mundo, grande parte dos usuários fuçam o perfil dos amigos, namorados (as) e dos colegas do trabalho. Imagina se você fala na rede que sua empresa é ruim, não paga em dia, que seu chefe é chato etc. Pode até ser verdade, só que atualmente muitas organizações estão presentes na rede e caso você participe de uma entrevista, muitas delas estão perguntando se o candidato possui algum perfil e depois o acessam para verificar o comportamento dos candidatos. Caso vejam alguma mensagem negativa com relação a empresa em que trabalha, isso pode pegar mal e talvez o mesmo não seja aprovado por este motivo. E se seu chefe ver algum comentário seu sobre ele ou o trabalho? “Talvez não soará bem né?

Então, como se sabe, as mídias sociais nos possibilitam uma interação enorme com os mais diversos públicos, acesso a informações em tempo real, seguir personalidades etc. Porém, acredito que se deve ter cuidado com o que diz, pois quando você posta algo, de imediato, cai na rede, aí já era, ficará guardado e as pessoas podem copiar a mensagem e replicá-las e você poderá ter problemas. Mas como diz o outro: cada um faz o que quer da vida também não é? Mas você deve estar ciente e assumir os seus atos. Por isso, todo cuidado é pouco.