O anúncio é antigo, mas para os mais desavisados, o serviço Windows Live Messenger encerrará suas atividades no dia 15 de março desse ano. O anúncio foi feito pela Microsoft no início desse mês de janeiro. A partir dessa data, todas as contas serão migradas para o Skype, adquirida pela mesma organização no ano passado.
Estima-se que o MSN tenha pouco mais de 100 milhões de usuários, apesar disso, ninguém irá perder seus contatos do Messenger, pois sua conta será migrada automaticamente para o Skype ao digitar seu usuário e senha, após baixar a versão 6.0 do programa. Caso o usuário queira, pode unificar as duas contas (do SKype e do MSN) em uma única lista quando atualizar o sistema.
A decisão por parte da alta administração se deve ao alto investimento que fizeram na aquisição e investimento do Skype e não havia razão para manter no mercado dois programas parecidos para concorrer um com o outro, além disso, as redes sociais ficaram com grande parte desse mercado. Além do mais, o MSN vem perdendo muitos usuários ao longo dos anos e comparado com o Skype, ele fica muito atrás, 100 contra 280 milhões do Skype.
Mesmo entendendo os motivos da Microsoft, fiquei triste com a decisão, foi a partir do Messenger que comecei a gostar desse mundo da Internet, além do mais era uma mão na roda para todo mundo, no início, para falar com amigos, namoradas (os), colegas, paqueras. Antes, quando se conhecia alguém, se pedia ou o telefone ou MSN, quem nunca? Porém, com a popularização do celular, dos planos de Internet dispositivos móveis, Whatsapp, Facebook e Twitter, o MSN perdeu muito espaço, mas foi bom enquanto durou.
Adeus MSN!!
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/1212217-microsoft-encerrara-o-msn-no-dia-15-de-marco-tire-suas-duvidas.shtml
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Muito Obrigado
Em 2010 não conhecia muito esse mundo das redes sociais, tinha Orkut e só, mas não entendia muito sobre a essência do assunto, do seu alcance e tudo mais. Mas aí, quando ainda trabalhava no meu emprego antigo, uma colega de trabalho chegou e disse para todos que tinha um Seminário de Comunicação gratuito e vários temas interessantes. Falei com meu chefe, ele me deixou ir, fiz a inscrição e fui.
Entre os diversos temas discutidos naquele seminário, assisti a uma palestra que me chamou muito a atenção, da professora Beth Saad, que na época dava aula de mídias sociais na USP (acredito que ainda esteja lá) e ela abordou sobre o que era, como as redes sociais e as informações compartilhadas nelas são espontâneas, a interação em tempo real com pessoas que estão a milhares de quilômetros daqui etc. Isso me chamou muito a atenção e fui pesquisar sobre o assunto na internet e gostei do que li e achei um curso na ESPM.
Pois bem, me inscrevi no curso e achei sensacional, superou todas minhas expectativas e acrescentou muito na minha formação acadêmica e no meu curso (sou RP de formação). Depois que realizei esse curso, exatamente no dia 22 de junho de 2010 criei esse blog aqui, o BrunnoFacts e o primeiro post foi “A Inovação Digital”. De início resolvi que não ia me importar com as visualizações, já que o blog foi criado para cunho pessoal e não comercial, tanto que tive pouquíssimas visitas no primeiro ano, depois que fui me interando mais sobre o assunto, consegui escrever textos mais elaborados e interessantes, o que atraiu mais usuários para o blog.
E para minha surpresa, após mais de 2 anos de blog, hoje ele atingiu a marca de 10 mil visitas, o que para muitos pode ser um número irrisório, para mim significa muito, já que não o criei para ganhar dinheiro e sim mostrar meus pontos de vistas sobre as redes sociais, fazer análises, trazer dicas, tecnologia etc. Fiquei muito feliz com esse dado, pois não é fácil manter um blog, principalmente porque procuro sempre escrever coisas que venham da minha cabeça, dos meus pensamentos, utilizando outras matérias ou autores para justificar ou ajudar na construção da ideia, mas a essência do pensamento sempre vem de minha autoria. Além disso, a falta de tempo pra atualizar também é um problema, mas procuro sempre fazer pelo menos 2 posts por mês.
Enfim, fiz esse texto hoje para contar para vocês que sempre vistam ou já visitaram o BrunnoFacts e para agradecer à todos que param ou se dispõe a gastar uma parte do seu dia para ler o que escrevo, podem ter certeza que isso me motiva ainda mais a manter o blog e espero que ele continue por muitos e muitos anos. Mais uma vez obrigado e quem quiser visitar também, não fique tímido dá uma passada por aqui e lembre-se: “Você é aquilo que você compartilha”.
Ah, aqui estão os top 5 do meu blog:
Como responder as reclamações da sua empresa nas redes sociais
Facebook inova com o recurso “Linha do Tempo”
Tudo o que você disser pode ser usado contra você
Quem assiste Big Brother é sem cultura?
A mídia sensacionalista
Entre os diversos temas discutidos naquele seminário, assisti a uma palestra que me chamou muito a atenção, da professora Beth Saad, que na época dava aula de mídias sociais na USP (acredito que ainda esteja lá) e ela abordou sobre o que era, como as redes sociais e as informações compartilhadas nelas são espontâneas, a interação em tempo real com pessoas que estão a milhares de quilômetros daqui etc. Isso me chamou muito a atenção e fui pesquisar sobre o assunto na internet e gostei do que li e achei um curso na ESPM.
Pois bem, me inscrevi no curso e achei sensacional, superou todas minhas expectativas e acrescentou muito na minha formação acadêmica e no meu curso (sou RP de formação). Depois que realizei esse curso, exatamente no dia 22 de junho de 2010 criei esse blog aqui, o BrunnoFacts e o primeiro post foi “A Inovação Digital”. De início resolvi que não ia me importar com as visualizações, já que o blog foi criado para cunho pessoal e não comercial, tanto que tive pouquíssimas visitas no primeiro ano, depois que fui me interando mais sobre o assunto, consegui escrever textos mais elaborados e interessantes, o que atraiu mais usuários para o blog.
E para minha surpresa, após mais de 2 anos de blog, hoje ele atingiu a marca de 10 mil visitas, o que para muitos pode ser um número irrisório, para mim significa muito, já que não o criei para ganhar dinheiro e sim mostrar meus pontos de vistas sobre as redes sociais, fazer análises, trazer dicas, tecnologia etc. Fiquei muito feliz com esse dado, pois não é fácil manter um blog, principalmente porque procuro sempre escrever coisas que venham da minha cabeça, dos meus pensamentos, utilizando outras matérias ou autores para justificar ou ajudar na construção da ideia, mas a essência do pensamento sempre vem de minha autoria. Além disso, a falta de tempo pra atualizar também é um problema, mas procuro sempre fazer pelo menos 2 posts por mês.
Enfim, fiz esse texto hoje para contar para vocês que sempre vistam ou já visitaram o BrunnoFacts e para agradecer à todos que param ou se dispõe a gastar uma parte do seu dia para ler o que escrevo, podem ter certeza que isso me motiva ainda mais a manter o blog e espero que ele continue por muitos e muitos anos. Mais uma vez obrigado e quem quiser visitar também, não fique tímido dá uma passada por aqui e lembre-se: “Você é aquilo que você compartilha”.
Ah, aqui estão os top 5 do meu blog:
Como responder as reclamações da sua empresa nas redes sociais
Facebook inova com o recurso “Linha do Tempo”
Tudo o que você disser pode ser usado contra você
Quem assiste Big Brother é sem cultura?
A mídia sensacionalista
terça-feira, 12 de junho de 2012
Os “agourentos” das redes sociais
Nesse post, após mais de 15 dias ausente por aqui, resolvi escrever sobre um assunto bem comportamental mesmo: sobre os “agourentos” que nos rodeiam no Facebook, Twitter etc. Para a maioria que deve ter achado esse nome estranho, eis a justificativa: são pessoas que comentam sempre coisas negativas ou tentam cortar seu barato ou sua alegria em alguma postagem sua, em quaisquer que seja a rede social que você esteja conectado.
Um exemplo que vi esses dias foi em uma postagem de uma amiga minha no Facebbok. Ela foi para o exterior e tirou uma foto da carteira de motorista que lhe dava permissão de dirigir no país no qual iria ficar. Aí, uma pessoa X comentou que dependendo do lugar que ela iria, essa carteira de motorista não iria servir pra ela, enquanto isso, o restante dos amigos dela acharam animal o fato que ela estava expondo no seu perfil. Mesmo se for verdade, fica na sua e não estraga a felicidade da pessoa, mesmo porque acredito que ela deve ter se informado bastante sobre o assunto, pois não iria fazer uma correria absurda para quebrar a cara depois, não é?
Eu já vi também, uma pessoa que postou uma foto de um produto que ela tinha comprado e estava muito empolgada, mas um “agourento” já veio dizendo que o objeto era ruim e tudo mais, tentando estragar o barato da pessoa. E o pior dessas pessoas é que na vida real elas também são assim e parece que emanam energias negativas, só pensam que as coisas não vão dar certo e tudo mais e se tem uma coisa que se pega fácil é energia vindo de outra pessoa. No meu convívio já me deparei com pessoas assim e procuro me manter afastado para não ser “zicado” por ela também.
Às vezes, não é que o indivíduo seja má pessoa, mas é seu jeito ou por experiências que tenha passado na vida que a levou ter essa postura, mas é uma coisa que me incomoda nas redes sociais esses tipos de comportamentos. Não que você não possa dar sua opinião na rede, mas com o tempo as pessoas vão observando qual o tipo e o teor de mensagens que você posta e os seus comentários nas redes sociais e podem se afastar de você ou algo assim, se você não se importa com isso, não há o que se preocupar, caso contrário reveja seus conceitos. Claro, se os comentários for no sentido de alertar a pessoa sobre algum problema ou possível falha, de boa, acho válida a manifestação.Um exemplo que vi esses dias foi em uma postagem de uma amiga minha no Facebbok. Ela foi para o exterior e tirou uma foto da carteira de motorista que lhe dava permissão de dirigir no país no qual iria ficar. Aí, uma pessoa X comentou que dependendo do lugar que ela iria, essa carteira de motorista não iria servir pra ela, enquanto isso, o restante dos amigos dela acharam animal o fato que ela estava expondo no seu perfil. Mesmo se for verdade, fica na sua e não estraga a felicidade da pessoa, mesmo porque acredito que ela deve ter se informado bastante sobre o assunto, pois não iria fazer uma correria absurda para quebrar a cara depois, não é?
Eu já vi também, uma pessoa que postou uma foto de um produto que ela tinha comprado e estava muito empolgada, mas um “agourento” já veio dizendo que o objeto era ruim e tudo mais, tentando estragar o barato da pessoa. E o pior dessas pessoas é que na vida real elas também são assim e parece que emanam energias negativas, só pensam que as coisas não vão dar certo e tudo mais e se tem uma coisa que se pega fácil é energia vindo de outra pessoa. No meu convívio já me deparei com pessoas assim e procuro me manter afastado para não ser “zicado” por ela também.
Obviamente, que essa é a minha opinião e posso até estar viajando no que estou dizendo, mas alguns amigos meus me disseram que isso também é uma coisa que fica meio chata nas redes sociais. E vocês, já passaram por esse tipo de situação?
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Zuckerberg anuncia novas funcionalidades para o Facebook
Na tarde desta quinta-feira, 22/9, a maior rede social no momento, o Facebook, anunciou diversas novidades. Elas foram anunciadas durante o F8, evento voltado para desenvolvedores e que ocorre anualmente nos EUA. Eu tentei fazer um resumo sobre o que li e vi na apresentação, espero que gostem.
As medidas foram anunciadas pelo fundador da rede social, Mark Zuckerberg, que deseja estabelecer uma maneira com que o perfil do usuário na rede conte a sua história da sua vida, como se fosse uma linha do tempo. Na “timeline” também haverá todas as atividades que o usuário realiza dentro do site. Com isso, o Facebook espera que os amigos de cada um tenham uma melhor ideia do seu perfil, além de melhorar o sistema de organização de dados.
O famoso botão “curtir” também sofreu mudanças, na verdade, foram adicionadas novas funcionalidades a ele. Agora a pessoa poderá publicar atualizações “ler um livro”, por exemplo.
Com as inovações na “timeline”, haverá a possibilidade de visualizar os locais em que as pessoas mais costumam visitar e também ver a história da vida de uma pessoa por meio de fotos. Existirá uma opção chamada “Cover Photo”, que é uma foto maior do que a imagem do perfil do usuário, onde ele poderá exemplificar sua personalidade. "É a história de sua vida e tem três pedaços. Seus aplicativos, suas histórias e um jeito de expressar quem você é. Queremos fazer do Timeline um lugar que você se orgulha de chamar de 'casa'. Queremos que você expresse quem você realmente é. Você pode colocar uma grande foto na parte superior da Timeline, além da foto de seu perfil." – falou Zuckerberg.
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| (Foto: Reprodução) |
Novos Aplicativos
Além dessas novidades, foram anunciados dois aplicativos “Open Graph”, viabilizando a atualização de status sem precisar entrar no Facebook. O primeiro aplicativo é o Spotify, no qual o usuário pode compartilhar, em tempo real, as músicas que ele está ouvindo com seus amigos. A outra parceria é com o serviço de filmes Netflix, que possibilita que os seus contatos saibam qual filme o usuário está assistindo também em tempo real. Segundo o Facebook, os recursos estarão disponíveis para todos os usuários dentro de algumas semanas
Agora, na minha humilde opinião, achei essas novidades bem interessantes e vamos ver se na prática funcionará tão bem quanto no discurso. Alguns amigos meus estavam reclamando bastante das atuais mudanças que o Facebook estava fazendo e vamos ver se com essas inovações os ânimos se acalmam. É esperar para ver e os que tiverem acesso a essas mudanças, compartilhem aqui no blog sua opinião.
Vejam a nova timeline do Facebook
Fonte: G1
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Você é totalmente responsável por aquilo que diz, tuita e compartilha
Quando fui no Youpix – evento de mídias sociais – na metade do 1º semestre desse ano, assisti a um debate que falava sobre como aquilo que dizemos na Internet pode impactar nossas vidas, para o bem ou para o mal.
Um dos exemplos usados foi daquela estudante de direito que publicou em seu twitter a infeliz frase: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”. O comentário foi postado na última eleição para presidente, após confirmada a vitória da presidente Dilma. Diante disso, lá no evento, o pessoal começou a discutir que as pessoas devem ter cuidado ao dizer algo, pois quando cai na Internet pode ser replicado para milhões de pessoas e dependendo do que for, pode te ajudar ou lhe prejudicar.
Um dos exemplos usados foi daquela estudante de direito que publicou em seu twitter a infeliz frase: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”. O comentário foi postado na última eleição para presidente, após confirmada a vitória da presidente Dilma. Diante disso, lá no evento, o pessoal começou a discutir que as pessoas devem ter cuidado ao dizer algo, pois quando cai na Internet pode ser replicado para milhões de pessoas e dependendo do que for, pode te ajudar ou lhe prejudicar.
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| Fonte: http://www.pontomarketing.com/wp-content/uploads/sns.jpg |
Por isso, eles fizeram uma espécie de mandamento das redes sociais. Eu anotei super rápido e algumas delas nem consegui copiar, bem como as pessoas que criaram as frases. Então já esclareço que não fui eu que criei, mas tomei conhecimento delas no Youpix. Algumas delas eu concordo, outras não, mas vale a discussão e fiquem à vontade para criticar, compartilhar etc.
Mas antes de qualquer coisa, é preciso ter bom senso na rede e ter consciência que nem tudo que você faz ou pensa deve ser compartilhado na Internet, mas aí vai de cada um. Bom, vejam abaixo as frases.
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que tuitas”
“Terás consciência de que o milagre da multiplicação dos followers não levará à tua canonização”
“Não imploras por seguidores. Jesus quando estava vivo só tinha 12 e não reclamava”
“Se teu timeline no Twitter é uma bomba, não reclames, a culpa é tua”
“Deus no céu e Google na terra”
“Não twittarás indiretas para o vosso chefe”
“Não cutucarás ninguém no Facebook! A não ser que tenhas segundas intenções”
“Não esquecerás que o Orkut foi quem lhe ensinou a conviver em redes sociais digitais”
“Não darás falso testemunho usando o mesmo IP”
“Pedir para se fazer um viral é a mesma coisa que se fazer um Best-seller”
Mas antes de qualquer coisa, é preciso ter bom senso na rede e ter consciência que nem tudo que você faz ou pensa deve ser compartilhado na Internet, mas aí vai de cada um. Bom, vejam abaixo as frases.
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que tuitas”
“Terás consciência de que o milagre da multiplicação dos followers não levará à tua canonização”
“Não imploras por seguidores. Jesus quando estava vivo só tinha 12 e não reclamava”
“Se teu timeline no Twitter é uma bomba, não reclames, a culpa é tua”
“Deus no céu e Google na terra”
“Não twittarás indiretas para o vosso chefe”
“Não cutucarás ninguém no Facebook! A não ser que tenhas segundas intenções”
“Não esquecerás que o Orkut foi quem lhe ensinou a conviver em redes sociais digitais”
“Não darás falso testemunho usando o mesmo IP”
“Pedir para se fazer um viral é a mesma coisa que se fazer um Best-seller”
“Não tuite se estiver bêbado”
domingo, 26 de junho de 2011
No Facebook, marcas devem criar Fan Pages e não perfil
Quantas vezes você já não recebeu uma solicitação de amizades no seu Facebook de empresas querendo adicioná-lo? Não sei vocês, mas eu já recebi muitas e rejeito todas. Por quê? Porque marcas não devem criar perfil para poder interagir com os usuários, fazer seu merchandising ou qualquer tipo de ação nesse nível, pois para isso a empresa de Mark Zuckerberg possibilitou que desenvolvêssemos as chamadas Fan Pages, em português, páginas de fãs.
| Fonte: http://www.masternewmedia.org/images/facebook_fan_page_how_create_id353768.jpg |
O que são Fan Pages?
A maioria deve saber, mas para quem não sabe, as Fan Pages do Facebook podem ser criadas por qualquer pessoa e serve para representar uma entidade, marca, pessoa pública etc. É muito útil para que você possa divulgar sua página para todo mundo, possibilitando que os usuários tomem conhecimento de informações e notícias sobre seus produtos e serviços, além disso, é permitido enviar e compartilhar fotos e vídeos para incrementar mais a Fan Page.
Sempre que o usuário curtir sua página, aparecerá no mural do mesmo todas as atualizações dessa página. Aliás, o número de pessoas que podem curtir a página é ilimitado, já em um perfil, ele é limitado. Caso deseje, pode compartilhar essas informações com todos os seus contatos do Facebook, o que pode gerar mais pessoas tráfego para a Fan Page da sua marca. Também é permitido incluir aplicativos, feed de notícias, vídeos do YouTube. Ah, e a forma de mensurar fica mais fácil, uma vez que o Facebook lhe fornece estatísticas básicas, número de pessoas que curtiram uma postagem e também pelos comentários dos usuários.
Para simplificar mais o assunto, pessoas têm perfil, pois nele compartilhamos informações da nossa vida, fotos com amigos, vídeos engraçados e por aí vai. Para empresas, ter um perfil não compensa, pois não permite publicidade e gera certo incomodo por adicionar pessoas que nem conhecemos por isso, a Fan Page é a melhor escolha porque curti quem quer e por livre e espontânea vontade.
Na sua página de fãs, você também pode criar uma espécie de abas, separando por conteúdo que você julgue necessário estar em um local mais destacado. Aliás, muitas empresas fizeram das Fan Pages, seus sites institucionais. A partir disso se tem uma noção de como essa ferramenta está forte no mercado e nas mídias sociais.
Então, se a sua marca quer entrar no Facebook, crie uma Fan Page, caso ela tenha um perfil, mude para a página de fãs. Na realidade não é só uma opinião minha, mas de muita gente que entende e trabalha com redes sociais (não que eu seja um guru nessa área, longe disso) tem o mesmo posicionamento e realmente soa a melhor opção fazer isso.
A maioria deve saber, mas para quem não sabe, as Fan Pages do Facebook podem ser criadas por qualquer pessoa e serve para representar uma entidade, marca, pessoa pública etc. É muito útil para que você possa divulgar sua página para todo mundo, possibilitando que os usuários tomem conhecimento de informações e notícias sobre seus produtos e serviços, além disso, é permitido enviar e compartilhar fotos e vídeos para incrementar mais a Fan Page.
Sempre que o usuário curtir sua página, aparecerá no mural do mesmo todas as atualizações dessa página. Aliás, o número de pessoas que podem curtir a página é ilimitado, já em um perfil, ele é limitado. Caso deseje, pode compartilhar essas informações com todos os seus contatos do Facebook, o que pode gerar mais pessoas tráfego para a Fan Page da sua marca. Também é permitido incluir aplicativos, feed de notícias, vídeos do YouTube. Ah, e a forma de mensurar fica mais fácil, uma vez que o Facebook lhe fornece estatísticas básicas, número de pessoas que curtiram uma postagem e também pelos comentários dos usuários.
Para simplificar mais o assunto, pessoas têm perfil, pois nele compartilhamos informações da nossa vida, fotos com amigos, vídeos engraçados e por aí vai. Para empresas, ter um perfil não compensa, pois não permite publicidade e gera certo incomodo por adicionar pessoas que nem conhecemos por isso, a Fan Page é a melhor escolha porque curti quem quer e por livre e espontânea vontade.
Na sua página de fãs, você também pode criar uma espécie de abas, separando por conteúdo que você julgue necessário estar em um local mais destacado. Aliás, muitas empresas fizeram das Fan Pages, seus sites institucionais. A partir disso se tem uma noção de como essa ferramenta está forte no mercado e nas mídias sociais.
Então, se a sua marca quer entrar no Facebook, crie uma Fan Page, caso ela tenha um perfil, mude para a página de fãs. Na realidade não é só uma opinião minha, mas de muita gente que entende e trabalha com redes sociais (não que eu seja um guru nessa área, longe disso) tem o mesmo posicionamento e realmente soa a melhor opção fazer isso.
domingo, 8 de maio de 2011
Youpix deu o que falar
Depois de muito tempo, finalmente consegui fazer um post no blog. Sei que o assunto já está ultrapassado, mas não posso deixar de compartilhar minha experiência no Youpix, na semana retrasada. É um evento de mídias sociais gratuito e que levou para os participantes diversos temas sobre comportamento, música, dicas de como conduzir seu blog, cultura, política, entre outros temas que acontecem na Internet.
Vou compartilhar algumas coisas que aprendi lá:
• É praticamente impossível ficar por dentro de tudo que rola na Internet;
• A rede social nos ajuda, a saber, quais são as tendências;
• Trabalhamos em um meio em que existe muita informação e deve-se saber filtrá-las;
• A propaganda boca-boca foi estendida e ganhou força com a Internet;
• Quando a empresa tem problemas na internet, a ação tem que ser rápida, pois pode-se tomar uma grande proporção.
Bom, esse evento me deu várias ideias para escrever outros textos para o blog e vou postando aos poucos para compartilhar com vocês.
E o mais bacana de tudo no Youpix, é que a organização servia cerveja, refrigerantes e salgadinhos para dar aquela aliviada. Também era possível fazer check in no Foursquare, compartilhar as palestras no seu Facebook, apenas passando o seu Vivo Pass, que o participante adquiria quando fazia a inscrição no evento. E para relaxar ainda mais, no final tinha stand-up com Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Os Barbixas, entre outros, finalizando com chave de ouro a noite.
Então, era isso o que queria compartilhar com vocês sobre o evento e dizer que é muito importante que iniciativas como essas aconteçam sempre e, se possível, de forma gratuita, pois mantém as pessoas atualizadas e debate assuntos pertinentes nas mídias sociais, além do Networking que se faz nesses eventos. Enfim, parabéns organização do Youpix.
Vou compartilhar algumas coisas que aprendi lá:
• É praticamente impossível ficar por dentro de tudo que rola na Internet;
• A rede social nos ajuda, a saber, quais são as tendências;
• Trabalhamos em um meio em que existe muita informação e deve-se saber filtrá-las;
• A propaganda boca-boca foi estendida e ganhou força com a Internet;
• Quando a empresa tem problemas na internet, a ação tem que ser rápida, pois pode-se tomar uma grande proporção.
Bom, esse evento me deu várias ideias para escrever outros textos para o blog e vou postando aos poucos para compartilhar com vocês.
E o mais bacana de tudo no Youpix, é que a organização servia cerveja, refrigerantes e salgadinhos para dar aquela aliviada. Também era possível fazer check in no Foursquare, compartilhar as palestras no seu Facebook, apenas passando o seu Vivo Pass, que o participante adquiria quando fazia a inscrição no evento. E para relaxar ainda mais, no final tinha stand-up com Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Os Barbixas, entre outros, finalizando com chave de ouro a noite.
Então, era isso o que queria compartilhar com vocês sobre o evento e dizer que é muito importante que iniciativas como essas aconteçam sempre e, se possível, de forma gratuita, pois mantém as pessoas atualizadas e debate assuntos pertinentes nas mídias sociais, além do Networking que se faz nesses eventos. Enfim, parabéns organização do Youpix.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Livro colaborativo de redes sociais
Muitas pessoas dizem que uma das coisas mais gratificante da vida é quando você escreve um livro ou participa de alguma maneira da composição de um. Eu, particularmente nunca imaginei que fosse participar de um, principalmente com a idade que tenho. Pois é meus caros, já posso dizer que tenho meu nome em um livro.
Quando fiz meu curso de mídias sociais na ESPM, ao final da última aula todos que desejassem poderiam escrever um artigo relacionado com o tema e que isso serviria para a composição de um livro colaborativo, que já está disponível na Internet e se chama: “Redes Sociais e Inovação Digital”, uma realização da agência Gaia Creative e da CIC/ESPM.
Meu texto fala sobre Inovação Digital e como ela está presente em nossas vidas nos dias de hoje para facilitar a vida das pessoas e tudo mais. Enfim, leiam e apreciem os outros textos que ficaram legais. Aproveitando, quero agradecer à todos que escreveram o livro e ao pessoal da Gaia e da ESPM que fez com que esse projeto fosse possível. Parabéns para todos!
Pessoal, segue o link onde está disponível o livro. É possível fazer o download dele gratuitamente, mas você deve possuir uma conta no ISSU ou logar via facebook. Aproveitem!
Quando fiz meu curso de mídias sociais na ESPM, ao final da última aula todos que desejassem poderiam escrever um artigo relacionado com o tema e que isso serviria para a composição de um livro colaborativo, que já está disponível na Internet e se chama: “Redes Sociais e Inovação Digital”, uma realização da agência Gaia Creative e da CIC/ESPM.
Meu texto fala sobre Inovação Digital e como ela está presente em nossas vidas nos dias de hoje para facilitar a vida das pessoas e tudo mais. Enfim, leiam e apreciem os outros textos que ficaram legais. Aproveitando, quero agradecer à todos que escreveram o livro e ao pessoal da Gaia e da ESPM que fez com que esse projeto fosse possível. Parabéns para todos!
Pessoal, segue o link onde está disponível o livro. É possível fazer o download dele gratuitamente, mas você deve possuir uma conta no ISSU ou logar via facebook. Aproveitem!
domingo, 3 de abril de 2011
Como medir o ROI nas mídias sociais?
Como temos visto, muitas organizações têm criado perfis nas mais diferentes mídias sociais. O investimento nessa área também vem crescendo. Em 2010, foram injetados em redes sociais 3,4 bilhões de dólares, o que mostra que essa ferramenta vem ganhando um tremendo poder na forma de comunicação entre empresas e consumidores.
Contudo, os profissionais que trabalham com mídias sociais sofrem bastante para justificar todo esse dinheiro. Porque ainda não há, pelo menos eu ainda não vi, uma forma exata de medir o ROI ou o retorno sobre o investimento dessas ferramentas e como os donos das empresas, gerentes etc precisam prestar contas para acionistas e saber o quanto está tendo de retorno, nada mais comum de quererem saber se o investimento realmente valeu à pena.
Só que nesse ambiente virtual a forma de avaliar o ROI é diferente de como é realizados nas mídias tradicionais. Ele é medido, por exemplo, pela quantidade de tweets feitos pelos usuários com relação e empresa, se eles a recomendam, entre outros aspectos. É necessário avaliar de forma qualitativa a atuação do perfil da organização na Internet, ou seja, analisar se o que falam sobre a empresa é positivo ou negativo, pois as pessoas ao fazer um comentário expressam sua aprovação ou não de um produto ou alguma informação que pode ser relevante para a marca e os profissionais que gerem o perfil da empresa na Internet devem prestar a atenção nesses aspectos.
Nas mídias sociais quatro motivações chaves direcionam o uso dela pelos clientes, os chamados 4 Cs: conexões, criação, consumo e controle. Para explicar as motivações vou utilizar um exemplo: quando uma pessoa vai até o Twitter reclamar ou elogiar uma marca, na maioria das vezes, ela é uma “consumidora” da mesma. Ao fazer um comentário, ela termina “criando” um fato ou situação, compartilhando esse fato com seus seguidores, ou seja, suas “conexões”, e realiza esse comentário sem ser censurado por ninguém (“controle”).
Mas não se pode somente, analisar esses comentários é necessário interagir com seus seguidores e fãs. Nas mídias sociais o que prevalece é o relacionamento e quanto mais uma marca se relaciona e atende bem seu público, mais fiel ele fica a ela. Claro que esse trabalho é a médio a longo prazo e deve ser realizado por um profissional que entenda da área.
Portanto, é complicado medir o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, pois ainda não se descobriu um método preciso, porém o que predomina nesse meio é o relacionamento entre as pessoas. E ao interagir, atender bem os seguidores, produzir conteúdo de qualidade, responder as críticas e receber sugestões, a marca fideliza ainda mais esses consumidores e ainda tem grandes chances de conseguir novos consumidores e alavancar o crescimento da empresa. Agora, a tarefa complicada é fazer a alta administração das organizações entender isso.
Contudo, os profissionais que trabalham com mídias sociais sofrem bastante para justificar todo esse dinheiro. Porque ainda não há, pelo menos eu ainda não vi, uma forma exata de medir o ROI ou o retorno sobre o investimento dessas ferramentas e como os donos das empresas, gerentes etc precisam prestar contas para acionistas e saber o quanto está tendo de retorno, nada mais comum de quererem saber se o investimento realmente valeu à pena.
Só que nesse ambiente virtual a forma de avaliar o ROI é diferente de como é realizados nas mídias tradicionais. Ele é medido, por exemplo, pela quantidade de tweets feitos pelos usuários com relação e empresa, se eles a recomendam, entre outros aspectos. É necessário avaliar de forma qualitativa a atuação do perfil da organização na Internet, ou seja, analisar se o que falam sobre a empresa é positivo ou negativo, pois as pessoas ao fazer um comentário expressam sua aprovação ou não de um produto ou alguma informação que pode ser relevante para a marca e os profissionais que gerem o perfil da empresa na Internet devem prestar a atenção nesses aspectos.
Nas mídias sociais quatro motivações chaves direcionam o uso dela pelos clientes, os chamados 4 Cs: conexões, criação, consumo e controle. Para explicar as motivações vou utilizar um exemplo: quando uma pessoa vai até o Twitter reclamar ou elogiar uma marca, na maioria das vezes, ela é uma “consumidora” da mesma. Ao fazer um comentário, ela termina “criando” um fato ou situação, compartilhando esse fato com seus seguidores, ou seja, suas “conexões”, e realiza esse comentário sem ser censurado por ninguém (“controle”).
Mas não se pode somente, analisar esses comentários é necessário interagir com seus seguidores e fãs. Nas mídias sociais o que prevalece é o relacionamento e quanto mais uma marca se relaciona e atende bem seu público, mais fiel ele fica a ela. Claro que esse trabalho é a médio a longo prazo e deve ser realizado por um profissional que entenda da área.
Portanto, é complicado medir o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, pois ainda não se descobriu um método preciso, porém o que predomina nesse meio é o relacionamento entre as pessoas. E ao interagir, atender bem os seguidores, produzir conteúdo de qualidade, responder as críticas e receber sugestões, a marca fideliza ainda mais esses consumidores e ainda tem grandes chances de conseguir novos consumidores e alavancar o crescimento da empresa. Agora, a tarefa complicada é fazer a alta administração das organizações entender isso.
terça-feira, 29 de março de 2011
Não fale mal da sua empresa nas mídias sociais
Diante desse interessante mundo da Internet, passamos boa parte do nosso tempo lendo notícias, assistindo vídeos e, principalmente nos dias de hoje, utilizando o Twitter, Facebook, Orkut, entre outros.
Grande parte das pessoas utilizam a Internet do local em que trabalham. É muito comum lidarmos com situações ruins no ambiente de trabalho, como colegas que não fazem o seu serviço e termina atrapalhando o seu, fornecedores que atrasam o produto ou quando seu chefe resolve pegar no seu pé sem nenhum motivo específico, por exemplo.
Há um tempo atrás, havia o costume de se reclamar desses fatos com os colegas, esposa ou marido, namorada (o) ou familiares. Isso ainda ocorre, porém parte dos indivíduos que possuem perfis nas mídias sociais costumam reclamar publicamente na rede sobre seu chefe ou do trabalho. Não é condenável fazer isso, mas não pega bem, pois se você tiver algum colega em algumas dessas mídias sociais que reclamou, existe a possibilidade de “sem motivos” aparente ou birra com sua pessoa a reclamação chegue ao ouvido do seu chefe ou algum superior a você. Há uma hipótese pior também do seu próprio chefe ver seu comentário e aí sim ele terá motivos para pegar no seu pé.
Outra coisa que pode acontecer é se, por ventura, estiver procurando uma vaga de emprego ou diante de um processo seletivo e a empresa a qual está se candidatando a vaga fizer uma busca pela rede social com o seu nome ou visualizar seu perfil e constar informações, comentários contra a sua atual empresa, existe uma grande chance de você ser desclassificado. Quem quer do seu lado, alguém que fale mal de você? Ninguém! (Na minha opinião) Então, a organização é que não vai quer, não é mesmo.
O que estou dizendo nesse post, não é para você deixar de ter opinião própria, sabemos que nem todas as empresas são perfeitas, mas certas coisas, tanto profissionais quanto pessoais, devem ser guardadas para nós mesmos ou confidenciadas em um ambiente informal e não na Internet onde qualquer um pode salvar o que você postou ou compartilhar com as pessoas, podendo te prejudicar. Sim, existe uma reputação virtual nas mídias sociais e se você se preocupa com isso, então preserve-a, caso contrário, a vida segue né?
Você pode continuar falando mal do seu trabalho, se quiser, mas com seus colegas na hora do almoço ou na hora do cafezinho e tudo mais para não ter maiores problemas. Vimos o exemplo daquela estudante de direito, que quando a Dilma foi eleita, queria afogar os nordestinos e postou isso no Twitter. Resultado: foi processada, perdeu o emprego e perseguida nas mídias sociais. Então, um certo cuidado nesse aspecto nunca é demais.
Grande parte das pessoas utilizam a Internet do local em que trabalham. É muito comum lidarmos com situações ruins no ambiente de trabalho, como colegas que não fazem o seu serviço e termina atrapalhando o seu, fornecedores que atrasam o produto ou quando seu chefe resolve pegar no seu pé sem nenhum motivo específico, por exemplo.
Há um tempo atrás, havia o costume de se reclamar desses fatos com os colegas, esposa ou marido, namorada (o) ou familiares. Isso ainda ocorre, porém parte dos indivíduos que possuem perfis nas mídias sociais costumam reclamar publicamente na rede sobre seu chefe ou do trabalho. Não é condenável fazer isso, mas não pega bem, pois se você tiver algum colega em algumas dessas mídias sociais que reclamou, existe a possibilidade de “sem motivos” aparente ou birra com sua pessoa a reclamação chegue ao ouvido do seu chefe ou algum superior a você. Há uma hipótese pior também do seu próprio chefe ver seu comentário e aí sim ele terá motivos para pegar no seu pé.
Outra coisa que pode acontecer é se, por ventura, estiver procurando uma vaga de emprego ou diante de um processo seletivo e a empresa a qual está se candidatando a vaga fizer uma busca pela rede social com o seu nome ou visualizar seu perfil e constar informações, comentários contra a sua atual empresa, existe uma grande chance de você ser desclassificado. Quem quer do seu lado, alguém que fale mal de você? Ninguém! (Na minha opinião) Então, a organização é que não vai quer, não é mesmo.
O que estou dizendo nesse post, não é para você deixar de ter opinião própria, sabemos que nem todas as empresas são perfeitas, mas certas coisas, tanto profissionais quanto pessoais, devem ser guardadas para nós mesmos ou confidenciadas em um ambiente informal e não na Internet onde qualquer um pode salvar o que você postou ou compartilhar com as pessoas, podendo te prejudicar. Sim, existe uma reputação virtual nas mídias sociais e se você se preocupa com isso, então preserve-a, caso contrário, a vida segue né?
Você pode continuar falando mal do seu trabalho, se quiser, mas com seus colegas na hora do almoço ou na hora do cafezinho e tudo mais para não ter maiores problemas. Vimos o exemplo daquela estudante de direito, que quando a Dilma foi eleita, queria afogar os nordestinos e postou isso no Twitter. Resultado: foi processada, perdeu o emprego e perseguida nas mídias sociais. Então, um certo cuidado nesse aspecto nunca é demais.
terça-feira, 22 de março de 2011
Existe privacidade nas mídias sociais?
Aqui estava eu pensando sobre o que escrever para o blog, enquanto acessava meu Facebook e ao ver os comentários e atualizações de status das pessoas, resolvi escrever esse post. Quando falamos quaisquer coisas nas mais diversas mídias sociais, pode ser que ninguém comente nada, mas a maioria lê. Às vezes aquilo que dizemos passa batido, porém pode ser que cause alguma reação, comentários, falatórios e as mais que conhecidas fofocas.
Sim, meus caros, existem esses tipos de situação em Facebook, Twitter etc, o que apelidei de fofocas virtuais ou situações criadas pelo virtual. Uma informação postada por um usuário pode perfeitamente gerar uma má interpretação por quem lê e existe a possibilidade de gerar algum tipo de comentário, ora maldoso, ora equivocado e que pode resultar em fofocas, rumores ou boatos. Quem nunca viu alguma discussão, brigas entre namorados ou alguém que foi tirar satisfação com uma pessoa por causa de algo escrito nas redes sociais sobre a sua pessoa? Bom, comigo já aconteceu isso e também já fui testemunha dessas situações. Já escutei coisas com tipo: “eu vou quebrar a cara daquela infeliz, você viu o que ela escreveu no Facebook?”. Ou: “postei que sai com a galera do trampo na sexta, no Twitter, não avisei minha namorada e brigamos feio”. Bom, estas situações são só alguns exemplos do que podem ocorrer nas mídias sociais.
Eu, particularmente, já passei por situações do tipo e estou procurando me policiar por enquanto – ficando claro que não deixei de usar, sou um usuário ativo das mídias sociais. Não acho nada de errado, quem compartilha tudo da sua vida na rede, mas caso alguma frase ou pensamento seja mal interpretado ou uma frase mal construída, existe a possibilidade de quem escreveu ter algum problema ou ocorrer comentários indesejados sobre o caso, pois quando algo está na Internet não há como negar porque se pode dar um “print screen” e salvar, imprimir a página e até “conseguir testemunhas”. Na vida real, se você fez uma coisa e ninguém viu, não há como provar ou torna-se mais difícil fazer isso. Já na Internet, é diferente e pode-se alcançar proporções inimagináveis. Não é só nesse aspecto de fofoca que estou falando, por exemplo, se você foi a uma festa bacana e tirou várias fotos com caretas, copo de bebidas na mão, fazendo bagunça e por ventura possui colegas de trabalho ou até mesmo seu chefe no seu perfil de rede social, isso pode não pegar bem e ocasionar comentários pelas suas costas ou cara a cara mesmo, engraçados ou não, ou simplesmente não ocorrerá nada. Contudo, é um risco que o usuário deve ter consciência que tem.
Cada um utiliza seus perfis nas mídias sociais da maneira que deseja e o legal dela é essa interatividade e sua velocidade na chegada de informações. Não estou criticando ninguém por conta desse post a parar de falar sobre suas coisas do dia-dia ou algo assim, apenas relatei situações que observo por aí com relação à privacidade na Internet. Para mim, ela não existe muito, pois tudo o que se diz, pode ser armazenado, salvo etc e fica meio complicado lidar com certas situações. Mas aí deixo a pergunta para vocês: Existe privacidade nas mídias sociais?
Sim, meus caros, existem esses tipos de situação em Facebook, Twitter etc, o que apelidei de fofocas virtuais ou situações criadas pelo virtual. Uma informação postada por um usuário pode perfeitamente gerar uma má interpretação por quem lê e existe a possibilidade de gerar algum tipo de comentário, ora maldoso, ora equivocado e que pode resultar em fofocas, rumores ou boatos. Quem nunca viu alguma discussão, brigas entre namorados ou alguém que foi tirar satisfação com uma pessoa por causa de algo escrito nas redes sociais sobre a sua pessoa? Bom, comigo já aconteceu isso e também já fui testemunha dessas situações. Já escutei coisas com tipo: “eu vou quebrar a cara daquela infeliz, você viu o que ela escreveu no Facebook?”. Ou: “postei que sai com a galera do trampo na sexta, no Twitter, não avisei minha namorada e brigamos feio”. Bom, estas situações são só alguns exemplos do que podem ocorrer nas mídias sociais.
Eu, particularmente, já passei por situações do tipo e estou procurando me policiar por enquanto – ficando claro que não deixei de usar, sou um usuário ativo das mídias sociais. Não acho nada de errado, quem compartilha tudo da sua vida na rede, mas caso alguma frase ou pensamento seja mal interpretado ou uma frase mal construída, existe a possibilidade de quem escreveu ter algum problema ou ocorrer comentários indesejados sobre o caso, pois quando algo está na Internet não há como negar porque se pode dar um “print screen” e salvar, imprimir a página e até “conseguir testemunhas”. Na vida real, se você fez uma coisa e ninguém viu, não há como provar ou torna-se mais difícil fazer isso. Já na Internet, é diferente e pode-se alcançar proporções inimagináveis. Não é só nesse aspecto de fofoca que estou falando, por exemplo, se você foi a uma festa bacana e tirou várias fotos com caretas, copo de bebidas na mão, fazendo bagunça e por ventura possui colegas de trabalho ou até mesmo seu chefe no seu perfil de rede social, isso pode não pegar bem e ocasionar comentários pelas suas costas ou cara a cara mesmo, engraçados ou não, ou simplesmente não ocorrerá nada. Contudo, é um risco que o usuário deve ter consciência que tem.
Cada um utiliza seus perfis nas mídias sociais da maneira que deseja e o legal dela é essa interatividade e sua velocidade na chegada de informações. Não estou criticando ninguém por conta desse post a parar de falar sobre suas coisas do dia-dia ou algo assim, apenas relatei situações que observo por aí com relação à privacidade na Internet. Para mim, ela não existe muito, pois tudo o que se diz, pode ser armazenado, salvo etc e fica meio complicado lidar com certas situações. Mas aí deixo a pergunta para vocês: Existe privacidade nas mídias sociais?
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terça-feira, 1 de março de 2011
Exemplos de como marcas valorizam e fidelizam seus clientes
Vi nesses últimos dias alguns vídeos de algumas marcas conhecidas no senso comum e destaco dois bem interessantes que exemplificam, na minha opinião, como fidelizar e valorizar os consumidores. O primeiro é da cerveja Heineken e chama “One Million Heineken Hugs”, que agradece ao público pelo um milhão de “curtir” na página oficial da empresa no Facebook com um milhão de abraços. Para isso, mulheres com a camisa que representa o curtir do Facebook e a imagem da cerveja vão até diversos bares e abraçam todos que estão tomando a cerveja como forma de agradecimento. Para muitos pode parecer besteira, porém creio que é uma maneira perfeita de sentir o que seu público pensa da marca e, principalmente fidelizá-los ainda mais.
O segundo vídeo é a da Brastemp, que apesar de ter passado por uma saia justa no último mês quando um rapaz fez um vídeo dizendo que a empresa não valoriza seus consumidores, traz uma ação bem diferente, no qual no trânsito caótico da cidade de São Paulo uma mensagem vinda do rádio sugere as pessoas que sorriam para aquelas que estejam ao seu lado, a fim de descarregar todo aquele stress do dia-dia paulista. É um gesto singelo, mas que mostra preocupação não só com os consumidores, mas também com o público em geral. Bom, vejam os vídeos e tirem suas próprias conclusões.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Pense bem antes de criar um perfil corporativo nas mídias sociais
Depois desse boom das mídias sociais, grande parte das pessoas e empresas criaram perfis no Twitter, Facebook, Linkedin, entre outros. Para nós, pessoas físicas, é muito interessante essa curiosidade de entrar em diversas mídias sociais e explorar o novo. Porém, muitas organizações estão ingressando nesse meio sem saber o real motivo e sim, pelo fato de ter virado moda (para mim, virou tendência) e não análisa minuciosamente qual seria a melhor ferramenta para atingir seu público e seus objetivos.
Para as empresas que querem ter perfis nas redes sociais, deve-se avaliar se realmente é necessário ingressar nela, verificar se seu público está em alguma dessas redes e quais as estratégias a serem utilizadas para atingir efetivamente essas pessoas com o intuito de fazer com que a marca seja bem vista pelos mesmos. Deve-se também ter a consciência que não se tem controle desse meio, bem como saber lidar com opiniões contrárias, críticas e polêmicas envolvendo a empresa. Um detalhe importante nesse aspecto. Quando isso ocorrer, deve-se buscar respostas convincentes e tratar com respeito o usuário, pois caso contrário, a organização pode ser mal vista na rede, sendo enxergada como autoritária e que só busca elogios.
Aliás, as organizações presentes na Internet devem interagir constantemente com seus usuários respondendo a perguntas, sugerindo idéias interessantes, dicas pertinentes, ou seja, gerar conteúdo de qualidade para conseguir a fidelidade de seu público. Um perfil de empresa sem conteúdo e monótono não agrega nada para as pessoas na rede e vai valer nada, só causará antipatia, será considerado um fail das redes sociais e dará prejuízos. No momento em que se consegue ter um bom relacionamento, interagir e produzir bons conteúdos, a chance de que seus seguidores se tornarem porta-vozes da organização é muito grande, pois eles próprios quando alguém criticar irão defender a marca sem precisar da intervenção da mesma. E esse é o bacana das redes sociais: não há como ter o seu controle.
Então, você que tem uma empresa e quer estar nas mídias sociais tome cuidado porque a partir do momento em que ingressar nela, não há volta, por isso, planeje bem suas ações e tenha uma equipe capacitada para geri – lá.
*Idéia do post surgiu após a ótima palestra de Pedro Waengertner sobre Marketing em Redes Sociais que assisti essa semana
Para as empresas que querem ter perfis nas redes sociais, deve-se avaliar se realmente é necessário ingressar nela, verificar se seu público está em alguma dessas redes e quais as estratégias a serem utilizadas para atingir efetivamente essas pessoas com o intuito de fazer com que a marca seja bem vista pelos mesmos. Deve-se também ter a consciência que não se tem controle desse meio, bem como saber lidar com opiniões contrárias, críticas e polêmicas envolvendo a empresa. Um detalhe importante nesse aspecto. Quando isso ocorrer, deve-se buscar respostas convincentes e tratar com respeito o usuário, pois caso contrário, a organização pode ser mal vista na rede, sendo enxergada como autoritária e que só busca elogios.
Aliás, as organizações presentes na Internet devem interagir constantemente com seus usuários respondendo a perguntas, sugerindo idéias interessantes, dicas pertinentes, ou seja, gerar conteúdo de qualidade para conseguir a fidelidade de seu público. Um perfil de empresa sem conteúdo e monótono não agrega nada para as pessoas na rede e vai valer nada, só causará antipatia, será considerado um fail das redes sociais e dará prejuízos. No momento em que se consegue ter um bom relacionamento, interagir e produzir bons conteúdos, a chance de que seus seguidores se tornarem porta-vozes da organização é muito grande, pois eles próprios quando alguém criticar irão defender a marca sem precisar da intervenção da mesma. E esse é o bacana das redes sociais: não há como ter o seu controle.
Então, você que tem uma empresa e quer estar nas mídias sociais tome cuidado porque a partir do momento em que ingressar nela, não há volta, por isso, planeje bem suas ações e tenha uma equipe capacitada para geri – lá.
*Idéia do post surgiu após a ótima palestra de Pedro Waengertner sobre Marketing em Redes Sociais que assisti essa semana
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
WikiLeaks: Portal de fofocas ou de prestação de serviço?
Acredito que a grande maioria já tem conhecimento do que vem a ser o WikiLeaks. Porém para quem não sabe, de acordo com o Wikipédia, ele é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia e fundada em dezembro de 2006. O site publica posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas por parte de governos ou empresas. Segundo o portal, o informante que disponibiliza as informações não tem a identidade revelada e não é possível rastrear o usuário.
Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.
Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.
Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?
Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais.
E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?
Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.
Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.
Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?
Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais.
E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Meu chefe me adicionou e agora?
Nas mídias sociais temos muita liberdade em postar e falar o que pensamos ou compartilhar fotos de festas, baladas e afins. Na maioria dos casos, por questões profissionais e óbvias, no trabalho as pessoas são de um jeito e na vida pessoal de outro. Podemos até ter uma personalidade parecida, como ficar fazendo piadas tanto no trabalho quanto na vida, contudo com menor incidência pelo lado profissional.
Bom, todo mundo sabe que as redes sociais nos permitem certa liberdade, porém, contudo, todavia e quando nossos chefes nos adicionam em seus perfis, como Twitter, Facebook, Orkut etc? Aí complica né? Porque aqueles comentários que você costumava fazer sobre o trabalho, do seu próprio chefe, ou a vontade de mandar tudo pelos ares, é recomendado que guarde essas opiniões consigo ou compartilhe em um ambiente que não envolva especificamente a Internet.
Claro que existem chefes bem mais tranquilos e não se importam tanto com o que seus funcionários postam na rede, desde que também não passem dos limites. Só que quer queira quer não, aquela liberdade de se expressar nas mídias sociais, como comentários sobre aquela festa sensacional que você foi no final de semana ou colocar uma foto sua com um copo de cerveja na mão e meio para lá de Bagdá, fica complicado fazer isso, pois não sabemos qual a reação que ele terá se ver isso e outra, surge certo receio de nossa parte. Acredito que esse fato fica no mesmo patamar que se, por ventura, tivermos nossos pais como amigos no Facebook, por exemplo, e falarmos “Cheguei bem louco ontem da balada, inesquecível”. É, acho que não iria pegar bem.
De fato a questão não é tão simples, mas deve-se prestar atenção no que se diz ou que se compartilha na rede, principalmente quando seu chefe está nela ou você pode simplesmente rejeitar o seu pedido e dar uma de João sem braço.
Bom, todo mundo sabe que as redes sociais nos permitem certa liberdade, porém, contudo, todavia e quando nossos chefes nos adicionam em seus perfis, como Twitter, Facebook, Orkut etc? Aí complica né? Porque aqueles comentários que você costumava fazer sobre o trabalho, do seu próprio chefe, ou a vontade de mandar tudo pelos ares, é recomendado que guarde essas opiniões consigo ou compartilhe em um ambiente que não envolva especificamente a Internet.
Claro que existem chefes bem mais tranquilos e não se importam tanto com o que seus funcionários postam na rede, desde que também não passem dos limites. Só que quer queira quer não, aquela liberdade de se expressar nas mídias sociais, como comentários sobre aquela festa sensacional que você foi no final de semana ou colocar uma foto sua com um copo de cerveja na mão e meio para lá de Bagdá, fica complicado fazer isso, pois não sabemos qual a reação que ele terá se ver isso e outra, surge certo receio de nossa parte. Acredito que esse fato fica no mesmo patamar que se, por ventura, tivermos nossos pais como amigos no Facebook, por exemplo, e falarmos “Cheguei bem louco ontem da balada, inesquecível”. É, acho que não iria pegar bem.
De fato a questão não é tão simples, mas deve-se prestar atenção no que se diz ou que se compartilha na rede, principalmente quando seu chefe está nela ou você pode simplesmente rejeitar o seu pedido e dar uma de João sem braço.
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domingo, 16 de janeiro de 2011
É só dar unfollow
Como todos sabem na semana passada começou a 11ª edição do Big Brother Brasil (BBB). Parece inacreditável, mas o programa está durando e é um feito, pois diante da grande concorrência entre as emissoras e com a diversidade de programas existentes na televisão, é complicado ficar no ar durante muito tempo e com audiência, o que é mais complicado.
Observei que nas mídias sociais muita gente está falando do BBB, uma parte é viciada, outra odeia e alguns acham indiferente. Penso que no Twitter, é o local em que a maioria fala deste tema. Mas aqueles que não são simpatizantes do programa ficam falando coisas do tipo “Não vou mais entrar aqui enquanto estiver o pessoal ficar falando do BBB no ar” ou “Pra mim, povo que vê BBB é sem cultura, num agrega nada” ou ainda “Juro que quem falar do BBB de novo, vou dar unfollow”.
Eu, por exemplo, fiz faculdade de comunicação, trabalho na área e com um assunto que necessita de muito entendimento e estudo que é política, escrevo para um blog, faço parte de um grupo de estudos de redes sociais, leio livros de diferentes temáticas etc e assisto Big Brother. Não me sinto um sem cultura por assistir o programa, acredito que ele é interessante no sentido de avaliar certos comportamentos das pessoas dentro da casa. Às vezes, olho para algumas atitudes de certas pessoas lá dentro que se assemelham com amigos, colegas ou parentes meus. Além do mais, na televisão ou rádio, grande parte das notícias falam sobre desgraças, como acidentes, assassinatos, seqüestros, entre outras coisas ruins. Pelo menos no BBB, de vez em quando, dou risada e vejo os participantes falarem besteiras etc. Pode ser até bobagem o que estou falando, mas até que tenham um bom argumento para me convencer do contrário, mantenho minha posição.
E aqueles que falam mal e não gostam que não fale desse assunto nas mídias sociais, tranqüilo, cada um tem sua opinião, mas num fica falando que vai excluir tal pessoa, faz logo. No Orkut e Facebook tem a opção de remover e deletar amigo, é simples. E no Twitter, é mais tranqüilo ainda, é só dar unfollow.
Observei que nas mídias sociais muita gente está falando do BBB, uma parte é viciada, outra odeia e alguns acham indiferente. Penso que no Twitter, é o local em que a maioria fala deste tema. Mas aqueles que não são simpatizantes do programa ficam falando coisas do tipo “Não vou mais entrar aqui enquanto estiver o pessoal ficar falando do BBB no ar” ou “Pra mim, povo que vê BBB é sem cultura, num agrega nada” ou ainda “Juro que quem falar do BBB de novo, vou dar unfollow”.
Eu, por exemplo, fiz faculdade de comunicação, trabalho na área e com um assunto que necessita de muito entendimento e estudo que é política, escrevo para um blog, faço parte de um grupo de estudos de redes sociais, leio livros de diferentes temáticas etc e assisto Big Brother. Não me sinto um sem cultura por assistir o programa, acredito que ele é interessante no sentido de avaliar certos comportamentos das pessoas dentro da casa. Às vezes, olho para algumas atitudes de certas pessoas lá dentro que se assemelham com amigos, colegas ou parentes meus. Além do mais, na televisão ou rádio, grande parte das notícias falam sobre desgraças, como acidentes, assassinatos, seqüestros, entre outras coisas ruins. Pelo menos no BBB, de vez em quando, dou risada e vejo os participantes falarem besteiras etc. Pode ser até bobagem o que estou falando, mas até que tenham um bom argumento para me convencer do contrário, mantenho minha posição.
E aqueles que falam mal e não gostam que não fale desse assunto nas mídias sociais, tranqüilo, cada um tem sua opinião, mas num fica falando que vai excluir tal pessoa, faz logo. No Orkut e Facebook tem a opção de remover e deletar amigo, é simples. E no Twitter, é mais tranqüilo ainda, é só dar unfollow.
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Por que algumas empresas bloqueiam o uso das redes sociais?
Nesse final de semana escutei alguns amigos comentar que nas empresas onde trabalham não é permitido acessar as redes sociais, mas somente o email porque precisam se comunicar internamente ou com clientes, fornecedores etc. Ouvi até que acessar alguns portais não é permitido e tudo mais.
Sinceramente, na minha opinião, isso significa restringir o acesso às informações aos colaboradores, pois atualmente o Twitter, Facebook, blogs etc são fontes de informação, pautam a imprensa e possibilitam que os internautas compartilhem informações e sejam melhor informados sobre os assuntos de seu interesse. Se bem que se pensarmos há uns 5 anos atrás ou até menos, falar de acessar mídias sociais no trabalho era motivo de piada. Ouvia-se que as pessoas queriam acessar o seu Orkut, por exemplo, era para matar tempo no serviço, causava distração e tudo mais. Em partes, esse pensamento tinha um fundamento, contudo as coisas evoluíram para um momento em que esta ferramenta virou fonte e acesso à informações e restringir isso é prejudicial.
Pensando que as pessoas ficam cerca de 9 a 10 horas no trabalho e fora o tempo em que estão no trânsito, em seus carros ou no transporte público, chegando cansados em casa, a chance de o indivíduo ler o jornal impresso ou revista, se é que o compra, é pequena. O que pode ocorrer é assistirem o telejornal, mas ele é um resumo das notícias do dia e não fornece tantos detalhes quanto os jornais, portais de notícias etc, então acessar as redes sociais, blogs e outros sites seria uma forma do indivíduo se informar melhor.
Algumas organizações estão sendo mais flexíveis e permitindo o acesso às mídias sociais. Claro que o próprio funcionário deve utilizar do bom senso e também não abusar da liberdade que a empresa em que trabalha permite na Internet, acesso a sites pornográficos e tudo mais, devem ser restringidos bem como conteúdos considerados impróprios. Mas e aí, o lugar onde você trabalha permite o acesso às redes sociais e a maioria dos sites?
Sinceramente, na minha opinião, isso significa restringir o acesso às informações aos colaboradores, pois atualmente o Twitter, Facebook, blogs etc são fontes de informação, pautam a imprensa e possibilitam que os internautas compartilhem informações e sejam melhor informados sobre os assuntos de seu interesse. Se bem que se pensarmos há uns 5 anos atrás ou até menos, falar de acessar mídias sociais no trabalho era motivo de piada. Ouvia-se que as pessoas queriam acessar o seu Orkut, por exemplo, era para matar tempo no serviço, causava distração e tudo mais. Em partes, esse pensamento tinha um fundamento, contudo as coisas evoluíram para um momento em que esta ferramenta virou fonte e acesso à informações e restringir isso é prejudicial.
Pensando que as pessoas ficam cerca de 9 a 10 horas no trabalho e fora o tempo em que estão no trânsito, em seus carros ou no transporte público, chegando cansados em casa, a chance de o indivíduo ler o jornal impresso ou revista, se é que o compra, é pequena. O que pode ocorrer é assistirem o telejornal, mas ele é um resumo das notícias do dia e não fornece tantos detalhes quanto os jornais, portais de notícias etc, então acessar as redes sociais, blogs e outros sites seria uma forma do indivíduo se informar melhor.
Algumas organizações estão sendo mais flexíveis e permitindo o acesso às mídias sociais. Claro que o próprio funcionário deve utilizar do bom senso e também não abusar da liberdade que a empresa em que trabalha permite na Internet, acesso a sites pornográficos e tudo mais, devem ser restringidos bem como conteúdos considerados impróprios. Mas e aí, o lugar onde você trabalha permite o acesso às redes sociais e a maioria dos sites?
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Mais um ano que se vai
Pensei bastante em qual tema escreveria para fechar o ano. Não saiu nenhuma idéia original, por isso vou falar sobre uma retrospectiva do ano pra mim, abordando mais aspectos pessoais no âmbito das mídias sociais.
Comecei a curtir mídias sociais no ano passado, quando fui a um seminário de comunicação e escutei uma palestra da então desconhecida para mim, Beth Saad, Diretora de estratégias digitais da Digital Happenings, e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. Ela falou sobre esse mundo das redes sociais, Facebook, Orkut, Twitter e de como estes meios de comunicação permitem um interação maior com as pessoas etc.
A partir daí, fiz meu perfil no Twitter – já tinha Orkut – e comecei a ler e me interessar pela área. Aí as coisas foram acontecendo e passei a cuidar do perfil do Orkut da empresa em que trabalho. Em 2010, coloquei na minha cabeça que iria fazer um curso sobre isso. Pois bem, fiz dois cursos que me agregaram demais, fiz contatos, comecei a ler sobre o assunto e consegui também implantar a área de mídias sociais no meu trabalho. Um baita avanço vamos combinar!
Assim, as situações foram ocorrendo e hoje integro um grupo de estudos de redes sociais, que é composto pelo pessoal que fez o curso na ESPM e com outras pessoas que se interessam pelo assunto. Também consegui uns Jobs de mídias sociais o que me motivou ainda mais a querer trabalhar com isso. Na real, acredito que por um bom tempo vou ganhar dinheiro como analista de mídias sociais ou algo relacionado porque gosto muito desta área e acredito que ela é muito promissora. Vi também na Internet muitos jovens se manifestando e opinando sobre política - na época da eleição com maior freqüência – ainda mais porque hoje o acesso às informações está mais fácil possibilitando um debate maior nas mais diversas temáticas.
Bom, acho que resumidamente é isso que ocorreu no ano na minha vida, com relação ao meu interesse com mídias sociais e tomará que seja melhor no ano que vem.
Boas festas para todos!
Comecei a curtir mídias sociais no ano passado, quando fui a um seminário de comunicação e escutei uma palestra da então desconhecida para mim, Beth Saad, Diretora de estratégias digitais da Digital Happenings, e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. Ela falou sobre esse mundo das redes sociais, Facebook, Orkut, Twitter e de como estes meios de comunicação permitem um interação maior com as pessoas etc.
A partir daí, fiz meu perfil no Twitter – já tinha Orkut – e comecei a ler e me interessar pela área. Aí as coisas foram acontecendo e passei a cuidar do perfil do Orkut da empresa em que trabalho. Em 2010, coloquei na minha cabeça que iria fazer um curso sobre isso. Pois bem, fiz dois cursos que me agregaram demais, fiz contatos, comecei a ler sobre o assunto e consegui também implantar a área de mídias sociais no meu trabalho. Um baita avanço vamos combinar!
Assim, as situações foram ocorrendo e hoje integro um grupo de estudos de redes sociais, que é composto pelo pessoal que fez o curso na ESPM e com outras pessoas que se interessam pelo assunto. Também consegui uns Jobs de mídias sociais o que me motivou ainda mais a querer trabalhar com isso. Na real, acredito que por um bom tempo vou ganhar dinheiro como analista de mídias sociais ou algo relacionado porque gosto muito desta área e acredito que ela é muito promissora. Vi também na Internet muitos jovens se manifestando e opinando sobre política - na época da eleição com maior freqüência – ainda mais porque hoje o acesso às informações está mais fácil possibilitando um debate maior nas mais diversas temáticas.
Bom, acho que resumidamente é isso que ocorreu no ano na minha vida, com relação ao meu interesse com mídias sociais e tomará que seja melhor no ano que vem.
Boas festas para todos!
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domingo, 12 de dezembro de 2010
Realidade Aumentada para compra de móveis
Nesse post, num vou produzir muito conteúdo, mas vou colocar um vídeo sobre realidade aumentada, que é um assunto que estou curtindo muito nos últimos tempos. O vídeo é da TOK&STOK, em que possibilita ao consumidor uma nova maneira de comprar móveis. Você pode visualizar como os móveis que está interessado antes mesmo de comprá-los. No vídeo, cada móvél possui um determinado código. Caso se interesse pelo produto, você coloca em um "blueprint", uma espécie de tablet, que ao final das as escolhas dos móveis, a pessoa coloca em frente a uma webcam, que reconhece cada código separadamente, transformando em imagens tridimensonsonais correspondente a cada móvel.
Bom é ver para crer! Segue o video ae! Ah, a narração está em inglês, sabe-se lá o por que.
Bom é ver para crer! Segue o video ae! Ah, a narração está em inglês, sabe-se lá o por que.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Devemos ter cuidado com o que escrevemos na Internet?
Muitas pessoas possuem perfis no Twitter, Facebook Orkut, Linkedin, entre outras contas nas mídias sociais. Cada um pode falar o que quer, faz piadas, fala mal de alguma pessoa, da festa sensacional que foi no dia anterior, da menina(o) que conheceu, postam fotos, entre outras situações.
Sim, as redes sociais nos permitem fazer isso, o que é o mais sensacional para mim, é essa possibilidade de interação e atingir incontáveis números de pessoas. Tá, bacana, mas e quando você tem colegas ou até mesmo seu chefe em seu perfil?
Bom, na minha modesta opinião, devemos ser mais precavidos no que dizemos, nas fotos que postamos e nas atitudes nas mídias sociais porque quer queira quer não, se não for todo mundo, grande parte dos usuários fuçam o perfil dos amigos, namorados (as) e dos colegas do trabalho. Imagina se você fala na rede que sua empresa é ruim, não paga em dia, que seu chefe é chato etc. Pode até ser verdade, só que atualmente muitas organizações estão presentes na rede e caso você participe de uma entrevista, muitas delas estão perguntando se o candidato possui algum perfil e depois o acessam para verificar o comportamento dos candidatos. Caso vejam alguma mensagem negativa com relação a empresa em que trabalha, isso pode pegar mal e talvez o mesmo não seja aprovado por este motivo. E se seu chefe ver algum comentário seu sobre ele ou o trabalho? “Talvez não soará bem né?
Então, como se sabe, as mídias sociais nos possibilitam uma interação enorme com os mais diversos públicos, acesso a informações em tempo real, seguir personalidades etc. Porém, acredito que se deve ter cuidado com o que diz, pois quando você posta algo, de imediato, cai na rede, aí já era, ficará guardado e as pessoas podem copiar a mensagem e replicá-las e você poderá ter problemas. Mas como diz o outro: cada um faz o que quer da vida também não é? Mas você deve estar ciente e assumir os seus atos. Por isso, todo cuidado é pouco.
Sim, as redes sociais nos permitem fazer isso, o que é o mais sensacional para mim, é essa possibilidade de interação e atingir incontáveis números de pessoas. Tá, bacana, mas e quando você tem colegas ou até mesmo seu chefe em seu perfil?
Bom, na minha modesta opinião, devemos ser mais precavidos no que dizemos, nas fotos que postamos e nas atitudes nas mídias sociais porque quer queira quer não, se não for todo mundo, grande parte dos usuários fuçam o perfil dos amigos, namorados (as) e dos colegas do trabalho. Imagina se você fala na rede que sua empresa é ruim, não paga em dia, que seu chefe é chato etc. Pode até ser verdade, só que atualmente muitas organizações estão presentes na rede e caso você participe de uma entrevista, muitas delas estão perguntando se o candidato possui algum perfil e depois o acessam para verificar o comportamento dos candidatos. Caso vejam alguma mensagem negativa com relação a empresa em que trabalha, isso pode pegar mal e talvez o mesmo não seja aprovado por este motivo. E se seu chefe ver algum comentário seu sobre ele ou o trabalho? “Talvez não soará bem né?
Então, como se sabe, as mídias sociais nos possibilitam uma interação enorme com os mais diversos públicos, acesso a informações em tempo real, seguir personalidades etc. Porém, acredito que se deve ter cuidado com o que diz, pois quando você posta algo, de imediato, cai na rede, aí já era, ficará guardado e as pessoas podem copiar a mensagem e replicá-las e você poderá ter problemas. Mas como diz o outro: cada um faz o que quer da vida também não é? Mas você deve estar ciente e assumir os seus atos. Por isso, todo cuidado é pouco.
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