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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Adeus MSN

O anúncio é antigo, mas para os mais desavisados, o serviço Windows Live Messenger encerrará suas atividades no dia 15 de março desse ano. O anúncio foi feito pela Microsoft no início desse mês de janeiro. A partir dessa data, todas as contas serão migradas para o Skype, adquirida pela mesma organização no ano passado.

Estima-se que o MSN tenha pouco mais de 100 milhões de usuários, apesar disso, ninguém irá perder seus contatos do Messenger, pois sua conta será migrada automaticamente para o Skype ao digitar seu usuário e senha, após baixar a versão 6.0 do programa. Caso o usuário queira, pode unificar as duas contas (do SKype e do MSN) em uma única lista quando atualizar o sistema.

A decisão por parte da alta administração se deve ao alto investimento que fizeram na aquisição e investimento do Skype e não havia razão para manter no mercado dois programas parecidos para concorrer um com o outro, além disso, as redes sociais ficaram com grande parte desse mercado. Além do mais, o MSN vem perdendo muitos usuários ao longo dos anos e comparado com o Skype, ele fica muito atrás, 100 contra 280 milhões do Skype.

Mesmo entendendo os motivos da Microsoft, fiquei triste com a decisão, foi a partir do Messenger que comecei a gostar desse mundo da Internet, além do mais era uma mão na roda para todo mundo, no início, para falar com amigos, namoradas (os), colegas, paqueras. Antes, quando se conhecia alguém, se pedia ou o telefone ou MSN, quem nunca? Porém, com a popularização do celular, dos planos de Internet dispositivos móveis, Whatsapp, Facebook e Twitter, o MSN perdeu muito espaço, mas foi bom enquanto durou.

Adeus MSN!!

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/1212217-microsoft-encerrara-o-msn-no-dia-15-de-marco-tire-suas-duvidas.shtml

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

As futuras ameaças que o Facebook irá passar: Mobile e a expansão de novos produtos sociais

Estava navegando por sites que abordam o tema de redes sociais e li um artigo bem interessante, que falava sobre como seria o Facebook em 2022 e as ameaças que a rede social irá passar pelos próximos anos. Vou dividir em dois posts. O primeiro falará das ameaças. Segundo análise do autor do texto, Allen Gannett, para o portal thenextweb.com, a rede social de Mark Zuckerberg possuí duas ameaças: o móbile e o surgimento de outros produtos sociais. 

Não sabemos até quando o Facebook irá durar, mas obviamente pelo seu sucesso recente, é provável que continue a existir por um bom tempo, mas não para sempre. O que deve acontecer é o surgimento de uma nova rede social no futuro que levará a marca Facebook “nas costas” se adaptando as novas mudanças que ocorrerão na Internet.


Por conta do acesso a Internet cada vez mais massivo pelo celular, diversas oportunidades estão surgindo, como por exemplo, compartilhamentos de fotos e vídeos, como o Instagram, por exemplo que rapidamente atingiu a marca de 30 milhões de usuários antes do Facebook compra-lo nesse ano. Segundo Allen, a rede social ainda não conseguiu atender perfeitamente as lacunas oferecidas no mobile e isso no futuro pode fazer diferença, mesmo com todo o seu sucesso. Se bem que já houve certo avanço nesse sentido, com sincronias de aplicativos de compartilhamentos de fotos e vídeos e bate-papo no celular.

Outro problema que foi mencionado foi a dificuldade de obter lucros em publicidade no celular, muito em conta do tamanho da tela e do “pouco” período que usuários passam usando a rede por esse dispositivo móvel, já que aproveitam essencialmente para navegar na rede social e não ficam tão preocupados com publicidade.

A rede social também é ameaçada pela expansão de novos produtos sociais. O autor dá como exemplo o Twitter. Caso o microblog desenvolvesse a possibilidade de construir um perfil mais completo, isso poderia ser um problema ao Favebook, ou se o Instagram continuasse independente e construísse um site mais incrementado. O fato é que a próxima companhia ou rede social que será desenvolvida pelo Facebook, caso isso realmente ocorra, pode muito bem começar a partir de algum produto existente: um aplicativo de compartilhamento de fotos que se expande lentamente em uma rede social, ou um grupo de aplicativos de mensagem de texto possibilitando a construção de perfis. Contudo, o Facebook parece consciente desta ameaça e, evidentemente, está tentando se adaptar a situação.

Fontes: http://thenextweb.com/facebook/2012/08/05/what-will-facebook-look-like-in-2022/