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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Eleições 2012: Não é somente votar, tem que fiscalizar
Há poucos dias, milhões de brasileiros foram às urnas nos 23 estados e Distrito Federal para eleger prefeitos e vereadores das suas respectivas cidades. A maioria dos candidatos realizaram campanhas massivas nas redes sociais, compartilhando seu número e planos de governo ou propostas.
Além disso, ocorreram muitas manifestações populares na Internet sobre o assunto. Entre as correntes que observei tinham aqueles que pediam para os eleitores terem consciência na hora do voto, os que eram a favor de anular o voto e os que estavam pouco se lixando para a eleição em si, muito em função da desilusão com os políticos que vem nos envergonhando frequentemente nesse país.
Pois bem, apesar de ter segundo turno em algumas cidades, principalmente em capitais, como São Paulo, grande parte das pessoas costuma “esquecer” a política e só vem à tona para elas após dois anos quando ocorrerá a eleição (isso na minha opinião) para presidente, governadores, senadores e deputados. Penso que mais do que nunca temos que nos ligar nessa área e fiscalizar de perto os candidatos eleitos e os que disputarão o 2º turno também. E há algum tempo, temos fortes aliados: a Internet e as redes sociais.
Uma forma de fazer isso é imprimir ou guardar as propostas dos candidatos que postaram em suas páginas da Internet e tudo mais, pois é uma forma do eleitor cobrar seu vereador e prefeito com relação as suas promessas antes do pleito. Além disso, ter o email e o telefone, caso seja necessário, do gabinete político, que também é um canal de comunicação com o cidadão. Sei que muitos vão falar que eles nem olham esses canais e não respondem as pessoas, mas existem sim políticos que respondem (por meio de seus assessores) os questionamentos dos munícipes, por isso, é bom ter os contatos guardados. Além do mais, o cidadão pode acompanhar por meio do site das câmaras municipais ou da prefeitura o que está sendo realizado na cidade, bem como participar das sessões da câmara e, inclusive tem direito a palavra para se expressar, sugerir projetos e melhorias para seu bairro etc.
Resumindo, meios para fiscalizar e saber o andamento dos políticos na sua cidade existem, só diz que não sabe quem não vai atrás. Sei que escrevendo assim fica fácil, eu, por exemplo, não vou nas sessões da câmara ou mando email para políticos, porém busco no site da prefeitura da minha cidade saber o que está sendo realizado nela e também procuro passar para pessoas ligadas aos políticos os problemas do meu bairro e do município. Sei que parece pouco, mas se cada um fizesse sua parte, garanto que as coisas nesse aspecto estariam melhores. Também tenho consciência que muito desse desinteresse das pessoas com eleições e tudo mais se deve aos escândalos que vivenciamos com certa regularidade em nosso país, mas acredito que há uma luz no fim do túnel, como as condenações da maioria dos envolvidos no mensalão, por exemplo.
Portanto, você que já tem um novo prefeito e vereadores em sua cidade, não deixe eles fazerem o que querem, busque informação e cobrem eles quando necessário. E nos locais que terão segundo turno, analisem o passado de cada um, as propostas, se são viáveis ou não, os parceiros políticos e votem com convicção.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Eleições 2012, o que eu tenho a ver com isso
Bom, se alguém não se lembra, esse ano teremos eleições municipais. Nessa ocasião, serão eleitos prefeitos e vereadores das milhares de cidades existentes no Brasil. Sei que esse é um assunto chato para a maioria das pessoas, que tem até preguiça de ler sobre política e eu até entendo, visto que 90% do que se lê sobre o assunto são fatos abordando corrupções, falcatruas, impunidade e descaso com a sociedade.
Talvez por esses motivos citados acima, o brasileiro perdeu o interesse na política, já que na época da ditadura, muitas pessoas, em sua maioria jovens, se manifestavam e corriam riscos de serem presos ou torturados para alcançar a tão esperada democracia, da qual usufruímos hoje. Outro fator que penso ter contribuído para esse desinteresse é a impunidade que os políticos que fazem coisas erradas tem, pois desviam milhões ou se beneficiam por terem cargos públicos e bastam renunciar que na eleição seguinte lá estão eles prometendo melhorar a vida da população, tudo bem que agora tem a Ficha Limpa para amenizar um pouco, mas o povo já está cansado não é?
Então, você eleitor tem que estar mais atento ainda, pois desde algumas eleições passadas os candidatos estão podendo usar as redes sociais e a internet em geral para fazer suas propagandas políticas. Ao mesmo tempo em que pode ser um problema para você, pode ser uma arma muito eficaz para cada cidadão porque podemos cobrar efetivamente aquelas pessoas que elegemos e com materiais concretos e mais meios para exigir deles o que prometeram, pois quando a opinião pública aperta e cobra parece que as coisas acontecem e pessoas são punidas.
Nós somos responsáveis também pelas pessoas que estão no poder, por isso, nada mais do que justo fiscalizarmos. E ao escolher a pessoa em que você depositará sua confiança para levar sua cidade a frente, leve em conta sua proposta de trabalho, se vai ajudar seu município e as pessoas que ali vivem, se ela tem um passado limpo, se tem o hábito de conversar com o público e possui canais para que você possa se comunicar com ela e que obtenha respostas. E caso seja eleita, procure cobra-lá, indo ao seu gabinete, mandando email ou através de outras manifestações, busque ser uma pedra no sapato do candidato e não deixe ele se acomodar.
Sei e tenho consciência que fazer isso é complicado e não há muito interesse por grande parte dos brasileiros, mas se continuarmos nesse marasmo de ficar só reclamando ou algo assim, tudo vai ficar do jeito que está. Aos que tem o espírito mais arrojado, organizem manifestações ou algo nessa linha. Penso que falta mais gana dos jovens no sentido de se envolver em causas coletivas e de mais relevância no Brasil. Lembro que no Chile, os jovens foram na rua protestar sobre a má qualidade no ensino público, aqui, vemos jovens fazendo manifestações pela sua faculdade só aceitar alunos com base na nota do Enem.
Em relação as causas coletivas, acho que ao invés de lutar por salários maiores as classes, porque não brigar por um ensino ou um sistema público de saúde melhor. Penso sim, que os médicos, professores, policiais tinham que ganhar bem mais políticos, mas enquanto o sistema não for modernizado ou reciclado de nada vai adiantar isso, por isso, defendo primeiro a luta por causas mais abrangentes e coletivas.
Aí você leitor irá falar: “E você caro blogueiro, participa de manifestações ou algo assim?” E eu respondo que não, mas procuro ser um cidadão mais informado, fiscalizar os políticos em que votei e cobra-los e, principalmente passar as informações que sei aos menos informados para que fiquem mais consciente de seu papel na eleição, o que não deixa de ser uma contribuição, mesmo que seja minúscula, mas sinto que parte do meu papel de cidadão está sendo exercido.
Pode ser até muita viagem ou utópico tudo o que escrevi aqui, mas é bom sair do senso comum e do nosso sofá e refletir um pouco, principalmente de uma coisa séria como essa, pois nesse ano escolheremos pessoas que vão governar por 4 anos as nossas cidades e podemos deixar do mesmo jeito e ficar reclamando sem fazer nada ou se interessar um pouco mais pelo assunto e pelo menos procurar saber o que realmente se passa no nosso município, o que está sendo discutido e tudo mais, pois garanto que se mais pessoas ficassem nos pés desses políticos, o nosso país não seria essa zona.
Talvez por esses motivos citados acima, o brasileiro perdeu o interesse na política, já que na época da ditadura, muitas pessoas, em sua maioria jovens, se manifestavam e corriam riscos de serem presos ou torturados para alcançar a tão esperada democracia, da qual usufruímos hoje. Outro fator que penso ter contribuído para esse desinteresse é a impunidade que os políticos que fazem coisas erradas tem, pois desviam milhões ou se beneficiam por terem cargos públicos e bastam renunciar que na eleição seguinte lá estão eles prometendo melhorar a vida da população, tudo bem que agora tem a Ficha Limpa para amenizar um pouco, mas o povo já está cansado não é?
Então, você eleitor tem que estar mais atento ainda, pois desde algumas eleições passadas os candidatos estão podendo usar as redes sociais e a internet em geral para fazer suas propagandas políticas. Ao mesmo tempo em que pode ser um problema para você, pode ser uma arma muito eficaz para cada cidadão porque podemos cobrar efetivamente aquelas pessoas que elegemos e com materiais concretos e mais meios para exigir deles o que prometeram, pois quando a opinião pública aperta e cobra parece que as coisas acontecem e pessoas são punidas.
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| Fonte: http://blogcitario.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/politica_redessociais.jpg |
Nós somos responsáveis também pelas pessoas que estão no poder, por isso, nada mais do que justo fiscalizarmos. E ao escolher a pessoa em que você depositará sua confiança para levar sua cidade a frente, leve em conta sua proposta de trabalho, se vai ajudar seu município e as pessoas que ali vivem, se ela tem um passado limpo, se tem o hábito de conversar com o público e possui canais para que você possa se comunicar com ela e que obtenha respostas. E caso seja eleita, procure cobra-lá, indo ao seu gabinete, mandando email ou através de outras manifestações, busque ser uma pedra no sapato do candidato e não deixe ele se acomodar.
Sei e tenho consciência que fazer isso é complicado e não há muito interesse por grande parte dos brasileiros, mas se continuarmos nesse marasmo de ficar só reclamando ou algo assim, tudo vai ficar do jeito que está. Aos que tem o espírito mais arrojado, organizem manifestações ou algo nessa linha. Penso que falta mais gana dos jovens no sentido de se envolver em causas coletivas e de mais relevância no Brasil. Lembro que no Chile, os jovens foram na rua protestar sobre a má qualidade no ensino público, aqui, vemos jovens fazendo manifestações pela sua faculdade só aceitar alunos com base na nota do Enem.
Em relação as causas coletivas, acho que ao invés de lutar por salários maiores as classes, porque não brigar por um ensino ou um sistema público de saúde melhor. Penso sim, que os médicos, professores, policiais tinham que ganhar bem mais políticos, mas enquanto o sistema não for modernizado ou reciclado de nada vai adiantar isso, por isso, defendo primeiro a luta por causas mais abrangentes e coletivas.
Aí você leitor irá falar: “E você caro blogueiro, participa de manifestações ou algo assim?” E eu respondo que não, mas procuro ser um cidadão mais informado, fiscalizar os políticos em que votei e cobra-los e, principalmente passar as informações que sei aos menos informados para que fiquem mais consciente de seu papel na eleição, o que não deixa de ser uma contribuição, mesmo que seja minúscula, mas sinto que parte do meu papel de cidadão está sendo exercido.
Pode ser até muita viagem ou utópico tudo o que escrevi aqui, mas é bom sair do senso comum e do nosso sofá e refletir um pouco, principalmente de uma coisa séria como essa, pois nesse ano escolheremos pessoas que vão governar por 4 anos as nossas cidades e podemos deixar do mesmo jeito e ficar reclamando sem fazer nada ou se interessar um pouco mais pelo assunto e pelo menos procurar saber o que realmente se passa no nosso município, o que está sendo discutido e tudo mais, pois garanto que se mais pessoas ficassem nos pés desses políticos, o nosso país não seria essa zona.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Chegou a nossa vez?
Como todos sabem Hosni Mubarak renunciou ao poder após 30 anos de governo no Egito. O povo que clamou pela queda do ditador, finalmente conseguiu derrubá-lo e a expectativa é que muita coisa mude no país africano.
A “Revolução do Nilo” como foi chamada, teve um grande aliado para que os manifestantes conseguissem êxito na causa: as mídias sociais. Digo isso porque muitos encontros foram organizados utilizando-se o Twitter e Facebook, conseguindo atingir boa parte da população. Outro meio utilizado pelos manifestantes foi o SMS. Mubarak até tentou censurar esses meios de comunicação, porém o barulho já tinha se espalhado pelo mundo e a imprensa passou a ter também um papel importante nesse contexto ao divulgar em demasia os acontecimentos.
Vendo o exemplo dos egípcios me veio à cabeça se não podíamos também fazer manifestações para tirar do poder pessoas como Sarney, Maluf, ACM Neto, dentre outros que durante muito tempo vem ludibriando o povo e fazendo com que o nosso país não cresça exatamente como ele pode e deve. Tivemos um exemplo bom nas eleições do ano passado, que foi a aprovação da ficha limpa e que teve muita mobilização em busca de assinaturas por meio da internet e pressionou senadores, deputados e o então presidente Lula a aprovar a referida lei. Tudo bem que alguns políticos, que na teoria não poderiam se candidatar conseguiram se safar e foram até eleitos. Mas outros políticos não tiveram o mesmo êxito e ficaram de fora das eleições.
Acredito que como aconteceu no Egito, às mídias sociais podem ser um grande aliado do povo brasileiro para se manifestarem contra os políticos corruptos que freiam o crescimento do Brasil. Penso que ocorrerá um grande barulho em Brasília e mudanças tendem a ocorrer e também cabe a imprensa cumprir seu papel social de investigar, divulgar e apoiar essas iniciativas. Sei que pode parecer utopia minha, mas os políticos numa visão geral têm que se sentirem vigiados e saber que a população está observando eles, pois já que os órgãos responsáveis em fiscalizar essas pessoas são em muitas ocasiões coniventes, cabe a população cumprir a sua parte e tentar afastar essas do poder.
A “Revolução do Nilo” como foi chamada, teve um grande aliado para que os manifestantes conseguissem êxito na causa: as mídias sociais. Digo isso porque muitos encontros foram organizados utilizando-se o Twitter e Facebook, conseguindo atingir boa parte da população. Outro meio utilizado pelos manifestantes foi o SMS. Mubarak até tentou censurar esses meios de comunicação, porém o barulho já tinha se espalhado pelo mundo e a imprensa passou a ter também um papel importante nesse contexto ao divulgar em demasia os acontecimentos.
Vendo o exemplo dos egípcios me veio à cabeça se não podíamos também fazer manifestações para tirar do poder pessoas como Sarney, Maluf, ACM Neto, dentre outros que durante muito tempo vem ludibriando o povo e fazendo com que o nosso país não cresça exatamente como ele pode e deve. Tivemos um exemplo bom nas eleições do ano passado, que foi a aprovação da ficha limpa e que teve muita mobilização em busca de assinaturas por meio da internet e pressionou senadores, deputados e o então presidente Lula a aprovar a referida lei. Tudo bem que alguns políticos, que na teoria não poderiam se candidatar conseguiram se safar e foram até eleitos. Mas outros políticos não tiveram o mesmo êxito e ficaram de fora das eleições.
Acredito que como aconteceu no Egito, às mídias sociais podem ser um grande aliado do povo brasileiro para se manifestarem contra os políticos corruptos que freiam o crescimento do Brasil. Penso que ocorrerá um grande barulho em Brasília e mudanças tendem a ocorrer e também cabe a imprensa cumprir seu papel social de investigar, divulgar e apoiar essas iniciativas. Sei que pode parecer utopia minha, mas os políticos numa visão geral têm que se sentirem vigiados e saber que a população está observando eles, pois já que os órgãos responsáveis em fiscalizar essas pessoas são em muitas ocasiões coniventes, cabe a população cumprir a sua parte e tentar afastar essas do poder.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
As mídias sociais e o seu papel no Egito
Nos últimos dias, o Egito vem passando por um conturbado momento político, na chamada “Revolução do Nilo”, na qual manifestantes pedem o fim do governo de Hosni Mubarak, 82, que governa o país há 30 anos. Os protestos ocorrem desde o dia 25 de janeiro desse ano e levaram a morte dezenas de pessoas e a agressões de diversos jornalistas, fotógrafos e civis.
Durante todo esse período o presidente egípcio tomou medidas, como toque de recolher, bloqueio de acesso a internet e a telefonia buscando conter os protestos. Falando das mídias sociais nesse contexto, onde ela se encaixa? Vários manifestantes usaram principalmente o Twitter e o Facebook para convocar simpatizantes a participar da “Revolução do Nilo” e protestar contra o atual presidente para que este renuncie ao poder. A convocação deu certo, muitas pessoas foram para as ruas e o mais importante, ganhou dimensão internacional com várias pessoas emitindo opiniões contra o regime de Mubarak, a imprensa cobrindo os protestos e o ditador sendo pressionado.
Vendo que a força da Internet estava muito grande, o presidente resolveu tirar todo o acesso dessa importante ferramenta das pessoas, mais uma atitude autoritária de seu governo. Mais que isso, ele também bloqueou o sistema de telefonia impedindo também que as pessoas enviassem SMS para organizar melhor os protestos, além de ser mais uma ação para os indivíduos não terem acesso às informações.
Porém, contudo, todavia, as pressões internas e externas foram tantas, que Mubarak se viu obrigado a deixar o Partido Nacional Democrata (do governo) e isso foi entendido como sinal de que ele não irá disputar o cargo nas eleições presidenciais, que ocorrerá no 2º semestre.
Voltando as mídias sociais, o que eu entendo é um papel essencial dela nessa história toda porque aproximou ainda mais as pessoas que visam um país mais democrático onde elas tenham liberdade de expressão e sejam livres. A ferramenta também permitiu que o ato tomasse uma dimensão internacional e apesar de ter sido restringido o acesso à internet e telefonia, a atitude foi tarde demais porque nas redes sociais as coisas fluem em uma velocidade rápida demais e alcança proporções enormes também.
Também vejo uma evolução no aspecto dessas manifestações e acredito que agora ficou mais fácil. Porque antigamente quem organizava os protestos eram os partidos políticos conjuntamente com grupos sociais ou similares. Hoje, eles continuam se organizando, mas os civis também podem fazer o mesmo sem precisarem se encontrar em algum lugar antes é só marcar o ponto de encontro pelo Facebook, Twitter, SMS e fazer seu ato.
Então, nesse processo todo a Internet teve um papel fundamental para que o presidente egípcio finalmente montasse uma equipe de governo e, inclusive, indicasse que não participaria das eleições presidenciais desse ano, mostrando a força das mídias sociais e das pessoas que buscam mudar seu país para a melhor. Penso até que daqui a uns anos, quem sabe, meus filhos, sobrinhos ou netos não estudem na escola sobre esse fato, assim como eu estudei sobre a Revolução Russa, Revolução de 32 e Inconfidência Mineira. Seria a Revolução Digital!
Durante todo esse período o presidente egípcio tomou medidas, como toque de recolher, bloqueio de acesso a internet e a telefonia buscando conter os protestos. Falando das mídias sociais nesse contexto, onde ela se encaixa? Vários manifestantes usaram principalmente o Twitter e o Facebook para convocar simpatizantes a participar da “Revolução do Nilo” e protestar contra o atual presidente para que este renuncie ao poder. A convocação deu certo, muitas pessoas foram para as ruas e o mais importante, ganhou dimensão internacional com várias pessoas emitindo opiniões contra o regime de Mubarak, a imprensa cobrindo os protestos e o ditador sendo pressionado.
Vendo que a força da Internet estava muito grande, o presidente resolveu tirar todo o acesso dessa importante ferramenta das pessoas, mais uma atitude autoritária de seu governo. Mais que isso, ele também bloqueou o sistema de telefonia impedindo também que as pessoas enviassem SMS para organizar melhor os protestos, além de ser mais uma ação para os indivíduos não terem acesso às informações.
Porém, contudo, todavia, as pressões internas e externas foram tantas, que Mubarak se viu obrigado a deixar o Partido Nacional Democrata (do governo) e isso foi entendido como sinal de que ele não irá disputar o cargo nas eleições presidenciais, que ocorrerá no 2º semestre.
Voltando as mídias sociais, o que eu entendo é um papel essencial dela nessa história toda porque aproximou ainda mais as pessoas que visam um país mais democrático onde elas tenham liberdade de expressão e sejam livres. A ferramenta também permitiu que o ato tomasse uma dimensão internacional e apesar de ter sido restringido o acesso à internet e telefonia, a atitude foi tarde demais porque nas redes sociais as coisas fluem em uma velocidade rápida demais e alcança proporções enormes também.
Também vejo uma evolução no aspecto dessas manifestações e acredito que agora ficou mais fácil. Porque antigamente quem organizava os protestos eram os partidos políticos conjuntamente com grupos sociais ou similares. Hoje, eles continuam se organizando, mas os civis também podem fazer o mesmo sem precisarem se encontrar em algum lugar antes é só marcar o ponto de encontro pelo Facebook, Twitter, SMS e fazer seu ato.
Então, nesse processo todo a Internet teve um papel fundamental para que o presidente egípcio finalmente montasse uma equipe de governo e, inclusive, indicasse que não participaria das eleições presidenciais desse ano, mostrando a força das mídias sociais e das pessoas que buscam mudar seu país para a melhor. Penso até que daqui a uns anos, quem sabe, meus filhos, sobrinhos ou netos não estudem na escola sobre esse fato, assim como eu estudei sobre a Revolução Russa, Revolução de 32 e Inconfidência Mineira. Seria a Revolução Digital!
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
WikiLeaks: Portal de fofocas ou de prestação de serviço?
Acredito que a grande maioria já tem conhecimento do que vem a ser o WikiLeaks. Porém para quem não sabe, de acordo com o Wikipédia, ele é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia e fundada em dezembro de 2006. O site publica posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas por parte de governos ou empresas. Segundo o portal, o informante que disponibiliza as informações não tem a identidade revelada e não é possível rastrear o usuário.
Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.
Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.
Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?
Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais.
E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?
Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.
Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.
Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?
Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais.
E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Mais um ano que se vai
Pensei bastante em qual tema escreveria para fechar o ano. Não saiu nenhuma idéia original, por isso vou falar sobre uma retrospectiva do ano pra mim, abordando mais aspectos pessoais no âmbito das mídias sociais.
Comecei a curtir mídias sociais no ano passado, quando fui a um seminário de comunicação e escutei uma palestra da então desconhecida para mim, Beth Saad, Diretora de estratégias digitais da Digital Happenings, e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. Ela falou sobre esse mundo das redes sociais, Facebook, Orkut, Twitter e de como estes meios de comunicação permitem um interação maior com as pessoas etc.
A partir daí, fiz meu perfil no Twitter – já tinha Orkut – e comecei a ler e me interessar pela área. Aí as coisas foram acontecendo e passei a cuidar do perfil do Orkut da empresa em que trabalho. Em 2010, coloquei na minha cabeça que iria fazer um curso sobre isso. Pois bem, fiz dois cursos que me agregaram demais, fiz contatos, comecei a ler sobre o assunto e consegui também implantar a área de mídias sociais no meu trabalho. Um baita avanço vamos combinar!
Assim, as situações foram ocorrendo e hoje integro um grupo de estudos de redes sociais, que é composto pelo pessoal que fez o curso na ESPM e com outras pessoas que se interessam pelo assunto. Também consegui uns Jobs de mídias sociais o que me motivou ainda mais a querer trabalhar com isso. Na real, acredito que por um bom tempo vou ganhar dinheiro como analista de mídias sociais ou algo relacionado porque gosto muito desta área e acredito que ela é muito promissora. Vi também na Internet muitos jovens se manifestando e opinando sobre política - na época da eleição com maior freqüência – ainda mais porque hoje o acesso às informações está mais fácil possibilitando um debate maior nas mais diversas temáticas.
Bom, acho que resumidamente é isso que ocorreu no ano na minha vida, com relação ao meu interesse com mídias sociais e tomará que seja melhor no ano que vem.
Boas festas para todos!
Comecei a curtir mídias sociais no ano passado, quando fui a um seminário de comunicação e escutei uma palestra da então desconhecida para mim, Beth Saad, Diretora de estratégias digitais da Digital Happenings, e professora titular do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. Ela falou sobre esse mundo das redes sociais, Facebook, Orkut, Twitter e de como estes meios de comunicação permitem um interação maior com as pessoas etc.
A partir daí, fiz meu perfil no Twitter – já tinha Orkut – e comecei a ler e me interessar pela área. Aí as coisas foram acontecendo e passei a cuidar do perfil do Orkut da empresa em que trabalho. Em 2010, coloquei na minha cabeça que iria fazer um curso sobre isso. Pois bem, fiz dois cursos que me agregaram demais, fiz contatos, comecei a ler sobre o assunto e consegui também implantar a área de mídias sociais no meu trabalho. Um baita avanço vamos combinar!
Assim, as situações foram ocorrendo e hoje integro um grupo de estudos de redes sociais, que é composto pelo pessoal que fez o curso na ESPM e com outras pessoas que se interessam pelo assunto. Também consegui uns Jobs de mídias sociais o que me motivou ainda mais a querer trabalhar com isso. Na real, acredito que por um bom tempo vou ganhar dinheiro como analista de mídias sociais ou algo relacionado porque gosto muito desta área e acredito que ela é muito promissora. Vi também na Internet muitos jovens se manifestando e opinando sobre política - na época da eleição com maior freqüência – ainda mais porque hoje o acesso às informações está mais fácil possibilitando um debate maior nas mais diversas temáticas.
Bom, acho que resumidamente é isso que ocorreu no ano na minha vida, com relação ao meu interesse com mídias sociais e tomará que seja melhor no ano que vem.
Boas festas para todos!
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Na Internet também se fala de política
Depois de muitos meses, finalmente acabaram as eleições. Definidos os representantes do nosso país para os próximos quatro anos e, no caso dos senadores, oito anos. Encerrada esta etapa do que muitos chamam de processo eleitoral democrático, destaco que essa foi a primeira eleição onde foi permitido o uso da Internet.
Esta foi uma ótima experiência, na minha opinião, para que os candidatos pudessem apresentar suas propostas, interagir com seus eleitores e criar um vínculo com eles. Alguns políticos, além de usar a Internet em si para fazer propagandas, utilizaram as mídias sociais para disseminar sua campanha e conseguir votos, em especial o Twitter e Facebook.
Avalio que uma parte deles conseguiu utilizar bem estas ferramentas ao conversar e responder perguntas de seus seguidores, falar sobre suas propostas e até compartilhar um pouco sobre sua vida particular para mostrar que acima de tudo também são seres humanos, o que acredito que aproxima ainda mais as pessoas do candidato. Observei também que outros fizeram “twitcam” e criaram comunidades para obter maior apoio do eleitorado e mais votos, claro. Contudo, muitos não souberam aproveitar as mídias sociais para conseguirem votos e se aproximarem do seu eleitorado, pois apenas jogavam informações e não interagiram com o público, achando que somente estando em um Twitter ou Facebook já seria o suficiente, muito pelo contrário isto gerou rejeição e até perda de votos.
Outro aspecto bacana que vi nestas eleições no ambiente da Internet, foi que muitos jovens comentaram e argumentavam sobre a política, candidatos, propostas etc, o que me parece que há certo crescimento de interessa por parte da população jovem do Brasil por política, um fato que muita gente vem cobrando nos últimos anos, o que significa um grande passo já que dizem que os jovens são o futuro do país.
Então considero positiva esta primeira eleições com o uso da Internet e apesar de muitos candidatos não terem aproveitado esta oportunidade, outros conseguiram e, provavelmente, nas próximas eleições eles vão olhar com uma visão mais estratégica e bem articulada para este grandioso e importante meio de comunicação que é a Internet.
Esta foi uma ótima experiência, na minha opinião, para que os candidatos pudessem apresentar suas propostas, interagir com seus eleitores e criar um vínculo com eles. Alguns políticos, além de usar a Internet em si para fazer propagandas, utilizaram as mídias sociais para disseminar sua campanha e conseguir votos, em especial o Twitter e Facebook.
Avalio que uma parte deles conseguiu utilizar bem estas ferramentas ao conversar e responder perguntas de seus seguidores, falar sobre suas propostas e até compartilhar um pouco sobre sua vida particular para mostrar que acima de tudo também são seres humanos, o que acredito que aproxima ainda mais as pessoas do candidato. Observei também que outros fizeram “twitcam” e criaram comunidades para obter maior apoio do eleitorado e mais votos, claro. Contudo, muitos não souberam aproveitar as mídias sociais para conseguirem votos e se aproximarem do seu eleitorado, pois apenas jogavam informações e não interagiram com o público, achando que somente estando em um Twitter ou Facebook já seria o suficiente, muito pelo contrário isto gerou rejeição e até perda de votos.
Outro aspecto bacana que vi nestas eleições no ambiente da Internet, foi que muitos jovens comentaram e argumentavam sobre a política, candidatos, propostas etc, o que me parece que há certo crescimento de interessa por parte da população jovem do Brasil por política, um fato que muita gente vem cobrando nos últimos anos, o que significa um grande passo já que dizem que os jovens são o futuro do país.
Então considero positiva esta primeira eleições com o uso da Internet e apesar de muitos candidatos não terem aproveitado esta oportunidade, outros conseguiram e, provavelmente, nas próximas eleições eles vão olhar com uma visão mais estratégica e bem articulada para este grandioso e importante meio de comunicação que é a Internet.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Respeito ao próximo também vale na política
Bom, neste post vou abordar a política, principalmente na Internet, como enxergo que as pessoas estão se comportando e manifestando com relação a esta temática. Há uns post atrás falei sobre política nas redes sociais que muita gente a esta utilizando para se expressar sobre as eleições e tudo mais, o que acredito ser extremamente positivo, pois pelo que parece realmente boa parte da nossa querida nação está se preocupando com o rumo do Brasil.
Até aí tudo tranqüilo, porém continua me incomodando o modo que certas pessoas tentam persuadir as outras a votar em seu candidato. Observo certo terrorismo – sei que não é a palavra certa, mas foi a única que veio na minha cabeça – porque direto vejo emails, correntes, informações e publicações totalmente desencontradas, com poucos embasamentos e fontes duvidosas. É certo também que muitas dessas notícias os próprios partidos plantam para que sejam disseminadas na Internet, rádio, televisão, entre outros meios de comunicação. Mas para as pessoas que possuem acesso à informação, não custa nada pesquisar um pouco mais para saber se o fato procede ou não porque no momento em que você compartilha estas informações duvidosas ou inverdades, você contribui para a desinformação dos demais.
Nada contra as pessoas se manifestarem contra ou a favor de um candidato ou partido, mas desde que respeitem a opinião dos outros e se querem mudar a opinião de seus colegas, amigos etc devem expressar fatos, números e informações que comprovem o que estão dizendo. Se por acaso, isto não for suficiente, tudo bem a vida segue e deve-se respeitar o pensamento do próximo, seja ele favorável ou não, afinal somos livres pelo que sei não?
Estamos chegando em um momento de decidir quem será o próximo presidente do Brasil. Qualquer que seja o resultado, devemos torcer para que esta pessoa faça um bom governo porque vejo muitas pessoas torcerem para dar errado as coisas politicamente só para dizer: “Está vendo, avisei que se votasse nesse indivíduo o Brasil ficaria mal, bem feito” (sim, eu já escutei isso uma vez). Se por ventura este presidente fizer um péssimo governo, quem sofrerá as conseqüências serão todos nós.
Então vamos continuar nos interessando por política, que confesso é um assunto complexo, mas respeitemos a opinião e posições dos outros, pois vivemos em um país com liberdade de expressão, onde todos têm vez. Vote consciente, busque saber o que o candidato fez de bom para sua cidade, estado e/ou país e aposte na sua convicção e não os que outros acham que é o melhor. Bom, é esta minha opinião, que pode estar totalmente equivocada, mas até que me provem o contrário acredito que assim que devemos seguir nossa conduta neste tema.
Até aí tudo tranqüilo, porém continua me incomodando o modo que certas pessoas tentam persuadir as outras a votar em seu candidato. Observo certo terrorismo – sei que não é a palavra certa, mas foi a única que veio na minha cabeça – porque direto vejo emails, correntes, informações e publicações totalmente desencontradas, com poucos embasamentos e fontes duvidosas. É certo também que muitas dessas notícias os próprios partidos plantam para que sejam disseminadas na Internet, rádio, televisão, entre outros meios de comunicação. Mas para as pessoas que possuem acesso à informação, não custa nada pesquisar um pouco mais para saber se o fato procede ou não porque no momento em que você compartilha estas informações duvidosas ou inverdades, você contribui para a desinformação dos demais.
Nada contra as pessoas se manifestarem contra ou a favor de um candidato ou partido, mas desde que respeitem a opinião dos outros e se querem mudar a opinião de seus colegas, amigos etc devem expressar fatos, números e informações que comprovem o que estão dizendo. Se por acaso, isto não for suficiente, tudo bem a vida segue e deve-se respeitar o pensamento do próximo, seja ele favorável ou não, afinal somos livres pelo que sei não?
Estamos chegando em um momento de decidir quem será o próximo presidente do Brasil. Qualquer que seja o resultado, devemos torcer para que esta pessoa faça um bom governo porque vejo muitas pessoas torcerem para dar errado as coisas politicamente só para dizer: “Está vendo, avisei que se votasse nesse indivíduo o Brasil ficaria mal, bem feito” (sim, eu já escutei isso uma vez). Se por ventura este presidente fizer um péssimo governo, quem sofrerá as conseqüências serão todos nós.
Então vamos continuar nos interessando por política, que confesso é um assunto complexo, mas respeitemos a opinião e posições dos outros, pois vivemos em um país com liberdade de expressão, onde todos têm vez. Vote consciente, busque saber o que o candidato fez de bom para sua cidade, estado e/ou país e aposte na sua convicção e não os que outros acham que é o melhor. Bom, é esta minha opinião, que pode estar totalmente equivocada, mas até que me provem o contrário acredito que assim que devemos seguir nossa conduta neste tema.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
E a política vira assunto nas mídias sociais, mas até quando?

Estamos em uma época na qual um dos assuntos mais falados no Brasil é política. Nada de estranho já que na semana passada milhões de pessoas escolheram seus deputados federais e estaduais, governadores, senadores e presidente. Em alguns estados a disputa para governador foi para o segundo turno, assim como a de presidente – para frustração de alguns e alívio de outros.
Nas mídias sociais houve diversas manifestações, comentários, críticas e opiniões sobre as eleições e a política no nosso país. Acredito que foi a primeira vez que isto aconteceu neste meio e o mais importante foi a presença de muitos jovens se expressando sobre diversos aspectos relacionados a este tema, o que pode sinalizar o interesse deste público na causa e de acompanhar o que nossos políticos estão fazendo para o bem do Brasil. Na rede, eu observei diversas correntes, campanhas, opiniões etc sobre propostas e do caráter dos candidatos, um fato extremamente positivo porque quem for eleito verá que, agora, milhões de pessoas estão olhando seus passos não somente pela televisão, rádio, jornais e revistas, mas também pela Internet.
Porém me veio a cabeça uma dúvida e uma posição que me incomodou nos diálogos nas mídias sociais. A dúvida: será que toda esta galera ou a maioria que se manifestou na Internet cobrando mudanças e postura na nossa política continuará acompanhando as condutas dos candidatos eleitos durante seus mandatos, verificando o que estão fazendo de bom pelo seu país, estado e município? Será que a população sabe que todas as sessões nas câmaras de vereadores e nas assembléias legislativas são abertas ao público e que eles tomam decisões importantes com relação a projetos? Que são realizadas audiências públicas para consultar os cidadãos sobre medidas e assuntos controversos para que posteriormente se tornem Leis? Que todos os contratos com empresas contratadas por meio de licitações estão disponíveis para a população? Faço estas perguntas porque eu procuro me interar sobre o que acontece, pelo menos na minha cidade, sei que para muitos política é chata, mas ela está e sempre estará presente em nossas vidas, portanto temos que nos engajar na causa.
O incomodo que eu sinto, foi observar nas mídias sociais muitas pessoas criticando as outras por optar pelo candidato ou partido X ou Y. Cada um tem total direito de discordar do outro, porém deve respeitar a opinião das pessoas. Na minha modesta opinião, você pode expor argumentos concretos e convincentes para pelo menos gerar uma dúvida ou reflexão da pessoa para que ela possa comparar os dois pensamentos e rever sua posição. Mas o que vi, na maioria dos casos, foram pessoas confundirem liberdade de expressão com “quem não concorda comigo, está errado” ou algo nesta linha. Calma, todo mundo é diferente, existem pessoas que possuem pensamentos semelhantes e divergentes e a graça do ser humano é ser diferente, senão o mundo seria muito chato.
Então, achei positivo este movimento nas mídias sociais de manifestação de opiniões sobre a política no nosso país, principalmente pelos jovens, pois como os mais velhos dizem: “Somos o futuro do Brasil” e, sinceramente espero que este movimento não seja apenas temporário e que esteja em pauta frequentemente, menos na hora da diversão não, se não fica chato também!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Bra Bra Brasilll

Bom como todos sabem, estamos no período eleitoral e tudo mais e o Ministério da Justiça orienta de como é importante votar consciente, aquelas coisas todas que toda eleição eles divulgam, porém concordo com as propagandas e realmente deveríamos pensar no voto consciente. Os brasileiros não têm muito a cultura de se engajar na política por motivos históricos, pelo fato de termos uma democracia muito recente e também porque a maioria dos nossos políticos não ajudam, por conta dos mensalões, quebras de sigilos, corrupção em geral que terminam desanimando nós brasileiros.
Apesar disso, eu, particularmente, curto política, pois ela está presente em nossas vidas. Tudo que fazemos esbarramos na política, ao comprar um simples pãozinho a política já entra em nossas vidas. Feita esta longa introdução, vou começar a focar. Neste ano, elegeremos Presidente, Governador, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Estas pessoas serão as principais responsáveis pelo rumo que nosso país irá tomar nos próximos quatro anos – no caso dos senadores oito anos. Por isso, temos que ter muita consciência na hora de votar, é duro assistir o horário eleitoral, porém existem algumas propostas que valem a pena prestar atenção e analisá-las para realmente definir quais candidatos serão os melhores para o nosso querido país.
O que mais me irrita é ver que pessoas votarão no Tiririca, Cameron Brasil, Mulher Pêra, Melão, entre outras figuras que nada entendem de política e não possuem nenhuma proposta que vai contribuir para melhorar a saúde, educação, qualidade de vida, entre outros aspectos. Realmente é difícil acreditar que a política no Brasil vai mudar, mas com estas pessoas citadas acima é que não muda mesmo. Hoje, se pode acompanhar cada passo dos políticos, por meio dos sites dos próprios, do Senado, da Câmara, dos Ministérios, além disso, as sessões da Câmara são abertas ao público. Lá, eles votam diversos projetos que nem imaginamos e mudam nossas vidas, aumentam uma taxa aqui, entre outras coisas.
Finalizando, os candidatos que ganharem as pessoas não podem torcer contra, pois será como se estivéssemos torcendo contra nós mesmos, que estes governantes façam trabalhos brilhantes e lembrem que representam 190 milhões ou mais de brasileiros, onde, em sua maioria, acordam cedo, ganham mal, sofrem e sustentam uma família inteira e até mesmo aqueles que têm uma condição melhor, mas que também trabalham e ganham seu dinheiro honestamente.
Sei que não é nada fácil acompanhar isto, mas acredito que o nosso país tem muito potencial e nós também temos responsabilidade, pois elegemos estas pessoas, vai parecer brega e clichê, mas votem conscientes e tentem acompanhar a conduta destes políticos.
Apesar disso, eu, particularmente, curto política, pois ela está presente em nossas vidas. Tudo que fazemos esbarramos na política, ao comprar um simples pãozinho a política já entra em nossas vidas. Feita esta longa introdução, vou começar a focar. Neste ano, elegeremos Presidente, Governador, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Estas pessoas serão as principais responsáveis pelo rumo que nosso país irá tomar nos próximos quatro anos – no caso dos senadores oito anos. Por isso, temos que ter muita consciência na hora de votar, é duro assistir o horário eleitoral, porém existem algumas propostas que valem a pena prestar atenção e analisá-las para realmente definir quais candidatos serão os melhores para o nosso querido país.
O que mais me irrita é ver que pessoas votarão no Tiririca, Cameron Brasil, Mulher Pêra, Melão, entre outras figuras que nada entendem de política e não possuem nenhuma proposta que vai contribuir para melhorar a saúde, educação, qualidade de vida, entre outros aspectos. Realmente é difícil acreditar que a política no Brasil vai mudar, mas com estas pessoas citadas acima é que não muda mesmo. Hoje, se pode acompanhar cada passo dos políticos, por meio dos sites dos próprios, do Senado, da Câmara, dos Ministérios, além disso, as sessões da Câmara são abertas ao público. Lá, eles votam diversos projetos que nem imaginamos e mudam nossas vidas, aumentam uma taxa aqui, entre outras coisas.
Finalizando, os candidatos que ganharem as pessoas não podem torcer contra, pois será como se estivéssemos torcendo contra nós mesmos, que estes governantes façam trabalhos brilhantes e lembrem que representam 190 milhões ou mais de brasileiros, onde, em sua maioria, acordam cedo, ganham mal, sofrem e sustentam uma família inteira e até mesmo aqueles que têm uma condição melhor, mas que também trabalham e ganham seu dinheiro honestamente.
Sei que não é nada fácil acompanhar isto, mas acredito que o nosso país tem muito potencial e nós também temos responsabilidade, pois elegemos estas pessoas, vai parecer brega e clichê, mas votem conscientes e tentem acompanhar a conduta destes políticos.
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