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segunda-feira, 26 de março de 2012

Polêmicas nas redes sociais, como lidar?

Como a essência do meu blog é sobre comportamento das pessoas nas redes sociais, escrevo sobre um assunto que é fundamentalmente comportamental. Venho observado nos últimos meses, principalmente em minha timeline do Facebook que muitas pessoas ou têm certa dificuldade de interpretar textos ou simplesmente não conseguem lidar com opiniões contrárias as delas.

Quando por exemplo, uma determinada pessoa posta algo polêmico ou controverso, ela já tem que ter a consciência de que divergências irão ocorrer e pessoas podem não concordar com o seu pensamento, cabendo a ela argumentar e expor os motivos que explique ou justifique o que ela disse anteriormente. Tudo bem que você terá que explicar bastante os seus pensamentos, mas têm vezes que vejo amigos discutindo rispidamente por conta disso e não respeitam o ponto de vista do outro que não foi ofensivo no que escreveu, apenas mostrou seu ponto de vista. Só que o problema maior é que parece que essas pessoas não fazem muita questão de ler o que foi escrito anteriormente, pois continuam falando e discutindo sem ao menos refletir sobre uma opinião controversa.

Obviamente que ninguém é obrigado a aceitar tudo o que é dito ou escrito, mas é necessário respeitar, a menos que seja um comentário racista ou em teor de discriminação, aí sim acredito que não há nada que justifique. Aprendi na faculdade que não podemos ser alienados e ir de acordo com o senso comum, devemos ter opinião própria e defender nossos princípios com fatos nos quais acreditamos, então por que uma grande maioria se sente confrontada quando são questionadas ou não concordamos com pensamentos que vão de acordo com o da maioria? Alguns são até chamados de “olha aí o do contra”. Particularmente, acho legais debates sadios e que agregam muito mais as pessoas envolvidas, pois passamos a enxergar determinadas situações de uma maneira nova ou diferente e ajuda a formar melhor ainda seu pensamento em relação a algo.

Fonte: blogdocatarino.com

O problema é que em algumas situações, a pessoa não lê direito o que você quis dizer, aí vem com várias pedras na mão, aí você explica novamente e parece que falou grego e outra vez não é compreendido e o debate acaba virando briga. Posso estar até exagerando, mas os fatos relatados aqui tenho observado com freqüência e não sei se a galera leva para o lado pessoal ou não, mas torna o ambiente muito chato e complicado.

Eu mesmo postava algumas coisas polêmicas, mas devido a esses problemas citados acima, parei um pouco e prefiro explanar aqui no blog, não que isso adiantará alguma coisa porque as opiniões controvérsias continuarão ocorrendo, mas é que acho muito ridículo ficar discutindo em Facebook e Twitter, debater é legal, mas brigas ou algo assim acho desnecessário, então uso o blog que é melhor.

Então era isso o que queria compartilhar com vocês e tenho a consciência de que se posto algo controverso ou passível de debates, com certeza terão pessoas que irão contra os meus argumentos, cabe a mim defende-los e aceitar as críticas, desde que não sejam ofensivas e caso esteja errado em algum momento, ter a simplicidade de admitir que errei, pois não é vergonha nenhuma aceitar que estava errado, não é mesmo?

quinta-feira, 22 de março de 2012

Como é formado o profissional de Social Media.

Algumas semana atrás rolou o Social Media Week em vários lugares no mundo, como estou em Londres resolvi ir conferir o que rolou na semana por aqui. Logo no primeiro dia, uma das primeiras palestras foi a respeito do perfil do profissional de Social Media, sobre quem é esse profissional, quais são suas características e como ele é formado.

Claro que para um tema como esse não basta ter a opinião de um profissional de Social Media, mas também de consultores na área de marketing e recrutadores. Essa palestra teve a participação de uma galera de peso assim como Kathryn Corrik (@kcorrick), consultora em Digital Media, Rebecca Gloyne (@beckyfolb) Gerente Global de Aquisição de Talentos da Nokia, Charlie Elise Duff (@charlie_elise) Gerente de Comunidade na Brave New Talent, Ruxandra Fratescu (@rruxx) Consultora de Recrutamento e Niall Cook (@niallcook) Cofundador da Sociagility.

Pra quem quiser o perfil dessa galera com Twitter e Linkedin estará disponível no final do post.
 


Bom, mas o que essa galera propôs foi debater qual o perfil do profissional de Social Media e onde o mesmo é formado.

A conclusão que cheguei e que me surpreendeu em relação a formação do profissional,  que o profissional essencialmente não é formado na faculdade e basicamente a empresa acaba sendo fundamental na formação do mesmo. Todos sabemos que esse mercado já é uma realidade, mas que alguns estão tentando se aprimorar, outros ainda são cautelosos, mas infelizmente a faculdade ainda não está fazendo o seu papel. Outro ponto muito discutido entre os profissionais é que as faculdades focam em mídias diretas e acabam não ensinando a comunicar de forma geral, comunicar bem, comunicar independentemente de uma mídia especifica.

Outro buraco que os consultores, profissionais da área e, principalmente os recrutadores discutiram e chegaram em um comum acordo é que as faculdades e universidades não tem direcionado o aluno para o campo de atuação correto, falta suporte para ajudar o aluno se aprimorar e se especializar em um área específica no mercado da comunicação e do marketing.

Claro que não basta colocarmos a culpa nas faculdades e universidades, mas também no aluno. O aluno de comunicação também é responsável por cobrar seus professores e chefes, afinal Social Media é uma ferramenta que é tão recente para os docentes como para os alunos.

Agora falando especificamente do profissional de Social Media o perfil é muito fácil de ser traçado e basicamente tem algumas características que esse profissional tem que ter, como por exemplo:

• Ligado em tendências;
• Influenciador;
• Persuasivo.
• Objetivo
• Excelente comunicação

Essas características são muito importantes para um comunicador em geral, mas para o profissional de Social Media são requisitos.

Claro que uma coisa que é muito importante citar aqui é que as próprias empresas já entenderam essa falta de profissionais realmente especializados no mercado de trabalho e que elas estão dispostas a "educar" e profissionalizar os novos profissionais por conta da importância para ambos os lados.

A industria do Social Media cresce a cada dia e necessita de mais profissionais especializados, é uma grande oportunidade para muitos profissionais da área de comunicação, basta sabermos como agarrar e principalmente se firmar nesse mercado.

Minha grande dúvida é até quando as empresas vão estar dispostas a aceitarem esses profissionais sem experiência e também quanto tempo vai levar para as faculdades desenvolverem uma nova grade de ensino onde englobe os novos meios de comunicação?

Por Rafael Almeida (@bigtitos)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Facebook inova com o recurso “Linha do Tempo”

Zuckerberg anunciando novas mudanças do Facebook - fonte: http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/09/22/novo_fb_gde.jpg


Na última semana comecei a utilizar o recurso “Linha do Tempo” do Facebook. De início, curti muito, achei o esquema muito bem montado e reúne informações importantes sobre a vida e o cotidiano do usuário.

Nesse recurso, é possível buscar informações por data, desde a criação da conta do seu perfil, até o momento, além das postagens mais populares do período. A novidade foi anunciada em setembro pelo CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, que na época disse: “É a história de sua vida e tem três pedaços. Seus aplicativos, suas histórias e um jeito de expressar quem você é. Queremos fazer da Timeline um lugar que você se orgulha de chamar de 'casa'.” As outras mudanças que já ocorreram, bem como minha opinião, vocês podem conferir no post Zuckerberg anuncia novas funcionalidades para o Facebook.

Também através de aplicativos, será possível compartilhar o que você está lendo, ouvindo, por onde viajou etc, tornando mais atraente a rede social. Contudo continuo achando uma caguetagem  aquela barra de rolagem no canto superior direito, que mostra todas as atualizações, o que você escreveu no mural das pessoas e tudo mais, mas essa “Linha do Tempo” ficou bacana. Como ainda estou me habituando, deve ter mais coisas que esqueci de escrever aqui, mas quem quiser falar sobre sua experiência, compartilhe aqui.

Ah, quem ainda não tem acesso a esse recurso é só entrar nesse link.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Facebook supera o Orkut em número de usuários pela primeira vez no Brasil

O que vinha se anunciando há tempos, mas que ainda não tinha acontecido, já virou realidade. De acordo com a revista IstoÉ Dinheiro - que disse ter tido a acesso a uma pesquisa do Ibope – em sua atual edição de setembro, o Facebook ultrapassou o Orkut em números de usuários aqui no Brasil.

Segundo a revista, a rede social de Mark Zuckerberg atingiu em agosto 30 milhões de usuários contra 29 milhões do Orkut. No mês de julho, O Facebook já estava na cola da rede social da Google e tinha cerca de 28,8 milhões de pessoas na rede. Os meios de comunicação especializados em mídias sociais apontam diferenças desses números com relação a outros levantamentos, dizendo que o Orkut ainda seria líder com uma certa folga. Porém temos que levar em consideração que as metodologias de cada instituto de pesquisa é diferente, mas o fato é que isso já estava anunciado a tempos.

Li em uma reportagem do portal IDG NOW que por meio de sua assessoria no Brasil, o Facebook não confirmou ter sido a fonte da informação, alegando que não comenta números da concorrência. Na última vez que a rede social divulgou seus números, o Facebook informou que tem 25 milhões de usuários no Brasil e mais de 750 milhões de usuários ativos.

Fonte: http://www.agenciars.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook-orkut.jpg

Na real, isso não me surpreende em nada e se esses dados realmente forem verídicos,  apesar do Orkut ter uma grande popularidade aqui no nosso país, ele já perdeu a graça para muitas pessoas faz tempo. Desconfio que muita gente tenha um perfil na rede social da Google, porém não acessa faz meses ou anos, como é o meu caso. É bem verdade, que não se pode desprezar esses 29 milhões de pessoas, pois é uma quantidade bem significativa, mas penso que aos poucos o Orkut vai sumindo do mapa, prova disso é o lançamento do Google+, que quer bater de frente com o Facebook.

Se o Orkut irá acabar, não sei. O que devemos levar em consideração é que muitas pessoas ingressaram nas redes sociais por causa dele e a base de estudos na área de mídias sociais, de comunicação e até educacional utilizaram o Orkut como modelo, todavia tudo na vida tem seu tempo e isso parece que está acontecendo com ele.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O #mimi das pessoas nas redes sociais

Vivemos em um mundo muito corrido, em que temos diversas responsabilidades, somos cobrados diariamente pelos nossos chefes, clientes, parentes, entre outras pessoas do nosso cotidiano. Convivemos em um ambiente, em sua grande maioria, rodeado de estresse, o que nos deixa muito cansado e com a cabeça cheia. As redes sociais, nos últimos anos, surgiram como mais uma opção de válvula de escape para os indivíduos, pois além das possibilidades de compartilhamento de informações, fotos e vídeos, têm uma maneira descontraída e em alguns momentos até cômica, o que nos ajuda a tirar um pouco esse estresse e esquecer momentaneamente desse mundo agitado que vivemos.

Porém, contudo, todavia, venho observando alguns comportamentos que me incomodaram e me fizeram escrever esse post. As pessoas levam as coisas que postamos nas mídias sociais muito a sério, reclamam e criticam demais. Não se pode postar uma piada ou postar algo que determinadas pessoas não concordam que aparece um monte de gente com várias pedras na mão para lhe atirar. Calma gente, não precisa levar tão a sério as coisas na rede. Claro, que se forem conteúdos racistas, desrespeitosos ou algo similar, o indivíduo deve ser repreendido mesmo, caso contrário, não há motivo para revoltas.

Pessoas do mundo artístico são algumas que enfrentam esse problema, principalmente artistas que tem Twitter. O Bruno Mazzeo ao ver pela primeira vez o Luan Santana disse no seu perfil do Twitter que o cantor era a versão vesga do Wagner Moura, pois o cantor sertanejo realmente é estrábico. Depois de ter postado isso, ele recebeu milhares de tweets de fãs de Luan xingando e ofendendo ele pela declaração. Deixando de lado se você gosta ou não do Mazzeo, não vi nada demais no comentário dele, pois não interpretei o comentário como uma ofensa ou algo assim, visto que realmente o rapaz tem esse problema, o que não o impede de seguir sua vida normalmente, mas esse fato gerou e gera polêmica até hoje.

Fonte: http://parafernaliasvirtuais.files.wordpress.com/2011/05/e5f2_like_dislike_stamp_set.jpg?w=510&h=441 

Falando de exemplos de pessoas próximas a mim, o que eu já vi de brigas de amigos meus via rede social não é brincadeira e, às vezes, pessoas que nem te conhecem direito vem te criticar ou entra na conversa do nada. Em algumas ocasiões temos que ter bom senso, se é postada uma mensagem de certa pessoa e você não concorda, não precisa ficar batendo boca, principalmente se você não a conhece direito. Para isso foi criada a opção unfollow, no Twitter, ou ocultar publicações da pessoa em questão, no Facebook.

Tudo bem, que nas mídias sociais podemos ser mal interpretados porque não há como saber se a pessoa foi irônica, se falou a verdade etc, talvez, por conta disso ocorram esses fatos, mas por isso que eu acho que as pessoas devem ir com mais calma e com menos pedras na mão nas suas atitudes na rede. O mundo já é tão corrido e complicado, então para que complicar mais? Se bem que essa é uma opinião minha e posso estar equivocado em diversos pontos. Minha intenção não é causar polêmica ou julgar ninguém porque não tenho essa capacidade nem esse direito, só acho que partes dos usuários reclamam muito dos outros e fazem muito #mimimi. Para mim, as mídias sociais são um local ótimo para sabermos de notícias do dia-dia, postarmos fotos, vídeos e compartilhar informações relevantes, manter contato com amigos e não saber das lamentações dos outros.

Um depoimento da publicitária Ana Carolina Mori resumi bastante o que eu acho do uso das redes sociais e finaliza esse post. “Aposto que se você fizer uma pesquisa ampla, vai ver que as opiniões são muitas. Eu uso as redes sociais em busca de noticias, sou uma pessoa viciada em noticias e pra falar com meus amigos e não para ler mimimi, onde as pessoas estão ou se está legal ou péssimo o dia delas.”

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Você é totalmente responsável por aquilo que diz, tuita e compartilha

Quando fui no Youpix – evento de mídias sociais –  na metade do 1º semestre desse ano, assisti a um debate que falava sobre como aquilo que dizemos na Internet pode impactar nossas vidas, para o bem ou para o mal.

Um dos exemplos usados foi daquela estudante de direito que publicou em seu twitter a infeliz frase: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”. O comentário foi postado na última eleição para presidente, após confirmada a vitória da presidente Dilma. Diante disso, lá no evento, o pessoal começou a discutir que as pessoas devem ter cuidado ao dizer algo, pois quando cai na Internet pode ser replicado para milhões de pessoas e dependendo do que for, pode te ajudar ou lhe prejudicar.

Fonte: http://www.pontomarketing.com/wp-content/uploads/sns.jpg 
Por isso, eles fizeram uma espécie de mandamento das redes sociais. Eu anotei super rápido e algumas delas nem consegui copiar, bem como as pessoas que criaram as frases. Então já esclareço que não fui eu que criei, mas tomei conhecimento delas no Youpix. Algumas delas eu concordo, outras não, mas vale a discussão e fiquem à vontade para criticar, compartilhar etc.

Mas antes de qualquer coisa, é preciso ter bom senso na rede e ter consciência que nem tudo que você faz ou pensa deve ser compartilhado na Internet, mas aí vai de cada um. Bom, vejam abaixo as frases.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que tuitas”

“Terás consciência de que o milagre da multiplicação dos followers não levará à tua canonização”

“Não imploras por seguidores. Jesus quando estava vivo só tinha 12 e não reclamava”

“Se teu timeline no Twitter é uma bomba, não reclames, a culpa é tua”

“Deus no céu e Google na terra”

“Não twittarás indiretas para o vosso chefe”

“Não cutucarás ninguém no Facebook! A não ser que tenhas segundas intenções”

“Não esquecerás que o Orkut foi quem lhe ensinou a conviver em redes sociais digitais”

“Não darás falso testemunho usando o mesmo IP”

“Pedir para se fazer um viral é a mesma coisa que se fazer um Best-seller”

“Não tuite se estiver bêbado”

domingo, 26 de junho de 2011

No Facebook, marcas devem criar Fan Pages e não perfil

Quantas vezes você já não recebeu uma solicitação de amizades no seu Facebook de empresas querendo adicioná-lo? Não sei vocês, mas eu já recebi muitas e rejeito todas. Por quê? Porque marcas não devem criar perfil para poder interagir com os usuários, fazer seu merchandising ou qualquer tipo de ação nesse nível, pois para isso a empresa de Mark Zuckerberg possibilitou que desenvolvêssemos as chamadas Fan Pages, em português, páginas de fãs.

Fonte: http://www.masternewmedia.org/images/facebook_fan_page_how_create_id353768.jpg
O que são Fan Pages?

A maioria deve saber, mas para quem não sabe, as Fan Pages do Facebook podem ser criadas por qualquer pessoa e serve para representar uma entidade, marca, pessoa pública etc. É muito útil para que você possa divulgar sua página para todo mundo, possibilitando que os usuários tomem conhecimento de informações e notícias sobre seus produtos e serviços, além disso, é permitido enviar e compartilhar fotos e vídeos para incrementar mais a Fan Page.

Sempre que o usuário curtir sua página, aparecerá no mural do mesmo todas as atualizações dessa página. Aliás, o número de pessoas que podem curtir a página é ilimitado, já em um perfil, ele é limitado. Caso deseje, pode compartilhar essas informações com todos os seus contatos do Facebook, o que pode gerar mais pessoas tráfego para a Fan Page da sua marca. Também é permitido incluir aplicativos, feed de notícias, vídeos do YouTube. Ah, e a forma de mensurar fica mais fácil, uma vez que o Facebook lhe fornece estatísticas básicas, número de pessoas que curtiram uma postagem e também pelos comentários dos usuários.

Para simplificar mais o assunto, pessoas têm perfil, pois nele compartilhamos informações da nossa vida, fotos com amigos, vídeos engraçados e por aí vai. Para empresas, ter um perfil não compensa, pois não permite publicidade e gera certo incomodo por adicionar pessoas que nem conhecemos por isso, a Fan Page é a melhor escolha porque curti quem quer e por livre e espontânea vontade.

Na sua página de fãs, você também pode criar uma espécie de abas, separando por conteúdo que você julgue necessário estar em um local mais destacado. Aliás, muitas empresas fizeram das Fan Pages, seus sites institucionais. A partir disso se tem uma noção de como essa ferramenta está forte no mercado e nas mídias sociais.

Então, se a sua marca quer entrar no Facebook, crie uma Fan Page, caso ela tenha um perfil, mude para a página de fãs. Na realidade não é só uma opinião minha, mas de muita gente que entende e trabalha com redes sociais (não que eu seja um guru nessa área, longe disso) tem o mesmo posicionamento e realmente soa a melhor opção fazer isso.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As mídias sociais afetam a produtividade no trabalho?

Fonte: http://www.techlider.com.br/wp-content/uploads/2010/06/redes-sociais-no-trabalho-300x300.jpg
No trabalho, se não a maioria, boa parte das pessoas utilizam a Internet, para trabalhar ou se informar sobre os assuntos, diversão, entre outras utilidades. Aqueles que possuem perfis nas mídias sociais costumam acessar essa ferramenta diariamente e com muita frequência  para os mais diversos fins, inclusive, no período de trabalho.

Li nessa semana uma matéria no site IDG NOW, que fala sobre a perda de produtividade causada pelo uso das redes sociais e que o prejuízo chega a ser de cerca de 10 mil dólares por funcionário, segundo pesquisa do instituto uSamp com 500 trabalhadores,  nos Estados Unidos. Sei que é um estudo realizado nos EUA, mas minha pergunta é: As mídias sociais atrapalham sua produtividade no trabalho?

De acordo com a pesquisa, 60% das interrupções no trabalho envolvem as ferramentas como o Facebook, Twitter, e-mail, Messenger etc. Assim, 45% dos empregados não conseguem trabalhar nem 15 minutos sem sofrerem interrupções, sendo que 53% perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.

Na minha opinião, isso varia de pessoa. Onde eu trabalho, desempenho diversas atividades e uma delas é trabalhar com redes sociais, mas tenho outras que demandam também muito tempo e dedicação. Apesar disso, consigo administrar perfeitamente meu tempo e utilizar a ferramenta não me atrapalha em nada no meu dia-dia. A questão é que o vício ou a necessidade de entrar no seu Facebook ou Twitter, por exemplo, não pode interferir na sua tarefa, pois podem gerar broncas do seu chefe, atrasar o trabalho de outras pessoas que dependem do seu.

Finalizando o assunto, penso que não há problemas em usar as mídias sociais no trabalho, pois é uma ferramenta legal e que nos ajuda a ficar informados das notícias, interagirmos com as pessoas, manter contato com amigos e também para nos entreter. Mas é só ter um cuidado maior com relação às suas tarefas e que ao se distrair por conta do uso dessa ferramenta, isso não interfira no seu trabalho e não prejudique nem você e aos seus colegas de trabalho, mas para mim, é questão de saber administrar seu tempo e ter comprometimento.

E para você, as mídias sociais podem atrapalhar a produtividade no trabalho? Ou ela pode afetar de uma maneira positiva? Opinem!

domingo, 8 de maio de 2011

Youpix deu o que falar

Depois de muito tempo, finalmente consegui fazer um post no blog. Sei que o assunto já está ultrapassado, mas não posso deixar de compartilhar minha experiência no Youpix, na semana retrasada. É um evento de mídias sociais gratuito e que levou para os participantes diversos temas sobre comportamento, música, dicas de como conduzir seu blog, cultura, política, entre outros temas que acontecem na Internet.

Vou compartilhar algumas coisas que aprendi lá:

•    É praticamente impossível ficar por dentro de tudo que rola na Internet;
•    A rede social nos ajuda, a saber, quais são as tendências;
•    Trabalhamos em um meio em que existe muita informação e deve-se saber filtrá-las;
•    A propaganda boca-boca foi estendida e ganhou força com a Internet;
•    Quando a empresa tem problemas na internet, a ação tem que ser rápida, pois pode-se tomar uma grande proporção.

Bom, esse evento me deu várias ideias para escrever outros textos para o blog e vou postando aos poucos para compartilhar com vocês.

E o mais bacana de tudo no Youpix, é que a organização servia cerveja, refrigerantes e salgadinhos para dar aquela aliviada. Também era possível fazer check in no Foursquare, compartilhar as palestras no seu Facebook, apenas passando o seu Vivo Pass, que o participante adquiria quando fazia a inscrição no evento. E para relaxar ainda mais, no final tinha stand-up com Rafinha Bastos, Diogo Portugal, Os Barbixas, entre outros, finalizando com chave de ouro a noite.

Então, era isso o que queria compartilhar com vocês sobre o evento e dizer que é muito importante que iniciativas como essas aconteçam sempre e, se possível, de forma gratuita, pois mantém as pessoas atualizadas e debate assuntos pertinentes nas mídias sociais, além do Networking que se faz nesses eventos. Enfim, parabéns organização do Youpix.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Livro colaborativo de redes sociais

Muitas pessoas dizem que uma das coisas mais gratificante da vida é quando você escreve um livro ou participa de alguma maneira da composição de um. Eu, particularmente nunca imaginei que fosse participar de um, principalmente com a idade que tenho. Pois é meus caros, já posso dizer que tenho meu nome em um livro.

Quando fiz meu curso de mídias sociais na ESPM, ao final da última aula todos que desejassem poderiam escrever um artigo relacionado com o tema e que isso serviria para a composição de um livro colaborativo, que já está disponível  na Internet e se chama: “Redes Sociais e Inovação Digital”, uma realização da agência Gaia Creative e da CIC/ESPM.

Meu texto fala sobre Inovação Digital e como ela está presente em nossas vidas nos dias de hoje para facilitar a vida das pessoas e tudo mais. Enfim, leiam e apreciem os outros textos que ficaram legais. Aproveitando, quero agradecer à todos que escreveram o livro e ao pessoal da Gaia e da ESPM que fez com que esse projeto fosse possível. Parabéns para todos!

Pessoal, segue o link onde está disponível o livro. É possível fazer o download dele gratuitamente, mas você deve possuir uma conta no ISSU ou logar via facebook. Aproveitem!


segunda-feira, 11 de abril de 2011

A mídia sensacionalista

Nesse texto, farei um post mais crítico do que de costume. Não costumo fazer isso, mas o assunto tem me incomodado um pouco. O tema em questão é a imprensa e como ela faz a cobertura de acontecimentos trágicos, como a tragédia na escola do Rio de Janeiro. Sei e acho primordial o trabalho dela para a sociedade, levando informações relevantes sobre os assuntos, apurando fatos e denúncias, sempre em busca de prestar o melhor serviço possível à população.

Bom, até aí tudo bem. Mas em específico no caso do Rio de Janeiro, boa parte dela – não estou generalizando – fez um sensacionalismo, que, no meu modo de ver, desrespeitou aquelas famílias que estão passando por um momento de dor inenarrável e devemos ter um pouco mais de bom senso ao tratar do assunto. Sendo mais claro, vi em diversas reportagens imagens da cena do crime, com sangue e tudo mais, que eram repetidas exaustivamente pelos programas, além de reportagens registrando o desespero das mães e familiares em busca de informações sobre os filhos ou parentes, que novamente eram repetidas com frequência  para saber se tinha acontecido algo com eles.

Para mim, a partir desse momento, já começa o sensacionalismo, pois ficar mostrando essas cenas não ajuda em nada, deixam as pessoas mais tristes, irritadas e denigrem cada vez mais a imagem do nosso país lá fora e, principalmente aqui. Claro que os fatos devem ser registrados e nem quero dizer que a imprensa deva ser omissa, longe disso, mas é desnecessário fazer isso. Deve-se apurar as situações e não repetir exaustivamente imagens ou depoimentos em busca de audiência.

Mantendo-se na mesma linha, mas mudando o fato da análise, penso que a nossa imprensa poderia valorizar mais o Brasil porque cada acontecimento ruim que ocorre, é feito um “carnaval” pela maioria dos veículos e parece que o país está um lixo. Não sou hipócrita de dizer que o Brasil tem muitos problemas e necessita melhorar muito, mas ainda sim é um lugar bom pra se viver, com lugares lindos para se visitar e passear, paisagens bonitas, comidas sensacionais, somos o povo mais hospitaleiro do mundo, uma alegria que poucos povos têm, entre outras centenas de aspectos.

Tenho a consciência que a política nos leva a ser um pouco pessimista com relação ao futuro do país e grande parte da imprensa também ficam com o pé atrás com os políticos, porém discordo do modo abordado em algumas reportagens sobre o Brasil. Se pararmos para pensar, mais de 70% do que se passa na TV é tragédia, mas eu sei porque isso ocorre. Enquanto as pessoas derem importância para esse tipo de notícias e o modo sensacionalista que alguns programas tratam determinados temas, essas situações continuarão ocorrendo.

Portanto, não estou falando que a imprensa não é importante, muito pelo contrário, ela exerce um papel na vida das pessoas importantíssimo, contudo discordo do modo como tratam assuntos delicados e que envolvem tragédias, pois nossa imagem lá fora, não é das melhores em alguns países. Por isso, penso que a mídia tem a possibilidade de mudar esse pensamento. Bom, era isso que gostaria de compartilhar com vocês e espero que tenham entendido meu ponto de vista, caso contrário, estarei aqui para esclarecer!

domingo, 3 de abril de 2011

Como medir o ROI nas mídias sociais?

Como temos visto, muitas organizações têm criado perfis nas mais diferentes mídias sociais. O investimento nessa área também vem crescendo. Em 2010, foram injetados em redes sociais 3,4 bilhões de dólares, o que mostra que essa ferramenta vem ganhando um tremendo poder na forma de comunicação entre empresas e consumidores.

Contudo, os profissionais que trabalham com mídias sociais sofrem bastante para justificar todo esse dinheiro. Porque ainda não há, pelo menos eu ainda não vi, uma forma exata de medir o ROI ou o retorno sobre o investimento dessas ferramentas e como os donos das empresas, gerentes etc precisam prestar contas para acionistas e saber o quanto está tendo de retorno, nada mais comum de quererem saber se o investimento realmente valeu à pena.

Só que nesse ambiente virtual a forma de avaliar o ROI é diferente de como é realizados nas mídias tradicionais. Ele é medido, por exemplo, pela quantidade de tweets feitos pelos usuários com relação e empresa, se eles a recomendam, entre outros aspectos. É necessário avaliar de forma qualitativa a atuação do perfil da organização na Internet, ou seja, analisar se o que falam sobre a empresa é positivo ou negativo, pois as pessoas ao fazer um comentário expressam sua aprovação ou não de um produto ou alguma informação que pode ser relevante para a marca e os profissionais que gerem o perfil da empresa na Internet devem prestar a atenção nesses aspectos.

Nas mídias sociais quatro motivações chaves direcionam o uso dela pelos clientes, os chamados 4 Cs: conexões, criação, consumo e controle. Para explicar as motivações vou utilizar um exemplo: quando uma pessoa vai até o Twitter reclamar ou elogiar uma marca, na maioria das vezes, ela é uma “consumidora” da mesma. Ao fazer um comentário, ela termina “criando” um fato ou situação, compartilhando esse fato com seus seguidores, ou seja, suas “conexões”, e realiza esse comentário sem ser censurado por ninguém (“controle”).

Mas não se pode somente, analisar esses comentários é necessário interagir com seus seguidores e fãs. Nas mídias sociais o que prevalece é o relacionamento e quanto mais uma marca se relaciona e atende bem seu público, mais fiel ele fica a ela. Claro que esse trabalho é a médio a longo prazo e deve ser realizado por um profissional que entenda da área.

Portanto, é complicado medir o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, pois ainda não se descobriu um método preciso, porém o que predomina nesse meio é o relacionamento entre as pessoas. E ao interagir, atender bem os seguidores, produzir conteúdo de qualidade, responder as críticas e receber sugestões, a marca fideliza ainda mais esses consumidores e ainda tem grandes chances de conseguir novos consumidores e alavancar o crescimento da empresa. Agora, a tarefa complicada é fazer a alta administração das organizações entender isso.

terça-feira, 29 de março de 2011

Não fale mal da sua empresa nas mídias sociais

Diante desse interessante mundo da Internet, passamos boa parte do nosso tempo lendo notícias, assistindo vídeos e, principalmente nos dias de hoje, utilizando o Twitter, Facebook, Orkut, entre outros.

Grande parte das pessoas utilizam a Internet do local em que trabalham. É muito comum lidarmos com situações ruins no ambiente de trabalho, como colegas que não fazem o seu serviço e termina atrapalhando o seu, fornecedores que atrasam o produto ou quando seu chefe resolve pegar no seu pé sem nenhum motivo específico, por exemplo.

Há um tempo atrás, havia o costume de se reclamar desses fatos com os colegas, esposa ou marido, namorada (o) ou familiares.  Isso ainda ocorre, porém parte dos indivíduos que possuem perfis nas mídias sociais costumam reclamar publicamente na rede sobre seu chefe ou do trabalho.  Não é condenável fazer isso, mas não pega bem, pois se você tiver algum colega em algumas dessas mídias sociais que reclamou, existe a possibilidade de “sem motivos” aparente ou birra com sua pessoa a reclamação chegue ao ouvido do seu chefe ou algum superior a você. Há uma hipótese pior também do seu próprio chefe ver seu comentário e aí sim ele terá motivos para pegar no seu pé.

Outra coisa que pode acontecer é se, por ventura, estiver procurando uma vaga de emprego ou diante de um processo seletivo e a empresa a qual está se candidatando a vaga fizer uma busca pela rede social com o seu nome ou visualizar seu perfil e constar informações, comentários contra a sua atual empresa, existe uma grande chance de você ser desclassificado. Quem quer do seu lado, alguém que fale mal de você? Ninguém! (Na minha opinião) Então, a organização é que não vai quer, não é mesmo.

O que estou dizendo nesse post, não é para você deixar de ter opinião própria, sabemos que nem todas as empresas são perfeitas, mas certas coisas, tanto profissionais quanto pessoais, devem ser guardadas para nós mesmos ou confidenciadas em um ambiente informal e não na Internet onde qualquer um pode salvar o que você postou ou compartilhar com as pessoas, podendo te prejudicar. Sim, existe uma reputação virtual nas mídias sociais e se você se preocupa com isso, então preserve-a, caso contrário, a vida segue né?

Você pode continuar falando mal do seu trabalho, se quiser, mas com seus colegas na hora do almoço ou na hora do cafezinho e tudo mais para não ter maiores problemas. Vimos o exemplo daquela estudante de direito, que quando a Dilma foi eleita, queria afogar os nordestinos e postou isso no Twitter. Resultado: foi processada, perdeu o emprego e perseguida nas mídias sociais. Então, um certo cuidado nesse aspecto nunca é demais.

domingo, 13 de março de 2011

Qual é o valor da sua imagem?

Junto do carnaval, o assunto mais comentado das últimas duas semanas foi à propaganda da cerveja Devassa que tinha como protagonista uma pessoa que ninguém imaginaria: a cantora Sandy.

A propaganda e a notícia que a apontava como a protagonista pegou todo mundo de surpresa e rapidamente ganhou o Trending Topics no Twitter, diversos comentários no Facebook e em outras mídias sociais. Não é para menos, pois ela, na minha opinião, não tem nada a ver com a cerveja e muito menos com a palavra devassa. Digo isso, porque a Sandy ao longo de sua carreira construiu isso, uma mulher reservada, sensata e “certinha” em que muita gente respeitava e tudo mais, não que ela perderá o respeito, mas sua imagem pode ter ficado abalada.

Agora falando do ponto de vista da comunicação. Se os donos da cerveja quiseram chamar a atenção e ter o nome da Devassa sendo comentado nas mídias sociais e na grande imprensa, isso eles conseguiram com êxito. Porém, é preciso analisar e verificar se as menções referentes à marca foram positivas ou negativas porque se por ventura, ocorreu à segunda opção, o espaço da cerveja no mercado de bebidas, foi altamente comprometido.

No caso da Sandy, a vida é dela e ela faz o que bem entender e recebeu mais de 700 mil reais para fazer a campanha, valor muito maior do que ganhou a Paris Hilton para fazer a campanha passada. Contudo, ela tem uma imagem a zelar e um público fiel e que pode ter ficado espantado e desapontado com ela, que quer queira quer não, para alguns fans, ela serve como exemplo e tudo mais e ao vincular sua imagem com bebida e ainda mais com um lado devassa não soou bem. Apesar de tudo isso, ela ganhou uma bolada grande e provavelmente não está nem aí para o que falaram, mas é um assunto que mereceu um destaque.

Vejam abaixo o vídeo da campanha:



Ah, lembrei agora, ela em uma entrevista disse que não gostava de cerveja. Contraditório não?

terça-feira, 1 de março de 2011

Exemplos de como marcas valorizam e fidelizam seus clientes

Vi nesses últimos dias alguns vídeos de algumas marcas conhecidas no senso comum e destaco dois bem interessantes que exemplificam, na minha opinião, como fidelizar e valorizar os consumidores. O primeiro é da cerveja Heineken e chama “One Million Heineken Hugs”, que agradece ao público pelo um milhão de “curtir” na página oficial da empresa no Facebook com um milhão de abraços. Para isso, mulheres com a camisa que representa o curtir do Facebook e a imagem da cerveja vão até diversos bares e abraçam todos que estão tomando a cerveja como forma de agradecimento. Para muitos pode parecer besteira, porém creio que é uma maneira perfeita de sentir o que seu público pensa da marca e, principalmente fidelizá-los ainda mais.




O segundo vídeo é a da Brastemp, que apesar de ter passado por uma saia justa no último mês quando um rapaz fez um vídeo dizendo que a empresa não valoriza seus consumidores, traz uma ação bem diferente, no qual no trânsito caótico da cidade de São Paulo uma mensagem vinda do rádio sugere as pessoas que sorriam para aquelas que estejam ao seu lado, a fim de descarregar todo aquele stress do dia-dia paulista. É um gesto singelo, mas que mostra preocupação não só com os consumidores, mas também com o público em geral. Bom, vejam os vídeos e tirem suas próprias conclusões.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Pense bem antes de criar um perfil corporativo nas mídias sociais

Depois desse boom das mídias sociais, grande parte das pessoas e empresas criaram perfis no Twitter, Facebook, Linkedin, entre outros. Para nós, pessoas físicas, é muito interessante essa curiosidade de entrar em diversas mídias sociais e explorar o novo. Porém, muitas organizações estão ingressando nesse meio sem saber o real motivo e sim, pelo fato de ter virado moda (para mim, virou tendência) e não análisa minuciosamente qual seria a melhor ferramenta para atingir seu público e seus objetivos.

Para as empresas que querem ter perfis nas redes sociais, deve-se avaliar se realmente é necessário ingressar nela, verificar se seu público está em alguma dessas redes e quais as estratégias a serem utilizadas para atingir efetivamente essas pessoas com o intuito de fazer com que a marca seja bem vista pelos mesmos. Deve-se também ter a consciência que não se tem controle desse meio, bem como saber lidar com opiniões contrárias, críticas e polêmicas envolvendo a empresa. Um detalhe importante nesse aspecto. Quando isso ocorrer, deve-se buscar respostas convincentes e tratar com respeito o usuário, pois caso contrário, a organização pode ser mal vista na rede, sendo enxergada como autoritária e que só busca elogios.

Aliás, as organizações presentes na Internet devem interagir constantemente com seus usuários respondendo a perguntas, sugerindo idéias interessantes, dicas pertinentes, ou seja, gerar conteúdo de qualidade para conseguir a fidelidade de seu público. Um perfil de empresa sem conteúdo e monótono não agrega nada para as pessoas na rede e vai valer nada, só causará antipatia, será considerado um fail das redes sociais e dará prejuízos. No momento em que se consegue ter um bom relacionamento, interagir e produzir bons conteúdos, a chance de que seus seguidores se tornarem porta-vozes da organização é muito grande, pois eles próprios quando alguém criticar irão defender a marca sem precisar da intervenção da mesma. E esse é o bacana das redes sociais: não há como ter o seu controle.

Então, você que tem uma empresa e quer estar nas mídias sociais tome cuidado porque a partir do momento em que ingressar nela, não há volta, por isso, planeje bem suas ações e tenha uma equipe capacitada para geri – lá.

*Idéia do post surgiu após a ótima palestra de Pedro Waengertner sobre Marketing em Redes Sociais que assisti essa semana

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

As mídias sociais e o seu papel no Egito

Nos últimos dias, o Egito vem passando por um conturbado momento político, na chamada “Revolução do Nilo”, na qual manifestantes pedem o fim do governo de Hosni Mubarak, 82, que governa o país há 30 anos. Os protestos ocorrem desde o dia 25 de janeiro desse ano e levaram a morte dezenas de pessoas e a agressões de diversos jornalistas, fotógrafos e civis.

Durante todo esse período o presidente egípcio tomou medidas, como toque de recolher, bloqueio de acesso a internet e a telefonia buscando conter os protestos. Falando das mídias sociais nesse contexto, onde ela se encaixa? Vários manifestantes usaram principalmente o Twitter e o Facebook para convocar simpatizantes a participar da “Revolução do Nilo” e protestar contra o atual presidente para que este renuncie ao poder. A convocação deu certo, muitas pessoas foram para as ruas e o mais importante, ganhou dimensão internacional com várias pessoas emitindo opiniões contra o regime de Mubarak, a imprensa cobrindo os protestos e o ditador sendo pressionado.

Vendo que a força da Internet estava muito grande, o presidente resolveu tirar todo o acesso dessa importante ferramenta das pessoas, mais uma atitude autoritária de seu governo. Mais que isso, ele também bloqueou o sistema de telefonia impedindo também que as pessoas enviassem SMS para organizar melhor os protestos, além de ser mais uma ação para os indivíduos não terem acesso às informações.

Porém, contudo, todavia, as pressões internas e externas foram tantas, que Mubarak se viu obrigado a deixar o Partido Nacional Democrata (do governo) e isso foi entendido como sinal de que ele não irá disputar o cargo nas eleições presidenciais, que ocorrerá no 2º semestre.

Voltando as mídias sociais, o que eu entendo é um papel essencial dela nessa história toda porque aproximou ainda mais as pessoas que visam um país mais democrático onde elas tenham liberdade de expressão e sejam livres. A ferramenta também permitiu que o ato tomasse uma dimensão internacional e apesar de ter sido restringido o acesso à internet e telefonia, a atitude foi tarde demais porque nas redes sociais as coisas fluem em uma velocidade rápida demais e alcança proporções enormes também.

Também vejo uma evolução no aspecto dessas manifestações e acredito que agora ficou mais fácil. Porque antigamente quem organizava os protestos eram os partidos políticos conjuntamente com grupos sociais ou similares. Hoje, eles continuam se organizando, mas os civis também podem fazer o mesmo sem precisarem se encontrar em algum lugar antes é só marcar o ponto de encontro pelo Facebook, Twitter, SMS e fazer seu ato.

Então, nesse processo todo a Internet teve um papel fundamental para que o presidente egípcio finalmente montasse uma equipe de governo e, inclusive, indicasse que não participaria das eleições presidenciais desse ano, mostrando a força das mídias sociais e das pessoas que buscam mudar seu país para a melhor. Penso até que daqui a uns anos, quem sabe, meus filhos, sobrinhos ou netos não estudem na escola sobre esse fato, assim como eu estudei sobre a Revolução Russa, Revolução de 32 e Inconfidência Mineira. Seria a Revolução Digital!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

WikiLeaks: Portal de fofocas ou de prestação de serviço?

Acredito que a grande maioria já tem conhecimento do que vem a ser o WikiLeaks. Porém para quem não sabe, de acordo com o Wikipédia, ele é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia e fundada em dezembro de 2006. O site publica posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas por parte de governos ou empresas. Segundo o portal, o informante que disponibiliza as informações não tem a identidade revelada e não é possível rastrear o usuário.

Escutei na semana passada, em uma discussão no grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte, se o WikiLeaks é um local de fofocas, ou se é um dedo duro ou importante por oferecer relevantes informações que não são divulgadas para o público em geral e que envolvem questões de segurança, políticas públicas, críticas a governos, opiniões, assuntos corporativos etc.

Citarei alguns exemplos. O primeiro foi quando a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, questionou a saúde mental da presidente Argentina, Cristina Kirchner. Ou seja, chamou a mulher de louca! Segundo o documento postado no WikiLeaks, Clinton pediu ainda que as autoridades norte-americanas averiguassem se Cristina estaria tomando remédios psiquiátricos. Outro fato, agora mais sério. Documentos disponíveis no portal do fundador Julian Assange, diziam que petroleiras norte-americanas contavam com o apoio de José Serra, que foi candidato à presidência em 2010, por conta das regras de exploração do pré-sal, no qual  a Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. No telegrama diplomático dos EUA, constava que o candidato, caso vencesse Dilma Roussef, alteraria a regra de exploração do pré-sal, beneficiando as petrolíferas, principalmente as norte-americanas.

Além desses fatos citados acima, existem outros mais que ganharam a mídia durante os últimos meses, mas aí fica a discussão: até que ponto notícias como a “loucura da presidente Cristina Kirchner” e a alteração nas regras de exploração do pré-sal são relevantes. São fofocas e falam da vida alheia? São importantes e devem ser reveladas?

Eu, particularmente acredito que grande parte das informações são importantes e merecem ser divulgadas. Contudo, questões referentes ao sistema de segurança de um país, estratégias de governo e assuntos considerados internos não deveriam ser divulgados. Agora, parando para analisar, o intuito do site é divulgar vazamento de informações etc. Não sei se existe certo ou errado, mas sempre que surge algum site ou sistema em que é possível compartilhar informações sigilosas ou particulares surgem essas polêmicas e, por isso, que gosto tanto da Internet e das mídias sociais. 

E para você? O WikiLeaks é um portal de fofocas ou de prestação de serviço?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Meu chefe me adicionou e agora?

Nas mídias sociais temos muita liberdade em postar e falar o que pensamos ou compartilhar fotos de festas, baladas e afins. Na maioria dos casos, por questões profissionais e óbvias, no trabalho as pessoas são de um jeito e na vida pessoal de outro. Podemos até ter uma personalidade parecida, como ficar fazendo piadas tanto no trabalho quanto na vida, contudo com menor incidência pelo lado profissional.

Bom, todo mundo sabe que as redes sociais nos permitem certa liberdade, porém, contudo, todavia e quando nossos chefes nos adicionam em seus perfis, como Twitter, Facebook, Orkut etc? Aí complica né? Porque aqueles comentários que você costumava fazer sobre o trabalho, do seu próprio chefe, ou a vontade de mandar tudo pelos ares, é recomendado que guarde essas opiniões consigo ou compartilhe em um ambiente que não envolva especificamente a Internet.

Claro que existem chefes bem mais tranquilos e não se importam tanto com o que seus funcionários postam na rede, desde que também não passem dos limites. Só que quer queira quer não, aquela liberdade de se expressar nas mídias sociais, como comentários sobre aquela festa sensacional que você foi no final de semana ou colocar uma foto sua com um copo de cerveja na mão e meio para lá de Bagdá, fica complicado fazer isso, pois não sabemos qual a reação que ele terá se ver isso e outra, surge certo receio de nossa parte. Acredito que esse fato fica no mesmo patamar que se, por ventura, tivermos nossos pais como amigos no Facebook, por exemplo, e falarmos “Cheguei bem louco ontem da balada, inesquecível”. É, acho que não iria pegar bem.

De fato a questão não é tão simples, mas deve-se prestar atenção no que se diz ou que se compartilha na rede, principalmente quando seu chefe está nela ou você pode simplesmente rejeitar o seu pedido e dar uma de João sem braço.

domingo, 16 de janeiro de 2011

É só dar unfollow

Como todos sabem na semana passada começou a 11ª edição do Big Brother Brasil (BBB). Parece inacreditável, mas o programa está durando e é um feito, pois diante da grande concorrência entre as emissoras e com a diversidade de programas existentes na televisão, é complicado ficar no ar durante muito tempo e com audiência, o que é mais complicado.

Observei que nas mídias sociais muita gente está falando do BBB, uma parte é viciada, outra odeia e alguns acham indiferente. Penso que no Twitter, é o local em que a maioria fala deste tema. Mas aqueles que não são simpatizantes do programa ficam falando coisas do tipo “Não vou mais entrar aqui enquanto estiver o pessoal ficar falando do BBB no ar” ou “Pra mim, povo que vê BBB é sem cultura, num agrega nada” ou ainda “Juro que quem falar do BBB de novo, vou dar unfollow”.

Eu, por exemplo, fiz faculdade de comunicação, trabalho na área e com um assunto que necessita de muito entendimento e estudo que é política, escrevo para um blog, faço parte de um grupo de estudos de redes sociais, leio livros de diferentes temáticas etc e assisto Big Brother. Não me sinto um sem cultura por assistir o programa, acredito que ele é interessante no sentido de avaliar certos comportamentos das pessoas dentro da casa. Às vezes, olho para algumas atitudes de certas pessoas lá dentro que se assemelham com amigos, colegas ou parentes meus. Além do mais, na televisão ou rádio, grande parte das notícias falam sobre desgraças, como acidentes, assassinatos, seqüestros, entre outras coisas ruins. Pelo menos no BBB, de vez em quando, dou risada e vejo os participantes falarem besteiras etc. Pode ser até bobagem o que estou falando, mas até que tenham um bom argumento para me convencer do contrário, mantenho minha posição.

E aqueles que falam mal e não gostam que não fale desse assunto nas mídias sociais, tranqüilo, cada um tem sua opinião, mas num fica falando que vai excluir tal pessoa, faz logo. No Orkut e Facebook tem a opção de remover e deletar amigo, é simples. E no Twitter, é mais tranqüilo ainda, é só dar unfollow.