Intuito da empresa é fazer concorrência direta com o Google
Não sei se vocês viram, mas a Nokia parece que quer bater de frente com a Google. A empresa anunciou o lançamento, na terça-feira, 13/11, do serviço de mapas “Here” que irá competir com o Google Maps.
Espera-se que o serviço realmente funcione e não ocorra algo igual ou semelhante com a Apple que há poucos meses atrás também desenvolveu um serviço parecido, mas apresentou diversos bugs. O mapa 3D, por exemplo, ainda não lê com precisão muitos locais, e acaba distorcendo diversas imagens. A precisão dos endereços também não é das melhores e cidades do Brasil também não são encontradas, assim como as informações não se encontram em idioma local, como no Google Maps.
O sistema criado pela Nokia também é baseada na nuvem, tem um site e contém aplicativos para os usuários de iPhones e iPads, além disso, é possível navegar com instruções de voz, obter dados sobre o transporte público da cidade.
“Para vencer no mercado de mapas e localização é preciso se horizontalizar. Acredito que só há dois players no mercado de mapas: um deles rima com Google, e o outro somos nós. Já somos dominantes na indústria de automóveis, e os carros estão ficando conectados, então criamos uma plataforma conectada, horizontalizamos (o serviço) para além da indústria automotiva. Nosso objetivo não é menos do que dominar o mundo", explica o executivo”, disse o vice-presidente e chefe de Inovação em Novos Produtos da Nokia, Hans-Peter Brondmo
O Here também estará disponível para os usuários do sistema operacional Android, da Google. A Nokia tem o objetivo de lançar um SDK (Kit de de Desenvolvimento de Aplicativos) para desenvolvedores no início de 2013, para viabilizar a criação de apps que usem o serviço de mapas da empresa finlandesa.
Pelo PC também já é possível utilizar o serviço de mapas, com a possibilidade de traçar rotas a pé, de carro ou transporte público, além de poder personalizar sua rota. O usuário pode também buscar por lojas e lugares perto da localização atual, além de colaborar na edição de mapas. Há também dados ao vivo sobre o trânsito e modo de visualização em 3D.
Bom, eu dei uma “pescoçada” no serviço e parece ser bem bacana, o que mais me chamou a atenção foi o modo 3D, que você pode visualizar sua rota de forma aérea e acompanhar o destino desejado. Acho bacana ter uma alternativa nessa área, pois as empresas costumam a se acomodar quando não existe ninguém para competir com elas, então o Here será bom para manter boa a competitividade nessa área e os usuários também saem ganhando.
Quem quiser visitar e utilizar a ferramenta o link é esse: maps.nokia.com
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6299424-EI12884,00-Nokia+lanca+servico+de+mapas+para+iPhone+e+web+e+desafia+Google.html
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Como será o Facebook em 2022?
Dando continuidade ao meu último post “As futuras ameaças que o Facebook irá passar: Mobile e a expansão de novos produtos sociais”, hoje vou descrever como será o Facebook no ano de 2022, segundo a visão de Allen Gannett, para o portal thenextweb.com.
Em 2022, o Facebook vai continuar seguindo a mesma linha de pensamento do seu líder Mark Zuckerberg, porém com algumas mudanças. Não será apenas uma plataforma com foco no social, ela será uma porta de entrada para soluções para “social web”, com uma grande variedade de aplicativos para celulares e uma poderosa rede de publicidade externa que poderá superar o trabalho do Google nessa área.
A rede social tem feito um contínuo progresso para se tornar em uma porta de entrada universal para a “social Web”. Utilizando maciçamente aplicativos, como o Spotify (aplicativo utilizado para reprodução de músicas por meio de streaming) faz com que o Facebook seja o principal fornecedor de login. Ele tem aproveitado bem a amplitude de dados que o Spotify é capaz de fornecer aos desenvolvedores de aplicativos sem a necessidade de um formulário de registro de usuário. Nos próximos 10 anos, o Facebook vai trabalhar para solidificar essa vantagem. Olhar para mais iniciativas como o Fundo de Facebook, que prevê incentivos financeiros para pessoas que estão construindo dentro ou “ao lado” da plataforma Facebook.
Allen Gannett diz que paralelo a isso, a rede social de Mark Zuckerberg irá continuar com sua estratégia de proporcionar distintas experiências móbile, com uma série de aplicações diferentes da área de trabalho do Facebook, que vai alavancar seus dados a rede.
Segundo o autor, a rede social irá se tornar na principal rede de publicidade externa, superando o Google Adwords e os displays. Essa rede de publicidade externa tem o poder de utilizar as mesmas informações que o Facebook já tem para segmentar e atingir mais precisamente seus públicos-alvos. Recentemente, vimos a primeira tentativa da rede social nesse mercado de publicidade externa, com a inserção de anúncios patrocinados no site zynga.com. O que vamos observar nos próximos é como o Facebook constrói uma grande rede editora, baseada na promessa de atingir literalmente o público que se deseja.
Para finalizar, o autor opina que em 2022, o Facebook será parecido com um depósito de informações, com a utilidade de promover aos usuários e aos desenvolvedores web uma maneira fácil de armazenar e acessar informações pessoais. A rede social irá criar uma nova forma de experiência e operar com esses dados, como uma linha de aplicações móveis e rede de publicidade maciça externa que possui vantagens inerentes sobre o editor do Google. Essas mudanças vão ocorrer devido às oportunidades presentes na rica base de dados que Zuckerberg detém fortemente, e pela ameaça consistente e crescimento do móbile. O Facebook em 2022 será muito mais utilitarista, mas não menos influente.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Facebook supera o Orkut em número de usuários pela primeira vez no Brasil
O que vinha se anunciando há tempos, mas que ainda não tinha acontecido, já virou realidade. De acordo com a revista IstoÉ Dinheiro - que disse ter tido a acesso a uma pesquisa do Ibope – em sua atual edição de setembro, o Facebook ultrapassou o Orkut em números de usuários aqui no Brasil.
Segundo a revista, a rede social de Mark Zuckerberg atingiu em agosto 30 milhões de usuários contra 29 milhões do Orkut. No mês de julho, O Facebook já estava na cola da rede social da Google e tinha cerca de 28,8 milhões de pessoas na rede. Os meios de comunicação especializados em mídias sociais apontam diferenças desses números com relação a outros levantamentos, dizendo que o Orkut ainda seria líder com uma certa folga. Porém temos que levar em consideração que as metodologias de cada instituto de pesquisa é diferente, mas o fato é que isso já estava anunciado a tempos.
Li em uma reportagem do portal IDG NOW que por meio de sua assessoria no Brasil, o Facebook não confirmou ter sido a fonte da informação, alegando que não comenta números da concorrência. Na última vez que a rede social divulgou seus números, o Facebook informou que tem 25 milhões de usuários no Brasil e mais de 750 milhões de usuários ativos.
Na real, isso não me surpreende em nada e se esses dados realmente forem verídicos, apesar do Orkut ter uma grande popularidade aqui no nosso país, ele já perdeu a graça para muitas pessoas faz tempo. Desconfio que muita gente tenha um perfil na rede social da Google, porém não acessa faz meses ou anos, como é o meu caso. É bem verdade, que não se pode desprezar esses 29 milhões de pessoas, pois é uma quantidade bem significativa, mas penso que aos poucos o Orkut vai sumindo do mapa, prova disso é o lançamento do Google+, que quer bater de frente com o Facebook.
Se o Orkut irá acabar, não sei. O que devemos levar em consideração é que muitas pessoas ingressaram nas redes sociais por causa dele e a base de estudos na área de mídias sociais, de comunicação e até educacional utilizaram o Orkut como modelo, todavia tudo na vida tem seu tempo e isso parece que está acontecendo com ele.
Segundo a revista, a rede social de Mark Zuckerberg atingiu em agosto 30 milhões de usuários contra 29 milhões do Orkut. No mês de julho, O Facebook já estava na cola da rede social da Google e tinha cerca de 28,8 milhões de pessoas na rede. Os meios de comunicação especializados em mídias sociais apontam diferenças desses números com relação a outros levantamentos, dizendo que o Orkut ainda seria líder com uma certa folga. Porém temos que levar em consideração que as metodologias de cada instituto de pesquisa é diferente, mas o fato é que isso já estava anunciado a tempos.
Li em uma reportagem do portal IDG NOW que por meio de sua assessoria no Brasil, o Facebook não confirmou ter sido a fonte da informação, alegando que não comenta números da concorrência. Na última vez que a rede social divulgou seus números, o Facebook informou que tem 25 milhões de usuários no Brasil e mais de 750 milhões de usuários ativos.
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| Fonte: http://www.agenciars.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/facebook-orkut.jpg |
Na real, isso não me surpreende em nada e se esses dados realmente forem verídicos, apesar do Orkut ter uma grande popularidade aqui no nosso país, ele já perdeu a graça para muitas pessoas faz tempo. Desconfio que muita gente tenha um perfil na rede social da Google, porém não acessa faz meses ou anos, como é o meu caso. É bem verdade, que não se pode desprezar esses 29 milhões de pessoas, pois é uma quantidade bem significativa, mas penso que aos poucos o Orkut vai sumindo do mapa, prova disso é o lançamento do Google+, que quer bater de frente com o Facebook.
Se o Orkut irá acabar, não sei. O que devemos levar em consideração é que muitas pessoas ingressaram nas redes sociais por causa dele e a base de estudos na área de mídias sociais, de comunicação e até educacional utilizaram o Orkut como modelo, todavia tudo na vida tem seu tempo e isso parece que está acontecendo com ele.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Segundo estudo, 83% dos usuários do Google+ estão inativos
O Google+ foi lançado com uma grande expectativa e com a intenção de bater de frente com o Facebook. Em posts anteriores ilustrei melhor as funcionalidade dessa nova rede social e a opinião de um especialista no assunto e de usuários. Claramente as duas plataformas são diferentes, mas o objetivo delas são os mesmos: atrair a atenção de todos e que sejam constantemente utilizadas.
Em duas semanas após sua implementação, o Google+ conquistou 10 milhões de usuários, o que dava indícios de uma promissora vida para a nova rede social. Porém, em estudo recente da Analytics Bime com os 10 milhões de usuários do Plus, apenas 17% postam algo e colocam conteúdo na rede e 83% estão inativos ou sequer acessam seu perfil. O estudo ainda revela que 48% dos usuários nunca postaram uma mensagem pública.
Já ouvi e também já li que o Plus é mais um fracasso da Google, mas acredito que seja muito cedo para determinar se a rede social deu certou ou não. Exemplos não faltam, o próprio Facebook demorou alguns anos para deslanchar e ser o que é hoje. Com o Twitter também foi a mesma coisa, então precisamos esperar para ver o que vai acontecer, além do mais o Google está constantemente recebendo recomendações dos usuários para melhorar o Plus e muitas funcionalidades dessa rede social são úteis e interessantes, então vamos aguardar e ver o que vem por aí, mas para vocês o Google+ fracassou?
Fonte: Blog Mídia8!
Em duas semanas após sua implementação, o Google+ conquistou 10 milhões de usuários, o que dava indícios de uma promissora vida para a nova rede social. Porém, em estudo recente da Analytics Bime com os 10 milhões de usuários do Plus, apenas 17% postam algo e colocam conteúdo na rede e 83% estão inativos ou sequer acessam seu perfil. O estudo ainda revela que 48% dos usuários nunca postaram uma mensagem pública.
Já ouvi e também já li que o Plus é mais um fracasso da Google, mas acredito que seja muito cedo para determinar se a rede social deu certou ou não. Exemplos não faltam, o próprio Facebook demorou alguns anos para deslanchar e ser o que é hoje. Com o Twitter também foi a mesma coisa, então precisamos esperar para ver o que vai acontecer, além do mais o Google está constantemente recebendo recomendações dos usuários para melhorar o Plus e muitas funcionalidades dessa rede social são úteis e interessantes, então vamos aguardar e ver o que vem por aí, mas para vocês o Google+ fracassou?
Fonte: Blog Mídia8!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O Google+ vai ameaçar o Facebook?
Após quase 20 dias de uso do Google+, já posso dar meus pitacos sobre o que achei dessa nova rede social que tem a intenção de bater de frente com o Facebook. A minha primeira impressão foi de uma página bem limpa, de fácil visualização, diferentemente de como é o Orkut, por exemplo, onde quem não conhece a rede, se perde fácil.
A inovação e o diferencial da nova rede ficou por conta dos circles (círculos), no qual você pode separar seus contatos em grupos, de acordo com o grau de intimidade que você possui com eles. Essa funcionalidade permite que você compartilhe informações apenas com determinadas pessoas, caso deseje.
Também existe a possibilidade de integração do Google+ na barra de navegação do seu computador e a cada vez que tiver uma movimentação na rede, você é notificado permitindo que o usuário fique atualizado do que rola nela e navegar sem precisar voltar para a página inicial do Google+. Outra funcionalidade disponibilizada foi a de liberação de dados, na qual você pode fazer o download dos seus dados dos álbuns do Picasa, Perfil, Google+, Buzz e Lista de contatos, semelhante ao novo recurso de download de informações do Facebook.
Entre as críticas que eu li sobre o Google+, está a falta de integração com as outras redes sociais, mas isso pode ser melhorado, acredito eu, já que na própria rede social é possível mandar sugestões de melhorias da rede.
Bom, para vocês terem uma dimensão maior de como é o Google+, eu recorri a ajuda de uma pessoa que conhece bem essa área de mídias sociais, que é o Luciano Palma. Ele é consultor estratégico de mídias sociais, trabalhou 22 anos com TI e hoje se dedica às redes e mídias sociais, presta consultorias e ministra treinamentos e palestras. Criou um Curso de Estratégias de Mídias Sociais para Empresas que está em sua 4ª edição, nos dias 13 e 20 de agosto, em São Paulo.
A inovação e o diferencial da nova rede ficou por conta dos circles (círculos), no qual você pode separar seus contatos em grupos, de acordo com o grau de intimidade que você possui com eles. Essa funcionalidade permite que você compartilhe informações apenas com determinadas pessoas, caso deseje.
Também existe a possibilidade de integração do Google+ na barra de navegação do seu computador e a cada vez que tiver uma movimentação na rede, você é notificado permitindo que o usuário fique atualizado do que rola nela e navegar sem precisar voltar para a página inicial do Google+. Outra funcionalidade disponibilizada foi a de liberação de dados, na qual você pode fazer o download dos seus dados dos álbuns do Picasa, Perfil, Google+, Buzz e Lista de contatos, semelhante ao novo recurso de download de informações do Facebook.
Entre as críticas que eu li sobre o Google+, está a falta de integração com as outras redes sociais, mas isso pode ser melhorado, acredito eu, já que na própria rede social é possível mandar sugestões de melhorias da rede.
Bom, para vocês terem uma dimensão maior de como é o Google+, eu recorri a ajuda de uma pessoa que conhece bem essa área de mídias sociais, que é o Luciano Palma. Ele é consultor estratégico de mídias sociais, trabalhou 22 anos com TI e hoje se dedica às redes e mídias sociais, presta consultorias e ministra treinamentos e palestras. Criou um Curso de Estratégias de Mídias Sociais para Empresas que está em sua 4ª edição, nos dias 13 e 20 de agosto, em São Paulo.
Todo mundo atrás de um convite do Google+
Luciano Palma contou que acompanhou o início do Google+ desde o começo e que todo mundo estava atrás de um convite para testar a nova rede social. “Todos queriam um convite para o G+, mas ninguém sabia como conseguir. Até que um grupo de pessoas se organizou e quem recebesse um convite deveria compartilhar com os demais. Isso aconteceu e dava para sentir a correria para entrar no Google+” – revelou Palma. Segundo ele, esse acontecimento resumiu como a rede social do Google nasceu: gerando uma grande curiosidade e interesse dos "early adopters”, que são pessoas que testam as novas tecnologias antes de todo mundo.
Diferencial da rede
Luciano acredita que o Google acertou na criação da sua nova rede. “Gostei muito do que vi, e a primeira diferença que se percebe é muito bem-vinda: os "Círculos" não exigem conexão/aprovação bidirecional. Se alguém quer ouvir o que você tem a dizer, te adiciona em um círculo e pronto! O Google+ nasceu dando uma sensação de mistura de Facebook com Twitter”.
Ameaça ao Facebook
Para ele, o Google+ é uma ameaça para a rede social de Mark Zuckerberg. Pois o Facebook bloqueou a exportação de dados sobre as redes de seus usuários e chegou ao ponto de impedir cadastrar links para a nova rede. “Isso durou pouco tempo, porque estava pegando muito mal” – falou palma.
O caminho é a integração
Finalizando sua análise sobre o Google+, Palma acredita que as empresas precisam disponibilizar ferramentas para que as pessoas se conectem, de forma rápida e eficiente. “O caminho é a integração. Se cada plataforma começar a se fechar em si mesmo, isto alimentará o comportamento de "escolha" por uma delas, e talvez o embate leve a um cenário de vencidos e um vencedor. Eu espero, sinceramente, que a coisa não se dê por este caminho e que a integração aconteça. Assim, teremos mais concorrência e teremos melhores opções para nos conectarmos com a nossa rede. ”
Veja o que alguns usuários do Google+ acharam da nova rede social:
“O Google+, apesar de utilizar ferramentas novas e procurar ser mais organizado que o Facebook, é como se fosse uma "versão melhorada" do concorrente. Naveguei e não vi uma grande novidade, não me surpreendi, logo, não tive vontade de usar.” – Maíra Natássia, jornalista e atriz
“Me parece ser uma rede social muito maneira, e até mais bem organizada que o Facebook, mas creio que a resposta seja uma só: O pessoal simplesmente não vai ter tempo útil para utiliza-la. Já existem muitos tipos de rede, e entrar mais uma, na minha opinião, fica difícil.” - Fabio Arter, publicitário
“Me parece ser uma rede social muito maneira, e até mais bem organizada que o Facebook, mas creio que a resposta seja uma só: O pessoal simplesmente não vai ter tempo útil para utiliza-la. Já existem muitos tipos de rede, e entrar mais uma, na minha opinião, fica difícil.” - Fabio Arter, publicitário
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Facebook responde ao Google+, mas não a altura
Na quarta-feira, 6/7 o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou a grande novidade que a empresa estava preparando para dar uma resposta a altura ao Google+. A inovação ficou por conta do serviço de integração da rede social com o serviço de telefonia via internet do Skype, que recentemente foi comprada pela Microsoft.
Voltando ao novo recurso do FB, usá-lo é muito fácil: ao acessar a lista de seus contatos, o usuário escolhe alguém e depois clica na opção chamada por vídeo, representado por um ícone de câmera. Assim, como no Hangout, do Google+, será possível fazer videoconferência com seus amigos. Para utilizar esse recurso, não é necessário fazer o download do Skype, basta baixar o plugin.
Voltando ao novo recurso do FB, usá-lo é muito fácil: ao acessar a lista de seus contatos, o usuário escolhe alguém e depois clica na opção chamada por vídeo, representado por um ícone de câmera. Assim, como no Hangout, do Google+, será possível fazer videoconferência com seus amigos. Para utilizar esse recurso, não é necessário fazer o download do Skype, basta baixar o plugin.
De acordo com reportagem publicada no portal IDG NOW, o chat da rede social foi remodelado. “Agora, uma janela lateral (sidebar) mostra os amigos para quem você manda mais mensagens. Essa janela ajusta-se ao tamanho da janela do navegador, e aparece automaticamente quando há espaço no desktop do usuário” – diz a reportagem.
Segundo Zuckerberg, o novo recurso estará disponível na semana que vem para todos os usuários, mas algumas pessoas já tiveram acesso a novidade, mas alguns erros ocorreram e prejudicaram uma avaliação melhor da ferramenta.
Na minha humilde opinião, como usuário de mídias sociais, a novidade foi normal, nada de espetacular, apenas tenta igualar uma das principais novidades do Google+, porém ao contrário do FB, a nova rede social ainda precisa se consolidar no mercado e provar que realmente tem bala na agulha para confrontar seu maior concorrente. Talvez me sinto frustrado com empresa de Zuckerberg por eles sempre trazerem novidades muito boas, porém esses caras não são bobos e acredito que ainda preparam algo grandioso para nós. É esperar para ver.
Fonte:
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Google+ a nova rede social
Foi lançada recentemente a nova rede social da Google, o Google+. A tentativa é tentar bater de frente com o Facebook e apagar o fracasso que foi o Google Buzz, como muito gente do meio Social Media criticou, e ganhar ou retomar o destaque nesse meio, como foi na era de glória do Orkut, que ainda é bastante usado diga-se de passagem.
Li uma matéria no portal IDG Now que faz um comparativo entre os prós e contras da nova rede social e tentarei resumir abaixo para vocês. O Google+ permite que você compartilhe fotos, link e vídeos com seus amigos, família e conhecidos. O novo serviço possibilita que você selecione para quais pessoas deseja enviar determinadas informações. Também oferece recursos de videoconferência e envio de mensagens instantâneas que podem ser compartilhadas com os grupos.
Circles
Esse recurso tem o objetivo de que o usuário compartilhe conteúdos em grupos constituídos por ele mesmo, de forma mais rápida, pois basta clicar e arrastar seus contatos para o grupo que você organizou, assim, faz com que você divulgue suas mensagens com o público com o qual tem interesse. É semelhante com as listas do Facebook, só que de maneira mais simplificada.
Barra de Tarefas
Possibilidade de integração do Google+ na barra de navegação do seu computador e a cada vez que tiver uma movimentação na rede, você é notificado permitindo que o usuário fique atualizado do que rola nela e navegar sem precisar voltar para a página inicial do Google+. Contudo, esse recurso na barra de tarefas pode te atrapalhar quando estiver trabalhando ou fazendo algo que necessite uma atenção redobrada, pois é um pouco irritante ficar recebendo notificações a todo o momento quando se está fazendo algo importante.
Liberação de dados
Ao acessar as configurações da rede social, o usuário acessará a uma página de remoção de contas Google, onde encontra-se a opção "Liberação de Dados", na qual você pode fazer o download dos seus dados dos álbuns do Picasa, Perfil, Google+, Buzz e Lista de contatos, semelhante ao novo recurso de download de informações do Facebook.
Bom, eu ainda não tive acesso ao Google+, pois está disponível para um número limitado de usuários por enquanto, mas vou esperar pra ver e depois escrevo um post mais apurado e com minha opinião. Quem já teve acesso, por favor compartilhe sua experiência.
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