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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O #mimi das pessoas nas redes sociais

Vivemos em um mundo muito corrido, em que temos diversas responsabilidades, somos cobrados diariamente pelos nossos chefes, clientes, parentes, entre outras pessoas do nosso cotidiano. Convivemos em um ambiente, em sua grande maioria, rodeado de estresse, o que nos deixa muito cansado e com a cabeça cheia. As redes sociais, nos últimos anos, surgiram como mais uma opção de válvula de escape para os indivíduos, pois além das possibilidades de compartilhamento de informações, fotos e vídeos, têm uma maneira descontraída e em alguns momentos até cômica, o que nos ajuda a tirar um pouco esse estresse e esquecer momentaneamente desse mundo agitado que vivemos.

Porém, contudo, todavia, venho observando alguns comportamentos que me incomodaram e me fizeram escrever esse post. As pessoas levam as coisas que postamos nas mídias sociais muito a sério, reclamam e criticam demais. Não se pode postar uma piada ou postar algo que determinadas pessoas não concordam que aparece um monte de gente com várias pedras na mão para lhe atirar. Calma gente, não precisa levar tão a sério as coisas na rede. Claro, que se forem conteúdos racistas, desrespeitosos ou algo similar, o indivíduo deve ser repreendido mesmo, caso contrário, não há motivo para revoltas.

Pessoas do mundo artístico são algumas que enfrentam esse problema, principalmente artistas que tem Twitter. O Bruno Mazzeo ao ver pela primeira vez o Luan Santana disse no seu perfil do Twitter que o cantor era a versão vesga do Wagner Moura, pois o cantor sertanejo realmente é estrábico. Depois de ter postado isso, ele recebeu milhares de tweets de fãs de Luan xingando e ofendendo ele pela declaração. Deixando de lado se você gosta ou não do Mazzeo, não vi nada demais no comentário dele, pois não interpretei o comentário como uma ofensa ou algo assim, visto que realmente o rapaz tem esse problema, o que não o impede de seguir sua vida normalmente, mas esse fato gerou e gera polêmica até hoje.

Fonte: http://parafernaliasvirtuais.files.wordpress.com/2011/05/e5f2_like_dislike_stamp_set.jpg?w=510&h=441 

Falando de exemplos de pessoas próximas a mim, o que eu já vi de brigas de amigos meus via rede social não é brincadeira e, às vezes, pessoas que nem te conhecem direito vem te criticar ou entra na conversa do nada. Em algumas ocasiões temos que ter bom senso, se é postada uma mensagem de certa pessoa e você não concorda, não precisa ficar batendo boca, principalmente se você não a conhece direito. Para isso foi criada a opção unfollow, no Twitter, ou ocultar publicações da pessoa em questão, no Facebook.

Tudo bem, que nas mídias sociais podemos ser mal interpretados porque não há como saber se a pessoa foi irônica, se falou a verdade etc, talvez, por conta disso ocorram esses fatos, mas por isso que eu acho que as pessoas devem ir com mais calma e com menos pedras na mão nas suas atitudes na rede. O mundo já é tão corrido e complicado, então para que complicar mais? Se bem que essa é uma opinião minha e posso estar equivocado em diversos pontos. Minha intenção não é causar polêmica ou julgar ninguém porque não tenho essa capacidade nem esse direito, só acho que partes dos usuários reclamam muito dos outros e fazem muito #mimimi. Para mim, as mídias sociais são um local ótimo para sabermos de notícias do dia-dia, postarmos fotos, vídeos e compartilhar informações relevantes, manter contato com amigos e não saber das lamentações dos outros.

Um depoimento da publicitária Ana Carolina Mori resumi bastante o que eu acho do uso das redes sociais e finaliza esse post. “Aposto que se você fizer uma pesquisa ampla, vai ver que as opiniões são muitas. Eu uso as redes sociais em busca de noticias, sou uma pessoa viciada em noticias e pra falar com meus amigos e não para ler mimimi, onde as pessoas estão ou se está legal ou péssimo o dia delas.”

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Google+ a nova rede social

Foi lançada recentemente a nova rede social da Google, o Google+. A tentativa é tentar bater de frente com o Facebook e apagar o fracasso que foi o Google Buzz, como muito gente do meio Social Media criticou, e ganhar ou retomar o destaque nesse meio, como foi na era de glória do Orkut, que ainda é bastante usado diga-se de passagem.

Li uma matéria no portal IDG Now que faz um comparativo entre os prós e contras da nova rede social e tentarei resumir abaixo para vocês. O Google+ permite que você compartilhe fotos, link e vídeos com seus amigos, família e conhecidos. O novo serviço possibilita que você selecione para quais pessoas deseja enviar determinadas informações. Também oferece recursos de videoconferência e envio de mensagens instantâneas que podem ser compartilhadas com os grupos.

Circles

Esse recurso tem o objetivo de que o usuário compartilhe conteúdos em grupos constituídos por ele mesmo, de forma mais rápida, pois basta clicar e arrastar seus contatos para o grupo que você organizou, assim, faz com que você divulgue suas mensagens com o público com o qual tem interesse. É semelhante com as listas do Facebook, só que de maneira mais simplificada.

Barra de Tarefas

Possibilidade de integração do Google+ na barra de navegação do seu computador e a cada vez que tiver uma movimentação na rede, você é notificado permitindo que o usuário fique atualizado do que rola nela e navegar sem precisar voltar para a página inicial do Google+. Contudo, esse recurso na barra de tarefas pode te atrapalhar quando estiver trabalhando ou fazendo algo que necessite uma atenção redobrada, pois é um pouco irritante ficar recebendo notificações a todo o momento quando se está fazendo algo importante.

Liberação de dados

Ao acessar as configurações da rede social, o usuário acessará a uma página de remoção de contas Google, onde encontra-se a opção "Liberação de Dados", na qual você pode fazer o download dos seus dados dos álbuns do Picasa, Perfil, Google+, Buzz e Lista de contatos, semelhante ao novo recurso de download de informações do Facebook.

Bom, eu ainda não tive acesso ao Google+, pois está disponível para um número limitado de usuários por enquanto, mas vou esperar pra ver e depois escrevo um post mais apurado e com minha opinião. Quem já teve acesso, por favor compartilhe sua experiência.

domingo, 26 de junho de 2011

No Facebook, marcas devem criar Fan Pages e não perfil

Quantas vezes você já não recebeu uma solicitação de amizades no seu Facebook de empresas querendo adicioná-lo? Não sei vocês, mas eu já recebi muitas e rejeito todas. Por quê? Porque marcas não devem criar perfil para poder interagir com os usuários, fazer seu merchandising ou qualquer tipo de ação nesse nível, pois para isso a empresa de Mark Zuckerberg possibilitou que desenvolvêssemos as chamadas Fan Pages, em português, páginas de fãs.

Fonte: http://www.masternewmedia.org/images/facebook_fan_page_how_create_id353768.jpg
O que são Fan Pages?

A maioria deve saber, mas para quem não sabe, as Fan Pages do Facebook podem ser criadas por qualquer pessoa e serve para representar uma entidade, marca, pessoa pública etc. É muito útil para que você possa divulgar sua página para todo mundo, possibilitando que os usuários tomem conhecimento de informações e notícias sobre seus produtos e serviços, além disso, é permitido enviar e compartilhar fotos e vídeos para incrementar mais a Fan Page.

Sempre que o usuário curtir sua página, aparecerá no mural do mesmo todas as atualizações dessa página. Aliás, o número de pessoas que podem curtir a página é ilimitado, já em um perfil, ele é limitado. Caso deseje, pode compartilhar essas informações com todos os seus contatos do Facebook, o que pode gerar mais pessoas tráfego para a Fan Page da sua marca. Também é permitido incluir aplicativos, feed de notícias, vídeos do YouTube. Ah, e a forma de mensurar fica mais fácil, uma vez que o Facebook lhe fornece estatísticas básicas, número de pessoas que curtiram uma postagem e também pelos comentários dos usuários.

Para simplificar mais o assunto, pessoas têm perfil, pois nele compartilhamos informações da nossa vida, fotos com amigos, vídeos engraçados e por aí vai. Para empresas, ter um perfil não compensa, pois não permite publicidade e gera certo incomodo por adicionar pessoas que nem conhecemos por isso, a Fan Page é a melhor escolha porque curti quem quer e por livre e espontânea vontade.

Na sua página de fãs, você também pode criar uma espécie de abas, separando por conteúdo que você julgue necessário estar em um local mais destacado. Aliás, muitas empresas fizeram das Fan Pages, seus sites institucionais. A partir disso se tem uma noção de como essa ferramenta está forte no mercado e nas mídias sociais.

Então, se a sua marca quer entrar no Facebook, crie uma Fan Page, caso ela tenha um perfil, mude para a página de fãs. Na realidade não é só uma opinião minha, mas de muita gente que entende e trabalha com redes sociais (não que eu seja um guru nessa área, longe disso) tem o mesmo posicionamento e realmente soa a melhor opção fazer isso.

terça-feira, 7 de junho de 2011

É necessário planejar antes de colocar sua empresa nas redes sociais

O post de hoje será voltado mais para empresas que desejam ingressar no mundo das mídias sociais e que acham essa tarefa simples. Bom, não é tão fácil assim e nem tão complexo, mas é necessário entender alguns aspectos.

Primeiro, é necessário verificar se realmente é preciso estar nas redes sociais, se seu negócio se encaixa nessa ferramenta e não ingressar porque todo mundo está nela. Também Leve em consideração se seu público alvo encontra-se nesse meio e se existe alguma demanda para tal. É interessante fazer uma busca rápida no Twitter, por exemplo, para saber o que estão dizendo sobre a sua marca, tanto os aspectos positivos e negativos, pois a partir daí é possível avaliar se é importante fazer uma ação dentro dessa ferramenta.

Cumpridas essas etapas e comprovada ou identificada a necessidade de ter um perfil corporativo nas mídias sociais, faça o planejamento desse perfil, delimitando o público alvo, elaborando estratégias para atingi-los e o mais importante de tudo: produzir conteúdo de qualidade. Essa etapa é essencial porque os usuários da Internet são bombardeados a cada momento por inúmeras informações e para conseguir prender sua atenção, é preciso oferecer a eles conteúdo de qualidade e que seja útil para os seguidores da marca.


Outra etapa primordial é o engajamento. Fazer com que as pessoas sintam-se mais próximas da marca, participe de decisões sobre a escolha de um novo produto ou serviço, possibilitando o usuário a opinar e conversar com a empresa são ótimas maneiras de obter sucesso nas mídias sociais. Claro que não é uma tarefa fácil, por isso, que é preciso fazer um planejamento. Quando se obtêm esses aspectos, a organização consegue que seus seguidores sejam porta-vozes da instituição, fazendo que eles a defendam na rede quando surgir alguma crítica ou recomendando a mesma para amigos, familiares etc.

Outros aspectos importantes são: contratar profissionais qualificados para gerir as mídias sociais da organização e conseguir ROI (Return of Investment). No primeiro caso, já vi muita gente colocar para administrar a rede de uma organização uma pessoa que entende de Internet e não um profissional gabaritado para realizar as etapas citadas acima. Quando isso ocorre, o insucesso é quase que certo e a alta administração alega que dinheiro foi jogado fora e que gastar com redes sociais é desperdício. Para calcular o ROI, é mais complicado e ainda não se sabe ao certo como fazê-lo, porém algumas organizações avaliam o sucesso nas redes a partir dos números de seguidores no Twitter, usuários que compraram o produto via mídias sociais, números de curtir na página da empresa no Facebook, entre outros. O fato é que esse retorno pode ser qualitativo, ou seja, engajamento com os usuários permite o estreitamento de laços com os simpatizantes da marca e possibilita angariar novos clientes e, consequentemente mais dinheiro.

Então, ter um perfil empresarial no Facebook, Twitter, entre outros, não é tão simples quanto parece e necessita-se de planejamento e profissionais que entendam da área. Também é preciso que a alta administração entenda que é um trabalho árduo e o resultado pode vir de médio a longo prazo e existe a possibilidade do retorno sobre o investimento vir sob forma de elogios, sugestões, defesa da marca etc o que levará lá na frente à um retorno em dinheiro para a empresa.

domingo, 3 de abril de 2011

Como medir o ROI nas mídias sociais?

Como temos visto, muitas organizações têm criado perfis nas mais diferentes mídias sociais. O investimento nessa área também vem crescendo. Em 2010, foram injetados em redes sociais 3,4 bilhões de dólares, o que mostra que essa ferramenta vem ganhando um tremendo poder na forma de comunicação entre empresas e consumidores.

Contudo, os profissionais que trabalham com mídias sociais sofrem bastante para justificar todo esse dinheiro. Porque ainda não há, pelo menos eu ainda não vi, uma forma exata de medir o ROI ou o retorno sobre o investimento dessas ferramentas e como os donos das empresas, gerentes etc precisam prestar contas para acionistas e saber o quanto está tendo de retorno, nada mais comum de quererem saber se o investimento realmente valeu à pena.

Só que nesse ambiente virtual a forma de avaliar o ROI é diferente de como é realizados nas mídias tradicionais. Ele é medido, por exemplo, pela quantidade de tweets feitos pelos usuários com relação e empresa, se eles a recomendam, entre outros aspectos. É necessário avaliar de forma qualitativa a atuação do perfil da organização na Internet, ou seja, analisar se o que falam sobre a empresa é positivo ou negativo, pois as pessoas ao fazer um comentário expressam sua aprovação ou não de um produto ou alguma informação que pode ser relevante para a marca e os profissionais que gerem o perfil da empresa na Internet devem prestar a atenção nesses aspectos.

Nas mídias sociais quatro motivações chaves direcionam o uso dela pelos clientes, os chamados 4 Cs: conexões, criação, consumo e controle. Para explicar as motivações vou utilizar um exemplo: quando uma pessoa vai até o Twitter reclamar ou elogiar uma marca, na maioria das vezes, ela é uma “consumidora” da mesma. Ao fazer um comentário, ela termina “criando” um fato ou situação, compartilhando esse fato com seus seguidores, ou seja, suas “conexões”, e realiza esse comentário sem ser censurado por ninguém (“controle”).

Mas não se pode somente, analisar esses comentários é necessário interagir com seus seguidores e fãs. Nas mídias sociais o que prevalece é o relacionamento e quanto mais uma marca se relaciona e atende bem seu público, mais fiel ele fica a ela. Claro que esse trabalho é a médio a longo prazo e deve ser realizado por um profissional que entenda da área.

Portanto, é complicado medir o retorno sobre o investimento nas mídias sociais, pois ainda não se descobriu um método preciso, porém o que predomina nesse meio é o relacionamento entre as pessoas. E ao interagir, atender bem os seguidores, produzir conteúdo de qualidade, responder as críticas e receber sugestões, a marca fideliza ainda mais esses consumidores e ainda tem grandes chances de conseguir novos consumidores e alavancar o crescimento da empresa. Agora, a tarefa complicada é fazer a alta administração das organizações entender isso.

terça-feira, 22 de março de 2011

Existe privacidade nas mídias sociais?

Aqui estava eu pensando sobre o que escrever para o blog, enquanto acessava meu Facebook e ao ver os comentários e atualizações de status das pessoas, resolvi escrever esse post. Quando falamos quaisquer coisas nas mais diversas mídias sociais, pode ser que ninguém comente nada, mas a maioria lê. Às vezes aquilo que dizemos passa batido, porém pode ser que cause alguma reação, comentários, falatórios e as mais que conhecidas fofocas.

Sim, meus caros, existem esses tipos de situação em Facebook, Twitter etc, o que apelidei de fofocas virtuais ou situações criadas pelo virtual. Uma informação postada por um usuário pode perfeitamente gerar uma má interpretação por quem lê e existe a possibilidade de gerar algum tipo de comentário, ora maldoso, ora equivocado e que pode resultar em fofocas, rumores ou boatos. Quem nunca viu alguma discussão, brigas entre namorados ou alguém que foi tirar satisfação com uma pessoa por causa de algo escrito nas redes sociais sobre a sua pessoa? Bom, comigo já aconteceu isso e também já fui testemunha dessas situações. Já escutei coisas com tipo: “eu vou quebrar a cara daquela infeliz, você viu o que ela escreveu no Facebook?”. Ou: “postei que sai com a galera do trampo na sexta, no Twitter, não avisei minha namorada e brigamos feio”. Bom, estas situações são só alguns exemplos do que podem ocorrer nas mídias sociais.

Eu, particularmente, já passei por situações do tipo e estou procurando me policiar por enquanto – ficando claro que não deixei de usar, sou um usuário ativo das mídias sociais. Não acho nada de errado, quem compartilha tudo da sua vida na rede, mas caso alguma frase ou pensamento seja mal interpretado ou uma frase mal construída, existe a possibilidade de quem escreveu ter algum problema ou ocorrer comentários indesejados sobre o caso, pois quando algo está na Internet não há como negar porque se pode dar um “print screen” e salvar, imprimir a página e até “conseguir testemunhas”. Na vida real, se você fez uma coisa e ninguém viu, não há como provar ou torna-se mais difícil fazer isso. Já na Internet, é diferente e pode-se alcançar proporções inimagináveis.  Não é só nesse aspecto de fofoca que estou falando, por exemplo, se você foi a uma festa bacana e tirou várias fotos com caretas, copo de bebidas na mão, fazendo bagunça e por ventura possui colegas de trabalho ou até mesmo seu chefe no seu perfil de rede social, isso pode não pegar bem e ocasionar comentários pelas suas costas ou cara a cara mesmo, engraçados ou não, ou simplesmente não ocorrerá nada. Contudo, é um risco que o usuário deve ter consciência que tem.

Cada um utiliza seus perfis nas mídias sociais da maneira que deseja e o legal dela é essa interatividade e sua velocidade na chegada de informações. Não estou criticando ninguém por conta desse post a parar de falar sobre suas coisas do dia-dia ou algo assim, apenas relatei situações que observo por aí com relação à privacidade na Internet. Para mim, ela não existe muito, pois tudo o que se diz, pode ser armazenado, salvo etc e fica meio complicado lidar com certas situações. Mas aí deixo a pergunta para vocês: Existe privacidade nas mídias sociais?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Pense bem antes de criar um perfil corporativo nas mídias sociais

Depois desse boom das mídias sociais, grande parte das pessoas e empresas criaram perfis no Twitter, Facebook, Linkedin, entre outros. Para nós, pessoas físicas, é muito interessante essa curiosidade de entrar em diversas mídias sociais e explorar o novo. Porém, muitas organizações estão ingressando nesse meio sem saber o real motivo e sim, pelo fato de ter virado moda (para mim, virou tendência) e não análisa minuciosamente qual seria a melhor ferramenta para atingir seu público e seus objetivos.

Para as empresas que querem ter perfis nas redes sociais, deve-se avaliar se realmente é necessário ingressar nela, verificar se seu público está em alguma dessas redes e quais as estratégias a serem utilizadas para atingir efetivamente essas pessoas com o intuito de fazer com que a marca seja bem vista pelos mesmos. Deve-se também ter a consciência que não se tem controle desse meio, bem como saber lidar com opiniões contrárias, críticas e polêmicas envolvendo a empresa. Um detalhe importante nesse aspecto. Quando isso ocorrer, deve-se buscar respostas convincentes e tratar com respeito o usuário, pois caso contrário, a organização pode ser mal vista na rede, sendo enxergada como autoritária e que só busca elogios.

Aliás, as organizações presentes na Internet devem interagir constantemente com seus usuários respondendo a perguntas, sugerindo idéias interessantes, dicas pertinentes, ou seja, gerar conteúdo de qualidade para conseguir a fidelidade de seu público. Um perfil de empresa sem conteúdo e monótono não agrega nada para as pessoas na rede e vai valer nada, só causará antipatia, será considerado um fail das redes sociais e dará prejuízos. No momento em que se consegue ter um bom relacionamento, interagir e produzir bons conteúdos, a chance de que seus seguidores se tornarem porta-vozes da organização é muito grande, pois eles próprios quando alguém criticar irão defender a marca sem precisar da intervenção da mesma. E esse é o bacana das redes sociais: não há como ter o seu controle.

Então, você que tem uma empresa e quer estar nas mídias sociais tome cuidado porque a partir do momento em que ingressar nela, não há volta, por isso, planeje bem suas ações e tenha uma equipe capacitada para geri – lá.

*Idéia do post surgiu após a ótima palestra de Pedro Waengertner sobre Marketing em Redes Sociais que assisti essa semana