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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Eles sabem o que você está fazendo na rede

Que nós somos “monitorados” nas redes sociais isso não é novidade, quantas histórias engraçadas, trágicas, comprometedoras etc você já leu ou escutou casos de pessoas que se deram mal por alguma postagem no Facebook.

Pois bem, existe um site que agrega frases comprometedoras postadas no Facebook, que chama “We know what you´re doing”. Naveguei pelo portal e só encontrei publicações em inglês, mas serve para alertar os usuários sobre as configurações de privacidade na rede social. Penso que é mais uma orientação para as pessoas evitar algum “problema” em sua vida por conta da rede social.

O mais engraçado é que o site é separado em quatro categorias, que traduzindo para o português são: “Quem quer ser demitido?”, “Quem está de ressaca?”, “Quem está usando drogas?” e “Quem tem um novo número de telefone?” As postagens mais populares são das pessoas que falam mal dos seus chefes e gente que está de ressaca. Apesar de ser um site “dedo duro”, não são exibidos os sobrenomes, números e o link dos perfis das pessoas, mas mostra as fotos dos usuários.

Fonte: http://images.itechpost.com/data/images/full/2012/06/27/1589-we-know-what-you-re-doing.jpg
Na verdade, cada um publica o que quer, pois, afinal, o perfil é de cada um, mas esse site mostra como as pessoas ficam vulneráveis e podem ser facilmente monitoradas, por seus colegas ou chefes no trabalho ou até mesmo por uma empresa onde você fez uma entrevista, por exemplo. Por isso, a importância de ajustar as configurações de privacidade e personalizá-las.

No portal tem vários comentários engraçados das pessoas, o que mostra que tem muita gente sem noção na rede, mas como eu disse cada um faz o que quer dentro dela, não é? As consequências ficam por sua conta.

Ah, clique aqui para acessar o site.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Os “agourentos” das redes sociais

Nesse post, após mais de 15 dias ausente por aqui, resolvi escrever sobre  um assunto bem comportamental mesmo: sobre os “agourentos” que nos rodeiam no Facebook, Twitter etc. Para a maioria que deve ter achado esse nome estranho, eis a justificativa: são pessoas que comentam sempre coisas negativas ou tentam cortar seu barato ou sua alegria em alguma postagem sua, em quaisquer que seja a rede social que você esteja conectado.

Um exemplo que vi esses dias foi em uma postagem de uma amiga minha no Facebbok. Ela foi para o exterior e tirou uma foto da carteira de motorista que lhe dava permissão de dirigir no país no qual iria ficar. Aí, uma pessoa X comentou que dependendo do lugar que ela iria, essa carteira de motorista não iria servir pra ela, enquanto isso, o restante dos amigos dela acharam animal o fato que ela estava expondo no seu perfil. Mesmo se for verdade, fica na sua e não estraga a felicidade da pessoa, mesmo porque acredito que ela deve ter se informado bastante sobre o assunto, pois não iria fazer uma correria absurda para quebrar a cara depois, não é?

Eu já vi também, uma pessoa que postou uma foto de um produto que ela tinha comprado e estava muito empolgada, mas um “agourento” já veio dizendo que o objeto era ruim e tudo mais, tentando estragar o barato da pessoa. E o pior dessas pessoas é que na vida real elas também são assim e parece que emanam energias negativas, só pensam que as coisas não vão dar certo e tudo mais e se tem uma coisa que se pega fácil é energia vindo de outra pessoa. No meu convívio já me deparei com pessoas assim e procuro me manter afastado para não ser “zicado” por ela também.
Às vezes, não é que o indivíduo seja má pessoa, mas é seu jeito ou por experiências que tenha passado na vida que a levou ter essa postura, mas é uma coisa que me incomoda nas redes sociais esses tipos de comportamentos. Não que você não possa dar sua opinião na rede, mas com o tempo as pessoas vão observando qual o tipo e o teor de mensagens que você posta e os seus comentários nas redes sociais e podem se afastar de você ou algo assim, se você não se importa com isso, não há o que se preocupar, caso contrário reveja seus conceitos. Claro, se os comentários for no sentido de alertar a pessoa sobre algum problema ou possível falha, de boa, acho válida a manifestação.

Obviamente, que essa é a minha opinião e posso até estar viajando no que estou dizendo, mas alguns amigos meus me disseram que isso também é uma coisa que fica meio chata nas redes sociais. E vocês, já passaram por esse tipo de situação?

terça-feira, 22 de maio de 2012

Você não acha, mas todos estão de olho no que você escreve

Fiz aqui no blog alguns textos referentes aos cuidados e bom senso que devemos ter ao publicar ou emitir opiniões nas redes sociais, pois dependendo do teor ou do conteúdo isso poderá acarretar em problemas na sua vida, inclusive judiciais.
Não sei se vocês se recordam, mas em 2010, logo após a vitória da atual presidente Dilma Roussef sobre José Serra, uma estudante de direito chamada Mayara Petruso emitiu o seguinte comentário na sua página do microblog Twitter: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”. Isso porque a atual presidente recebeu milhares de votos naquela região, o que contribuiu para sua vitória na corrida eleitoral de 2010. Tem um post relacionado que também falo sobre isso: “Tudo o que você disser pode ser usado contra você “.

Bom, a então estudante nunca imaginaria que esse infeliz comentário pudesse lhe trazer problemas, mas a situação causou uma revolta surreal nas redes sociais, com gente xingando, criticando e até ameaçando a menina. O pior pra ela estava por vir, ela foi processada pela OAB e pelo Ministério Público e foi aceito o pedido. Na semana passada saiu a sentença dela: 1 ano, 5 meses e 15 dias de reclusão. A pena foi convertida em pagamento de multa de R$ 500 e prestação de serviços comunitários. A juíza que julgou o processo acredita que Mayara já sofreu parte da punição por causa do constrangimento moral, pois foi “obrigada” a sair da faculdade onde estudava, ficou meses sem sair de casa com medo de sofrer algum tipo de agressão, seja verbal ou física, ter mudado de cidade temendo manifestações contra sua pessoa, entre outros fatores. Contudo, o Ministério Público de São Paulo irá entrar com recurso contestando a pena, pois acreditam que a atual é insuficiente, ou seja, o problema da garota não terminou por aí.


O que quero dizer com esse post, é que somos livres e na Internet mais ainda, pois podemos emitir nossas opiniões, ideias, pensamentos etc, porém dependendo do que for publicado seja algo ofensivo, racista ou até polêmico, você está sujeito a reclamações, protestos, ameaças ou em casos mais graves responder na Justiça os seus atos. As pessoas têm que estarem cientes que se for algum pensamento racista, recomendo que reveja seus conceitos, pois isso é uma das maiores burrices do ser humano e pode acarretar as mesmas situações descritas no começo do texto.

Acredito que a Internet, principalmente as redes sociais são ferramentas essenciais nos dias de hoje, tanto para nos comunicarmos quanto para troca de informações, além de outras importantes funcionalidades, só acho que muita gente não a utiliza do modo certo e também não tem bom senso nesse ambiente. Então, não pense que tudo o que você fala passa despercebido, pois na verdade todos estão de olho em você!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Polêmicas nas redes sociais, como lidar?

Como a essência do meu blog é sobre comportamento das pessoas nas redes sociais, escrevo sobre um assunto que é fundamentalmente comportamental. Venho observado nos últimos meses, principalmente em minha timeline do Facebook que muitas pessoas ou têm certa dificuldade de interpretar textos ou simplesmente não conseguem lidar com opiniões contrárias as delas.

Quando por exemplo, uma determinada pessoa posta algo polêmico ou controverso, ela já tem que ter a consciência de que divergências irão ocorrer e pessoas podem não concordar com o seu pensamento, cabendo a ela argumentar e expor os motivos que explique ou justifique o que ela disse anteriormente. Tudo bem que você terá que explicar bastante os seus pensamentos, mas têm vezes que vejo amigos discutindo rispidamente por conta disso e não respeitam o ponto de vista do outro que não foi ofensivo no que escreveu, apenas mostrou seu ponto de vista. Só que o problema maior é que parece que essas pessoas não fazem muita questão de ler o que foi escrito anteriormente, pois continuam falando e discutindo sem ao menos refletir sobre uma opinião controversa.

Obviamente que ninguém é obrigado a aceitar tudo o que é dito ou escrito, mas é necessário respeitar, a menos que seja um comentário racista ou em teor de discriminação, aí sim acredito que não há nada que justifique. Aprendi na faculdade que não podemos ser alienados e ir de acordo com o senso comum, devemos ter opinião própria e defender nossos princípios com fatos nos quais acreditamos, então por que uma grande maioria se sente confrontada quando são questionadas ou não concordamos com pensamentos que vão de acordo com o da maioria? Alguns são até chamados de “olha aí o do contra”. Particularmente, acho legais debates sadios e que agregam muito mais as pessoas envolvidas, pois passamos a enxergar determinadas situações de uma maneira nova ou diferente e ajuda a formar melhor ainda seu pensamento em relação a algo.

Fonte: blogdocatarino.com

O problema é que em algumas situações, a pessoa não lê direito o que você quis dizer, aí vem com várias pedras na mão, aí você explica novamente e parece que falou grego e outra vez não é compreendido e o debate acaba virando briga. Posso estar até exagerando, mas os fatos relatados aqui tenho observado com freqüência e não sei se a galera leva para o lado pessoal ou não, mas torna o ambiente muito chato e complicado.

Eu mesmo postava algumas coisas polêmicas, mas devido a esses problemas citados acima, parei um pouco e prefiro explanar aqui no blog, não que isso adiantará alguma coisa porque as opiniões controvérsias continuarão ocorrendo, mas é que acho muito ridículo ficar discutindo em Facebook e Twitter, debater é legal, mas brigas ou algo assim acho desnecessário, então uso o blog que é melhor.

Então era isso o que queria compartilhar com vocês e tenho a consciência de que se posto algo controverso ou passível de debates, com certeza terão pessoas que irão contra os meus argumentos, cabe a mim defende-los e aceitar as críticas, desde que não sejam ofensivas e caso esteja errado em algum momento, ter a simplicidade de admitir que errei, pois não é vergonha nenhuma aceitar que estava errado, não é mesmo?

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Até que ponto o que você diz nas redes sociais pode afetar sua vida profissional

Como se sabe, muitas pessoas que estão na ativa na vida profissional fazem parte de alguma rede social (Facebook, Twitter, Google+, entre outras) e é comum que cada um faça comentários, escreva pensamentos e compartilhem algo que julgue interessante, engraçado ou extremamente banal.

As empresas após esse “boom” das redes sociais, de início, não liberavam esse meio aos funcionários durante o expediente, mas aos poucos isso está mudando e a liberação desse meio de comunicação vem aumentando e sendo aceito pela alta administração. Como quase tudo na vida tem um porém, as organizações passam a prestar mais atenção no comportamento que o colaborador tem nas mídias sociais.

Isso ocorre porque grande parte dos usuários colocam a empresa onde trabalham em seu perfil e direta ou indiretamente representam e são porta-vozes da organização e o que falam, compartilham ou algo parecido pode impactar negativamente a imagem da organização. Alguns podem achar exagero no que estou escrevendo, mas, por exemplo, se tem um funcionário que fica criticando um concorrente X sem que ele seja um consumidor dessa marca, isso do ponto de vista da ética do mercado é errado, pois uma empresa se destaca em relação à outra pela qualidade dos produtos que comercializa e, principalmente pela satisfação de seus clientes.


Outra coisa que pode ser um problema, veja bem eu disse PODE, é se você ter como amigo em uma das suas redes sociais o seu chefe ou colegas de trabalhos não tão confiáveis. Aí você foi a uma festa ou fez uma viagem sensacional e tirou várias fotos engraçadas e resolve publicá-las uma delas com um copo de cerveja ou vodka e com uma legenda do tipo: “Bebi demais” ou “Fiquei mal esse dia hein?” e ainda para ajudar amigos comentam a foto e dão detalhes do ocorrido, expondo mais fatos sobre a viagem que podem lhe comprometer. Na segunda-feira o trabalho que você tinha para concluir não fica bom ou não atinge as expectativas do seu chefe. Se ele viu essas fotos, pode ser que inconsciente ou conscientemente pense que isso tenha a ver com o seu final de semana de bebedeira. Obviamente, que esse pode nem ser o motivo pelo qual você não rendeu, mas abre uma brecha para isso. Muita gente deve pensar que estou viajando nesse exemplo, mas presenciei uma situação parecida com um colega de trabalho que tive há uns tempos atrás e realmente deu problema.

Além disso, empresas quando estão recrutando pessoas para ocupar determinados cargos fazem um breve monitoramento do perfil nas redes sociais dos candidatos. Se a pessoa em questão é de falar muito palavrão ou obscenidade ou até mesmo tem o costume de criticar a organização da qual foi demitida, a tendência de ele ser preterido por outro é alta. Na Europa, isso é comum e aqui no Brasil essa prática já está sendo adotada por algumas empresas.

Por falar em Europa, li há umas semanas atrás uma matéria sobre um funcionário que estava de aviso na organização onde trabalhava. Ao saber da sua demissão, postou na rede social a desilusão que teve ao saber disso e excluiu seu chefe e colegas de trabalho e também sua rede social. Resultado: ele nem cumpriu o aviso, foi demitido no outro dia e a organização alegou que a atitude dele nas redes sociais no dia anterior foi inadmissível e sua permanência tornou-se insustentável. Bom, nessa situação achei exagero, mas já exemplifica o cuidado que os usuários devem ter na Internet.

Então, de tudo que escrevi acredito que a palavra-chave é o bom senso, especialmente se você tiver colegas ou diretores da empresa na sua rede e sentir que eles são mais linha dura em relação ao que você posta. Agora, também tem que haver bom senso da parte das empresas e chefes, pois depois do trabalho, todo mundo tem uma vida social, onde cada um tem o direito de sair, se divertir, beber etc e sou da opinião que se deve respeitar isso, apesar de ter a consciência de que é bem complicado ter o equilíbrio nesse aspecto.

Quem quiser tem uns posts relacionados a esse tema que escrevi no passado: Não fale mal da sua empresa nas mídias sociais 


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

“Menos Luiza, que está no Canadá” vira hit nas redes sociais e traz lucros para empresa e família

O sonho da maioria dos publicitários e de quem trabalha nessa área é produzir uma publicidade viral (que são técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca), ou seja, fazer com que as pessoas divulguem seu vídeo ou algo relacionado. Porém, essa é uma tarefa muito complicada ainda mais na internet, onde as coisas não são facilmente manipuladas como na TV e rádio em que você é “obrigado” a assistir ou ouvir determinadas propagandas.

Muitas vezes, a propaganda é até realizada com o conceito certo, contudo não vai garantir que se torne viral. Nas redes sociais vídeos bizarros se tornaram viral, como por exemplo, o “Aham, senta lá Cláudia”, da Xuxa, em 1900 e la vai bolinha ou os “Bons Drinks” da Luisa Marilac.  Bom, vamos ao foco do post.






Recentemente, foi veiculada na Paraíba, uma propaganda de um novo empreendimento voltado para as classes A e B, protagonizado pelo colunista social Gerardo Rabello. Quase no final do anúncio ele diz que o novo empreendimento é tão bom que ele convocou toda a família e adicionou: “menos minha filha Luiza, que está no Canadá, fazendo intercâmbio. Em pouco tempo, a frase começou a fazer sucesso nas redes sociais e até foram criadas hashtags (#) com ela.

O músico Lenine fez um show, em João Pessoa na semana passada, e agradeceu à todos que foram ao show, “menos Luiza, que está no Canadá. Empresas também enxergaram uma oportunidade nisso. O ex-jogador Ronaldo, que trabalha pra Claro postou no seu twitter: “Tá todo mundo participando do Desafio Claro. Menos Luisa, que está no Canadá”. O perfil da TAM postou a seguinte mensagem também no Twitter: “A Luiza está no Canadá, mas se você prefere ir para a Europa, com o nosso promocode você ganha 15% de desconto p/ voar até 15/04”. Ou seja, as empresas viram uma oportunidade nesse acontecimento e foram rápidas em elaborar ações para fazer negócios.

Já com relação ao empreendimento paraibano, segundo a reportagem do portal Época Negócios, a empresa responsável vendeu três apartamentos em seis dias, ainda de acordo com a reportagem, a garota Luiza foi contratada para um novo comercial e receberá um cachê quatro vezes maior que do seu pai, nada mal não é?

O fato é que fazer viral não é simples, acredito também que não há receita de bolo para isso e na Internet as coisas são espontâneas, ocorrem do nada. Não sei se os responsáveis da propaganda imaginavam isso, mas deram sorte porque a ação que eles fizeram superou as expectativas. Para quem não viu a propaganda, segue o vídeo abaixo.

Por @brunnofr



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Quem assiste Big Brother é sem cultura?

Para desespero de muitas pessoas começa nesse dia 10 de janeiro, a 12ª edição do Big Brother Brasil. Aí você já vai falar: “Putz, já vai dar ibope para esses caras” ou “Não acredito que você assiste esse programa”. A questão nesse post não será defender ou criticar o programa, eu até tenho minha opinião formada sobre o assunto, mas o que vou explanar aqui é sobre o #mimimi que muita gente está fazendo nas redes sociais por conta do BBB.

Na minha timeline e na de muitos amigos meus no Facebook, tem muita gente postando mensagens e fotos como se fosse uma campanha para não se falar sobre o programa na rede social. No Twitter, é a mesma coisa e vários blá blá blá. Eu até entendo que realmente é muito chato quando sua timeline é lotada de um mesmo assunto, principalmente quando é um do qual você não curte e nem faz questão de saber. Contudo, não vai ter jeito e as pessoas vão falar do Big Brother pelo menos até abril ou maio.

Extraído de uma campanha no Facebook: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=209342572487115&set=a.170225656398807.44667.100407896713917&type=1&theater

Sou da opinião que não se pode repudiar as pessoas por assistir o programa e fazer seus comentários nas redes sociais das quais fazem parte. Vi gente dizendo que quem assiste não tem cultura, que é fútil etc e tal. Disso discordo plenamente, pois existem muitas pessoas que trabalham ou ocupam cargos importantes, estudam, são donas de seus próprios negócios ou executam algum outro tipo de atividade relevante no seu dia-dia e ao chegar em casa com a cabeça tão pesada com os problemas do dia, vê nesse programa uma possibilidade de relaxar e tirar momentaneamente suas preocupações. E no BBB sempre existem brigas, pessoas fazendo coisas engraçadas, intrigas, azaração etc e muitas pessoas gostam de assistir esse tipo de situações, que em certas situações chegam até ser engraçadas.

No final das contas, na televisão não existem muitos programas na TV aberta, que são atrativos do ponto de vista do entretenimento e os telejornais que também são importantes, em sua grande maioria só falam de desgraças ou fatos ruins e programas como esse é uma forma das pessoas “sairem” dessa realidade, dar umas risadas e tudo mais. Penso que não podemos repudiar os que assistem BBB, Pânico e até mesmo CQC, pois cada um vê aquilo que quer e há casos no qual o mesmo indivíduo que dá risadas com esses programas, assiste o Roda Viva, da TV Cultura, que na teoria agrega bem mais ao cidadão.

Portanto, conforme-se com o fato de ter em sua timeline comentários e postagens sobre o Big Brother, mas há opções para evitar isso. No Twitter, você pode dar unfollow nessa pessoa e segui - lá novamente quando o programa acabar. No Facebook, agora você pode assinar quantas ou quais atualizações de seu amigo ou pode simplesmente bloquea-lá pelo período que desejar caso seja de seu interesse. Ah, tem mais opções: se ausentar das redes sociais por um período ou ignorar as postagens, mas aos que curtem o programa também tenha consciência que haverá reclamações dos usuários, agora se você vai se importar ou não, já é outra história.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Match.com a empresa disfarçada de Rede Social

Salve galera, antes de mais nada, Feliz Ano Novo para todos que aqui passam e que todos tenham paz, saúde e felicidades. Bom, nesse primeiro post do ano não foi eu quem escrevi, mas sim um amigo meu que está em Londres e como ele curte mídias sociais, pedi para que ele trouxesse umas novidades dessa área diretamente da Inglaterra para dar um aspecto diferente pro blog e trazer a visão de diferentes povos. Vamos alternar as postagens, mas como um dos intuito das redes sociais é compartilhamento de informações, aí está. Espero que gostem. Até mais.

É com você Bigtitos

Como esse é meu primeiro post aqui no Brunnofacts, quero me apresentar: me chamo Rafael Almeida, tenho 22 anos, sou publicitário, apaixonado por São Paulo mas morador de Londres, e agora também colaborador aqui e vou passar um pouco da minha visão de como as Redes Sociais funcionam fora do Brasil.

Uma das grandes diferenças entre nós Latinos e os Europeus, Americanos, Asiáticos e etc é o relacionamento e a interação com as pessoas, algumas pessoas podem se questionar, mas quando algum "Gringo" chega no Brasil ele logo se solta, claro que sim, afinal somos um dos povos mais amigáveis e receptivos do mundo com plena certeza.

Mas o que isso tem a ver com Redes Sociais, ou com a empresa que se disfarça de Rede Social? Esses povos tem uma grande dificuldade de se relacionar e pelo que observo aqui em Londres, os ingleses tem grande dificuldade para se relacionar, tenho impressão que as pessoas tem medo de se envolver com um desconhecido sem ao menos dar uma oportunidade de se abrir para um bate papo com a pessoa em questão.

Um dos fatos que me evidencia isso é que pego o ônibus todos os dias, no mesmo horário e consequentemente, com as mesmas pessoas e ninguém se fala, apenas se esconderem atrás de um jornal, livro, revista, mp3 players, smartphones e qualquer coisa que possa distanciar de uma simples conversa.

A parte mais estranha e inusitada é a forma com que as pessoas começaram a buscar por novos relacionamentos: através de um site de relacionamento, uma maneira menos conservadora, diferente e até mesmo perigosa se considerarmos que na internet quase tudo é moldado, as pessoas parecem mais interessantes, bonitas, cheias de amigos e sempre felizes.

Fonte da Imagem: www.oficinadamoda.com.br

Desde 1995 o Match.com, que é um site de relacionamentos, está no ar, hoje conta com mais de 20 milhões de usuários e em 24 países do mundo, considerado uma máquina de criar casais.

O site funciona da seguinte maneira: você cria o seu perfil, com suas características, hobbies, o que lê, o que ouve, com que trabalha, ambições, enfim um grande resumo sobre quem você é e o que busca em um parceiro. Outra característica do site muito relevante é a ferramenta de busca que é muito bem elaborada onde você consegue buscar a pessoa com o perfil mais próximo do que deseja, filtrando onde mora, como é, se tem filhos, foi casado ou não, com inúmeras características para achar o parceiro(a) ideal. E por fim, e muito importante, é que o Match.com não é de graça, você pode criar uma conta de graça, mas se quiser arriscar um papo ou um xaveco tem que pagar por isso, de graça você consegue pesquisar as pessoas até mesmo marcar essa pessoa como favorita para uma aproximação, mas se quiser algo mais sério tem que pagar, isso acaba sendo uma maneira de dar mais seriedade para o serviço, mas é bom lembrar que não evita que um golpista acabe se aproveitando da ferramenta.

Agora o grande debate sobre o Match.com é se ele é ou não é rede social?

Na minha opinião, não é Rede Social e sim um serviço de relacionamento Online onde o propósito não é criar um usuário fiel que utiliza a ferramenta demasiadamente e que tem por objetivo manter contatos com seus usuários.

Vale a pena ressaltar também que o Match.com tem também um blog onde eles relatam sobre casais que se conheceram no site e que deram certo.

Quem quiser conferir como funciona melhor mesmo sem pagar ou apenas para entender o funcionamento o site é:

ou para quem quiser apenas conhecer o blog e ver o relato dos usuários, agora casais é só acessar o seguinte link:

Agora o debate fica por conta de vocês é Rede Social ou não é? Vocês usariam uma ferramenta dessas ou a melhor forma de arrumar o amor da sua vida é no dia-a-dia?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Estatísticas sobre o mundo das mídias sociais

Vídeo mostra dados sobre as mídias sociais nos dias de hoje realizado pela Video Info Graphs

Nesse post vou compartilhar um vídeo que mostra alguns dados interessantes sobre o mundo das redes sociais, como números de usuários, visitas etc. Destaco o Facebook, que ultrapassou o Google como o site mais visitado na Internet, outra informação legal é que 50% das pessoas que possuem perfil na rede social de Zuckerberg acessam ela diariamente, sendo que gastam em média, cerca de 700 minutos no Facebook por mês.

Com relação ao Twitter, o vídeo mostra que existem mais de 225 milhões de usuários, que enviam cerca de 150 milhões de tweets todos os dias. Outro dado interessante apresentado no vídeo, é que a cada segundo, dois novos usuários criam um perfil no Linkedin e a média de idade dos usuários é de 18 a 55 anos, sendo que predominam aqueles com idades entre 25 e 54 anos.

A cada minuto, 35 horas de vídeos são baixadas para o Youtube e para finalizar, o Google Plus já tem 50 milhões de usuários em poucos meses de uso, número que aumenta a cada dia. Bom, existem outras estatísticas curiosas e interessantes, por isso, postei o vídeo abaixo, vale a pena ver. A parte ruim é que está em inglês, mas e aí, o que você achou desses dados? As redes sociais fazem parte do seu cotidiano? Enjoy it!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A agilidade das redes sociais como canal de reclamação

Quando compramos um produto esperamos que ele atenda ou supere nossas expectativas e justifique o dinheiro investido nele. Todavia, nem sempre isso ocorre, porém quando é por conta de um defeito ou algo parecido é uma dor de cabeça a mais, pois você já cria uma expectativa para poder usar o quanto antes o “dito cujo”. Quando o produto está quebrado ou deseja-se devolver o mesmo, na maioria das vezes, é necessário entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), que também é utilizado para reclamar de órgãos públicos, privados, entre outras atribuições.

Esse serviço gratuito obrigatoriamente oferecido pelas empresas, na minha humilde opinião, é horrível. Poucas organizações prestam um bom atendimento através desse 0800, pois dificilmente ele consegue atender as necessidades dos clientes, fazendo com que uma pequena insatisfação que poderia ser resolvida de maneira simples, gere em uma raiva plena da organização, afetando negativamente sua imagem institucional.

Para a felicidade de nós consumidores, as redes sociais estão surgindo como uma alternativa muito eficaz, no que estão chamando de SAC 2.0, no qual as marcas criam perfis nas mídias sociais para interagir mais com seu público, por meio de notícias, fotos, vídeos, promoções e também para escutar as críticas de seus públicos, bem como prestar assistência aos consumidores. Essa ferramenta tem ajudado bastante as empresas a melhorarem o relacionamento os clientes evitando conflitos desnecessários e melhorando o relacionamento entre ambas as partes.

Fonte: http://blog.raddar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sac1.gif

Eu mesmo já utilizei esse serviço e deu certo. Usei o meu Twitter para reclamar de um problema em uma instituição financeira que não tinha sido resolvido por vias normais. Ao reclamar da organização em questão, momentos depois, por meio de um monitoramento, o perfil da empresa entrou em contato comigo e depois pediram meu telefone para eu explicar melhor o caso. Feito isso, me deram um protocolo e disseram que em 3 dias úteis me retornariam e dariam um parecer sobre meu problema. E para minha agradável surpresa o problema foi resolvido nesse período de tempo, o que transformou minha raiva em apreço pela organização e mostrou uma eficácia que até então eu desconhecia desse serviço de SAC.

Estudos apontam que dentro de poucos anos o atendimento das empresas via rede social irá ultrapassar o SAC comum (atendimento telefônico), tanto que existe hoje um treinamento específico voltado para profissionais dessa área no atendimento online, a fim de facilitar a vida do consumidor. Então, as marcas começam a se preocupar muito mais nos dias de hoje com o que é dito sobre ela na Internet, já que quando se pública algo, a proporção que uma determinada informação pode tomar é enorme e destruir a imagem da mesma. Portanto é interessante para nós consumidores que isso esteja ocorrendo e ambas as partes saem ganhando. Claro, que nem toda vez essa ferramenta atende nossas expectativas, mas já é alguma coisa. Só acho que as organizações deveriam prestar o mesmo atendimento tanto no online quanto no offline, pois existem pessoas que não possuem acesso a Internet ou preferem resolver tudo pelo telefone.

E você já teve alguma experiência negativa ou positiva nesse sentido de atendimento via rede social?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O poder das redes sociais sobre o conteúdo dos usuários

Há uns dias atrás, li uma matéria na Folha Online sobre redes sociais e que me trouxe muitas informações das quais desconhecia e acredito que a maioria dos usuários dessa ferramenta desconheça.

Na matéria eles usaram um exemplo de uma foto que por ventura fez sucesso entre seus amigos no Facebook. Se ela for utilizada pela empresa como propaganda sem a autorização da pessoa, ela pode, aliás outras mídias sociais também podem fazer esse mesmo procedimento. Sabe aqueles termos de uso e às políticas de privacidade da rede social que ninguém lê, mas assinala a opção “Li e concordo com os termos”? Pois é, ao fazer isso, você permite que essas empresas utilizem as informações postadas por você, acesse às suas informações pessoais, fotos etc.

Aliás, na matéria da Folha, informa que a rede social também não é responsável pelas publicações postadas pelos usuários, segundo o Superior Tribunal de Justiça. Na reportagem, eles até citam um caso em que a corte isentou o Google de indenizar uma pessoa que teve um perfil “fake” criado no Orkut. A decisão dizia que a empresa não era obrigada a inspecionar previamente os conteúdos, apenas seria culpada se por conta de uma decisão judicial, não retirasse o conteúdo ou desativasse o perfil em questão.

Esses termos de uso ainda têm outros aspectos polêmicos, como a possibilidade das redes sociais alterarem a qualquer momento alguma regra, sem precisar avisar os usuários. Convenhamos que a pessoa tem que ter uma paciência danada para ler as dezenas de páginas que têm esses termos e quase ninguém faz isso, porém como explicou um advogado entrevistado pela Folha, quando você aceita o termo de uso sem ler, a pessoa está sendo negligente e concordando ou não com alguma medida adotada pela rede, você “disse” que concordou.

Fonte da imagem: http://ileitura.files.wordpress.com/2009/03/applescriptutilitysw01.png

Então, você que acha que pode sair falando o que quiser e tudo mais, tenha consciência que é o único responsável por isso pelo que venho lendo sobre o assunto. E se você também acha que suas informações não podem ser acessadas pelo Orkut, Twitter, Facebook, Google+, não se engane, inclusive, eles até podem utilizar para traçar perfis para empresas que queiram anunciar em suas redes, além de poderem utilizar suas fotos e tudo mais. Obviamente, para evitar conflitos vejo que as detentoras das redes não costumam fazer isso, utilizam exemplos e fotos dos próprios funcionários da empresa ou do seu CEO quando anunciam novidades e tudo mais.

Resumindo: ou você lê os termos e as políticas de privacidade da rede antes de ingressar nela, ou aceita sem ler e não se importa com as situações descritas acima ou, simplesmente desisti dessa rede social e parte para outra. O fato é que por enquanto não há uma legislação totalmente clara e de fácil entendimento da Internet o que sempre gera essas controvérsias, então é bom ficarmos de olho.

Curiosidade:

Os termos de uso e políticas de privacidade do Facebook equivalem a leitura do O Evangelho segundo São Marcos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O #mimi das pessoas nas redes sociais

Vivemos em um mundo muito corrido, em que temos diversas responsabilidades, somos cobrados diariamente pelos nossos chefes, clientes, parentes, entre outras pessoas do nosso cotidiano. Convivemos em um ambiente, em sua grande maioria, rodeado de estresse, o que nos deixa muito cansado e com a cabeça cheia. As redes sociais, nos últimos anos, surgiram como mais uma opção de válvula de escape para os indivíduos, pois além das possibilidades de compartilhamento de informações, fotos e vídeos, têm uma maneira descontraída e em alguns momentos até cômica, o que nos ajuda a tirar um pouco esse estresse e esquecer momentaneamente desse mundo agitado que vivemos.

Porém, contudo, todavia, venho observando alguns comportamentos que me incomodaram e me fizeram escrever esse post. As pessoas levam as coisas que postamos nas mídias sociais muito a sério, reclamam e criticam demais. Não se pode postar uma piada ou postar algo que determinadas pessoas não concordam que aparece um monte de gente com várias pedras na mão para lhe atirar. Calma gente, não precisa levar tão a sério as coisas na rede. Claro, que se forem conteúdos racistas, desrespeitosos ou algo similar, o indivíduo deve ser repreendido mesmo, caso contrário, não há motivo para revoltas.

Pessoas do mundo artístico são algumas que enfrentam esse problema, principalmente artistas que tem Twitter. O Bruno Mazzeo ao ver pela primeira vez o Luan Santana disse no seu perfil do Twitter que o cantor era a versão vesga do Wagner Moura, pois o cantor sertanejo realmente é estrábico. Depois de ter postado isso, ele recebeu milhares de tweets de fãs de Luan xingando e ofendendo ele pela declaração. Deixando de lado se você gosta ou não do Mazzeo, não vi nada demais no comentário dele, pois não interpretei o comentário como uma ofensa ou algo assim, visto que realmente o rapaz tem esse problema, o que não o impede de seguir sua vida normalmente, mas esse fato gerou e gera polêmica até hoje.

Fonte: http://parafernaliasvirtuais.files.wordpress.com/2011/05/e5f2_like_dislike_stamp_set.jpg?w=510&h=441 

Falando de exemplos de pessoas próximas a mim, o que eu já vi de brigas de amigos meus via rede social não é brincadeira e, às vezes, pessoas que nem te conhecem direito vem te criticar ou entra na conversa do nada. Em algumas ocasiões temos que ter bom senso, se é postada uma mensagem de certa pessoa e você não concorda, não precisa ficar batendo boca, principalmente se você não a conhece direito. Para isso foi criada a opção unfollow, no Twitter, ou ocultar publicações da pessoa em questão, no Facebook.

Tudo bem, que nas mídias sociais podemos ser mal interpretados porque não há como saber se a pessoa foi irônica, se falou a verdade etc, talvez, por conta disso ocorram esses fatos, mas por isso que eu acho que as pessoas devem ir com mais calma e com menos pedras na mão nas suas atitudes na rede. O mundo já é tão corrido e complicado, então para que complicar mais? Se bem que essa é uma opinião minha e posso estar equivocado em diversos pontos. Minha intenção não é causar polêmica ou julgar ninguém porque não tenho essa capacidade nem esse direito, só acho que partes dos usuários reclamam muito dos outros e fazem muito #mimimi. Para mim, as mídias sociais são um local ótimo para sabermos de notícias do dia-dia, postarmos fotos, vídeos e compartilhar informações relevantes, manter contato com amigos e não saber das lamentações dos outros.

Um depoimento da publicitária Ana Carolina Mori resumi bastante o que eu acho do uso das redes sociais e finaliza esse post. “Aposto que se você fizer uma pesquisa ampla, vai ver que as opiniões são muitas. Eu uso as redes sociais em busca de noticias, sou uma pessoa viciada em noticias e pra falar com meus amigos e não para ler mimimi, onde as pessoas estão ou se está legal ou péssimo o dia delas.”

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Você é totalmente responsável por aquilo que diz, tuita e compartilha

Quando fui no Youpix – evento de mídias sociais –  na metade do 1º semestre desse ano, assisti a um debate que falava sobre como aquilo que dizemos na Internet pode impactar nossas vidas, para o bem ou para o mal.

Um dos exemplos usados foi daquela estudante de direito que publicou em seu twitter a infeliz frase: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”. O comentário foi postado na última eleição para presidente, após confirmada a vitória da presidente Dilma. Diante disso, lá no evento, o pessoal começou a discutir que as pessoas devem ter cuidado ao dizer algo, pois quando cai na Internet pode ser replicado para milhões de pessoas e dependendo do que for, pode te ajudar ou lhe prejudicar.

Fonte: http://www.pontomarketing.com/wp-content/uploads/sns.jpg 
Por isso, eles fizeram uma espécie de mandamento das redes sociais. Eu anotei super rápido e algumas delas nem consegui copiar, bem como as pessoas que criaram as frases. Então já esclareço que não fui eu que criei, mas tomei conhecimento delas no Youpix. Algumas delas eu concordo, outras não, mas vale a discussão e fiquem à vontade para criticar, compartilhar etc.

Mas antes de qualquer coisa, é preciso ter bom senso na rede e ter consciência que nem tudo que você faz ou pensa deve ser compartilhado na Internet, mas aí vai de cada um. Bom, vejam abaixo as frases.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que tuitas”

“Terás consciência de que o milagre da multiplicação dos followers não levará à tua canonização”

“Não imploras por seguidores. Jesus quando estava vivo só tinha 12 e não reclamava”

“Se teu timeline no Twitter é uma bomba, não reclames, a culpa é tua”

“Deus no céu e Google na terra”

“Não twittarás indiretas para o vosso chefe”

“Não cutucarás ninguém no Facebook! A não ser que tenhas segundas intenções”

“Não esquecerás que o Orkut foi quem lhe ensinou a conviver em redes sociais digitais”

“Não darás falso testemunho usando o mesmo IP”

“Pedir para se fazer um viral é a mesma coisa que se fazer um Best-seller”

“Não tuite se estiver bêbado”

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As mídias sociais afetam a produtividade no trabalho?

Fonte: http://www.techlider.com.br/wp-content/uploads/2010/06/redes-sociais-no-trabalho-300x300.jpg
No trabalho, se não a maioria, boa parte das pessoas utilizam a Internet, para trabalhar ou se informar sobre os assuntos, diversão, entre outras utilidades. Aqueles que possuem perfis nas mídias sociais costumam acessar essa ferramenta diariamente e com muita frequência  para os mais diversos fins, inclusive, no período de trabalho.

Li nessa semana uma matéria no site IDG NOW, que fala sobre a perda de produtividade causada pelo uso das redes sociais e que o prejuízo chega a ser de cerca de 10 mil dólares por funcionário, segundo pesquisa do instituto uSamp com 500 trabalhadores,  nos Estados Unidos. Sei que é um estudo realizado nos EUA, mas minha pergunta é: As mídias sociais atrapalham sua produtividade no trabalho?

De acordo com a pesquisa, 60% das interrupções no trabalho envolvem as ferramentas como o Facebook, Twitter, e-mail, Messenger etc. Assim, 45% dos empregados não conseguem trabalhar nem 15 minutos sem sofrerem interrupções, sendo que 53% perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.

Na minha opinião, isso varia de pessoa. Onde eu trabalho, desempenho diversas atividades e uma delas é trabalhar com redes sociais, mas tenho outras que demandam também muito tempo e dedicação. Apesar disso, consigo administrar perfeitamente meu tempo e utilizar a ferramenta não me atrapalha em nada no meu dia-dia. A questão é que o vício ou a necessidade de entrar no seu Facebook ou Twitter, por exemplo, não pode interferir na sua tarefa, pois podem gerar broncas do seu chefe, atrasar o trabalho de outras pessoas que dependem do seu.

Finalizando o assunto, penso que não há problemas em usar as mídias sociais no trabalho, pois é uma ferramenta legal e que nos ajuda a ficar informados das notícias, interagirmos com as pessoas, manter contato com amigos e também para nos entreter. Mas é só ter um cuidado maior com relação às suas tarefas e que ao se distrair por conta do uso dessa ferramenta, isso não interfira no seu trabalho e não prejudique nem você e aos seus colegas de trabalho, mas para mim, é questão de saber administrar seu tempo e ter comprometimento.

E para você, as mídias sociais podem atrapalhar a produtividade no trabalho? Ou ela pode afetar de uma maneira positiva? Opinem!