quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Como os usuários utilizam o Twitter

O Twitter é muito popular no mundo afora e, principalmente no Brasil. Muitas pessoas possuem perfil nessa rede social e a utilizam de diversas maneiras: seguir e saber novidades das marcas, informações de pessoas públicas, manter contatos com amigos distantes ou não ou para outros fins.

Em um post recente do portal Mashable mostrou como as pessoas utilizavam o Twitter por meio de um infográfico (confira abaixo). Como está em inglês, vou citar alguns pontos mais relevantes.

Segundo o infográfico, 37% dos usuários acessam a ferramenta diversas vezes ao dia, sendo que 64% das vezes, elas utilizam seu desktop para usar o Twitter. Com relação aos motivos que levaram as pessoas a criar um perfil na rede social, 33% disseram que foi por conta de uma recomendação de um amigo, 30% para saber sobre o que se tratava e 15% para seguir as celebridades ou marcas (existem outros dados, mas só estou elencando alguns mais interessantes).

Os que responderam que seguiam marcas, 31% disseram que acompanham de 1 a 5 empresas no Twitter e o motivo para segui-lás é para conseguir descontos (68%) em seus produtos, já que esse meio é muito utilizado para promoções das marcas. Um último detalhe: 10% das pessoas que participaram da pesquisa não sabem o que é uma hashtag # (o jogo da velha)

Bom, abaixo vocês podem conferir os números e as análises do que eu escrevi acima.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Segundo estudo, 83% dos usuários do Google+ estão inativos

O Google+ foi lançado com uma grande expectativa e com a intenção de bater de frente com o Facebook. Em posts anteriores ilustrei melhor as funcionalidade dessa nova rede social e a opinião de um especialista no assunto e de usuários. Claramente as duas plataformas são diferentes, mas o objetivo delas são os mesmos: atrair a atenção de todos e que sejam constantemente utilizadas.

Em duas semanas após sua implementação, o Google+ conquistou 10 milhões de usuários, o que dava indícios de uma promissora vida para a nova rede social. Porém, em estudo recente da Analytics Bime com os 10 milhões de usuários do Plus, apenas 17% postam algo e colocam conteúdo na rede e 83% estão inativos ou sequer acessam seu perfil. O estudo ainda revela que 48% dos usuários nunca postaram uma mensagem pública.

Já ouvi e também já li que o Plus é mais um fracasso da Google, mas acredito que seja muito cedo para determinar se a rede social deu certou ou não. Exemplos não faltam, o próprio Facebook demorou alguns anos para deslanchar e ser o que é hoje. Com o Twitter também foi a mesma coisa, então precisamos esperar para ver o que vai acontecer, além do mais o Google está constantemente recebendo recomendações dos usuários para melhorar o Plus e muitas funcionalidades dessa rede social são úteis e interessantes, então vamos aguardar e ver o que vem por aí, mas para vocês o Google+ fracassou?

Fonte: Blog Mídia8!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Como ter uma ideia da imagem da sua empresa nas redes sociais?

Hoje em dia muitas pessoas fazem parte de alguma rede social e de uns tempos para cá, as organizações passaram a aderir essa ferramenta para promover seus produtos e serviços e para se relacionar melhor com seu público-alvo e em potencial. Lembrando que não se deve entrar no mundo das mídias sociais do nada, é necessário ter planejamento e verificar se é coerente utilizar esse canal de comunicação e qual rede social ingressar.

Uma das formas de avaliar isso é fazer uma simples pesquisa na ferramenta de busca do Twitter e inserir o nome da sua marca. A pesquisa lhe trará resultados sobre o que os usuários estão falando da empresa, claro que é necessário certo trabalho para mensurar essa pesquisa porque muitas vezes o nome da marca não tem a ver com o contexto ou com o seu objetivo.

Existem ferramentas pagas que ajudam a monitorar melhor o que se diz sobre uma determina organização nas redes sociais e pode facilitar esse trabalho de mensurar, como a SocialMetrix, BrandsEye, PostRank, Radian6, e Scup.


Eu vou falar de um estudo simples que eu mesmo fiz sobre uma empresa que seria utilizado para uma apresentação do grupo de estudos de redes sociais do qual faço parte. O estudo foi em cima da marca Samsung e utilizei o Twitter para saber a opinião das pessoas. Foram analisadas 200 menções que julguei pertinente para a imagem institucional da empresa.  Vejam os resultados:
  • Reclamação de aparelhos celulares que vieram com defeitos (19,17%);
  • Defeitos em outros produtos - DVD, TV etc - (14,24%);
  • Críticas ao suporte técnico oferecido pela marca (15,23%);
  • Solicitação de suporte técnico via Twitter (7,61%);
  • Não recomendam a marca por conta de uma má experiência com a mesma (4,76%);
  • Solicitações de informações (preços de celulares, tv´s, atualização de sistema de celular etc) (15,23%);
  • Elogios a marca (2,85%);
  • Críticas diretas a marca (3,80%);
  • Críticas aos produtos (2,85%).

As hashtags mais utilizadas pelos usuários foram: #Galaxy Tab, #Galaxy S, #Samsungfail, #Samsungnuncamais, #Samsung. Percebi também outras menções referentes a Samsung falando de dicas de produtos, atualização de sistema e propagandas de revendedoras.

A organização possui um canal no Twitter, que a meu ver não é muito eficaz e necessitaria de um investimento maior em profissionais capacitados para atender esse público e agilidade nas respostas dos usuários, pois a cada dia as pessoas se tornam mais exigente e nas redes sociais as coisas acontecem muito rápidas e quem estiver dentro dela deve estar preparado para isso.

Esse foi um simples exemplo para se saber como sua marca está sendo enxergada pelo seu público e se é necessário fazer alguma ação dentro da rede, seja ela no Facebook, Twitter, Linkedin, entre outras. Mas sempre é bom saber o que os outros falam sobre você não é?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O #mimi das pessoas nas redes sociais

Vivemos em um mundo muito corrido, em que temos diversas responsabilidades, somos cobrados diariamente pelos nossos chefes, clientes, parentes, entre outras pessoas do nosso cotidiano. Convivemos em um ambiente, em sua grande maioria, rodeado de estresse, o que nos deixa muito cansado e com a cabeça cheia. As redes sociais, nos últimos anos, surgiram como mais uma opção de válvula de escape para os indivíduos, pois além das possibilidades de compartilhamento de informações, fotos e vídeos, têm uma maneira descontraída e em alguns momentos até cômica, o que nos ajuda a tirar um pouco esse estresse e esquecer momentaneamente desse mundo agitado que vivemos.

Porém, contudo, todavia, venho observando alguns comportamentos que me incomodaram e me fizeram escrever esse post. As pessoas levam as coisas que postamos nas mídias sociais muito a sério, reclamam e criticam demais. Não se pode postar uma piada ou postar algo que determinadas pessoas não concordam que aparece um monte de gente com várias pedras na mão para lhe atirar. Calma gente, não precisa levar tão a sério as coisas na rede. Claro, que se forem conteúdos racistas, desrespeitosos ou algo similar, o indivíduo deve ser repreendido mesmo, caso contrário, não há motivo para revoltas.

Pessoas do mundo artístico são algumas que enfrentam esse problema, principalmente artistas que tem Twitter. O Bruno Mazzeo ao ver pela primeira vez o Luan Santana disse no seu perfil do Twitter que o cantor era a versão vesga do Wagner Moura, pois o cantor sertanejo realmente é estrábico. Depois de ter postado isso, ele recebeu milhares de tweets de fãs de Luan xingando e ofendendo ele pela declaração. Deixando de lado se você gosta ou não do Mazzeo, não vi nada demais no comentário dele, pois não interpretei o comentário como uma ofensa ou algo assim, visto que realmente o rapaz tem esse problema, o que não o impede de seguir sua vida normalmente, mas esse fato gerou e gera polêmica até hoje.

Fonte: http://parafernaliasvirtuais.files.wordpress.com/2011/05/e5f2_like_dislike_stamp_set.jpg?w=510&h=441 

Falando de exemplos de pessoas próximas a mim, o que eu já vi de brigas de amigos meus via rede social não é brincadeira e, às vezes, pessoas que nem te conhecem direito vem te criticar ou entra na conversa do nada. Em algumas ocasiões temos que ter bom senso, se é postada uma mensagem de certa pessoa e você não concorda, não precisa ficar batendo boca, principalmente se você não a conhece direito. Para isso foi criada a opção unfollow, no Twitter, ou ocultar publicações da pessoa em questão, no Facebook.

Tudo bem, que nas mídias sociais podemos ser mal interpretados porque não há como saber se a pessoa foi irônica, se falou a verdade etc, talvez, por conta disso ocorram esses fatos, mas por isso que eu acho que as pessoas devem ir com mais calma e com menos pedras na mão nas suas atitudes na rede. O mundo já é tão corrido e complicado, então para que complicar mais? Se bem que essa é uma opinião minha e posso estar equivocado em diversos pontos. Minha intenção não é causar polêmica ou julgar ninguém porque não tenho essa capacidade nem esse direito, só acho que partes dos usuários reclamam muito dos outros e fazem muito #mimimi. Para mim, as mídias sociais são um local ótimo para sabermos de notícias do dia-dia, postarmos fotos, vídeos e compartilhar informações relevantes, manter contato com amigos e não saber das lamentações dos outros.

Um depoimento da publicitária Ana Carolina Mori resumi bastante o que eu acho do uso das redes sociais e finaliza esse post. “Aposto que se você fizer uma pesquisa ampla, vai ver que as opiniões são muitas. Eu uso as redes sociais em busca de noticias, sou uma pessoa viciada em noticias e pra falar com meus amigos e não para ler mimimi, onde as pessoas estão ou se está legal ou péssimo o dia delas.”

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O Google+ vai ameaçar o Facebook?

Após quase 20 dias de uso do Google+, já posso dar meus pitacos sobre o que achei dessa nova rede social que tem a intenção de bater de frente com o Facebook. A minha primeira impressão foi de uma página bem limpa, de fácil visualização, diferentemente de como é o Orkut, por exemplo, onde quem não conhece a rede, se perde fácil.

A inovação e o diferencial da nova rede ficou por conta dos circles (círculos), no qual você pode separar seus contatos em grupos, de acordo com o grau de intimidade que você possui com eles. Essa funcionalidade permite que você compartilhe informações apenas com determinadas pessoas, caso deseje.

Também existe a possibilidade de integração do Google+ na barra de navegação do seu computador e a cada vez que tiver uma movimentação na rede, você é notificado permitindo que o usuário fique atualizado do que rola nela e navegar sem precisar voltar para a página inicial do Google+.  Outra funcionalidade disponibilizada foi a de liberação de dados, na qual você pode fazer o download dos seus dados dos álbuns do Picasa, Perfil, Google+, Buzz e Lista de contatos, semelhante ao novo recurso de download de informações do Facebook.

Entre as críticas que eu li sobre o Google+, está a falta de integração com as outras redes sociais, mas isso pode ser melhorado, acredito eu, já que na própria rede social é possível mandar sugestões de melhorias da rede.

Bom, para vocês terem uma dimensão maior de como é o Google+, eu recorri a ajuda de uma pessoa que conhece bem essa área de mídias sociais, que é o Luciano Palma. Ele é consultor estratégico de mídias sociais, trabalhou 22 anos com TI e hoje se dedica às redes e mídias sociais, presta consultorias e ministra treinamentos e palestras. Criou um Curso de Estratégias de Mídias Sociais para Empresas que está em sua 4ª edição, nos dias 13 e 20 de agosto, em São Paulo.

Todo mundo atrás de um convite do Google+

Luciano Palma contou que acompanhou o início do Google+ desde o começo e que todo mundo estava atrás de um convite para testar a nova rede social. “Todos queriam um convite para o G+, mas ninguém sabia como conseguir. Até que um grupo de pessoas se organizou e quem recebesse um convite deveria compartilhar com os demais. Isso aconteceu e dava para sentir a correria para entrar no Google+” – revelou Palma. Segundo ele, esse acontecimento resumiu como a rede social do Google nasceu: gerando uma grande curiosidade e interesse dos "early adopters”, que são pessoas que testam as novas tecnologias antes de todo mundo.

Diferencial da rede

Luciano acredita que o Google acertou na criação da sua nova rede. “Gostei muito do que vi, e a primeira diferença que se percebe é muito bem-vinda: os "Círculos" não exigem conexão/aprovação bidirecional. Se alguém quer ouvir o que você tem a dizer, te adiciona em um círculo e pronto! O Google+ nasceu dando uma sensação de mistura de Facebook com Twitter”.

Ameaça ao Facebook

Para ele, o Google+ é uma ameaça para a rede social de Mark Zuckerberg. Pois o Facebook bloqueou a exportação de dados sobre as redes de seus usuários e chegou ao ponto de impedir cadastrar links para a nova rede. “Isso durou pouco tempo, porque estava pegando muito mal” – falou palma.

O caminho é a integração

Finalizando sua análise sobre o Google+, Palma acredita que as empresas precisam disponibilizar ferramentas para que as pessoas se conectem, de forma rápida e eficiente. “O caminho é a integração. Se cada plataforma começar a se fechar em si mesmo, isto alimentará o comportamento de "escolha" por uma delas, e talvez o embate leve a um cenário de vencidos e um vencedor. Eu espero, sinceramente, que a coisa não se dê por este caminho e que a integração aconteça. Assim, teremos mais concorrência e teremos melhores opções para nos conectarmos com a nossa rede. ”

Veja o que alguns usuários do Google+ acharam da nova rede social:

“O Google+, apesar de utilizar ferramentas novas e procurar ser mais organizado que o Facebook, é como se fosse uma "versão melhorada" do concorrente. Naveguei e não vi uma grande novidade, não me surpreendi, logo, não tive vontade de usar.” – Maíra Natássia, jornalista e atriz

“Me parece ser uma rede social muito maneira, e até mais bem organizada que o Facebook, mas creio que a resposta seja uma só: O pessoal simplesmente não vai ter tempo útil para utiliza-la. Já existem muitos tipos de rede, e entrar mais uma, na minha opinião, fica difícil.” - Fabio Arter, publicitário

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Você é totalmente responsável por aquilo que diz, tuita e compartilha

Quando fui no Youpix – evento de mídias sociais –  na metade do 1º semestre desse ano, assisti a um debate que falava sobre como aquilo que dizemos na Internet pode impactar nossas vidas, para o bem ou para o mal.

Um dos exemplos usados foi daquela estudante de direito que publicou em seu twitter a infeliz frase: “Nordestino não é gente, faça um favor a SP, mate um nordestino afogado”. O comentário foi postado na última eleição para presidente, após confirmada a vitória da presidente Dilma. Diante disso, lá no evento, o pessoal começou a discutir que as pessoas devem ter cuidado ao dizer algo, pois quando cai na Internet pode ser replicado para milhões de pessoas e dependendo do que for, pode te ajudar ou lhe prejudicar.

Fonte: http://www.pontomarketing.com/wp-content/uploads/sns.jpg 
Por isso, eles fizeram uma espécie de mandamento das redes sociais. Eu anotei super rápido e algumas delas nem consegui copiar, bem como as pessoas que criaram as frases. Então já esclareço que não fui eu que criei, mas tomei conhecimento delas no Youpix. Algumas delas eu concordo, outras não, mas vale a discussão e fiquem à vontade para criticar, compartilhar etc.

Mas antes de qualquer coisa, é preciso ter bom senso na rede e ter consciência que nem tudo que você faz ou pensa deve ser compartilhado na Internet, mas aí vai de cada um. Bom, vejam abaixo as frases.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que tuitas”

“Terás consciência de que o milagre da multiplicação dos followers não levará à tua canonização”

“Não imploras por seguidores. Jesus quando estava vivo só tinha 12 e não reclamava”

“Se teu timeline no Twitter é uma bomba, não reclames, a culpa é tua”

“Deus no céu e Google na terra”

“Não twittarás indiretas para o vosso chefe”

“Não cutucarás ninguém no Facebook! A não ser que tenhas segundas intenções”

“Não esquecerás que o Orkut foi quem lhe ensinou a conviver em redes sociais digitais”

“Não darás falso testemunho usando o mesmo IP”

“Pedir para se fazer um viral é a mesma coisa que se fazer um Best-seller”

“Não tuite se estiver bêbado”

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Facebook responde ao Google+, mas não a altura

Na quarta-feira, 6/7 o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou a grande novidade que a empresa estava preparando para dar uma resposta a altura ao Google+.  A inovação ficou por conta do serviço de integração da rede social com o serviço de telefonia via internet do Skype, que recentemente foi comprada pela Microsoft.

Voltando ao novo recurso do FB, usá-lo é muito fácil: ao acessar a lista de seus contatos, o usuário escolhe alguém e depois clica na opção chamada por vídeo, representado por um ícone de câmera. Assim, como no Hangout, do Google+, será possível fazer videoconferência com seus amigos. Para utilizar esse recurso, não é necessário fazer o download do Skype, basta baixar o plugin.


De acordo com reportagem publicada no portal IDG NOW, o chat da rede social foi remodelado. “Agora, uma janela lateral (sidebar) mostra os amigos para quem você manda mais mensagens. Essa janela ajusta-se ao tamanho da janela do navegador, e aparece automaticamente quando há espaço no desktop do usuário” – diz a reportagem.

Segundo Zuckerberg, o novo recurso estará disponível na semana que vem para todos os usuários, mas algumas pessoas já tiveram acesso a novidade, mas alguns erros ocorreram e prejudicaram uma avaliação melhor da ferramenta.

Na minha humilde opinião, como usuário de mídias sociais, a novidade foi normal, nada de espetacular, apenas tenta igualar uma das principais novidades do Google+, porém ao contrário do FB, a nova rede social ainda precisa se consolidar no mercado e provar que realmente tem bala na agulha para confrontar seu maior concorrente. Talvez me sinto frustrado com empresa de Zuckerberg por eles sempre trazerem novidades muito boas, porém esses caras não são bobos e acredito que ainda preparam algo grandioso para nós. É esperar para ver.

Fonte: