sexta-feira, 27 de abril de 2012

Facebook disponibiliza programas de antivírus gratuitamente

Por conta dos diversos spams e vírus que estão presentes na rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook conseguiu fazer parcerias com diversas empresas de segurança e disponibilizou para os usuários seis meses gratuitos de programas de antivírus, com o objetivo de proporcionar uma segurança maior as pessoas durante a navegação na rede social.

Segundo reportagem do site IDGNOW publicada no dia 27 de abril, a página além do download, dá dicas e informações sobre possíveis conteúdos maliciosos e um teste de segurança. Lá é possível baixar os softwares: McAfee Internet Security (para PC), Microsoft Security Essentials (PC), Norton Antivirus (PC e Mac), Trend Micro (PC e Mac), e Sophos Antivirus (Mac). Vale lembrar que só é permitido fazer um download por conta, então você deverá escolher qual o antivírus da sua preferência.

Fonte: http://www.plugadonaweb.com.br/wp-content/uploads/2011/11/post-22.jpg

Ainda de acordo com a reportagem, o Facebook tem a intenção, com a ajuda dessas companhias de segurança, de desenvolver um sistema de verificação de uma lista, no qual haverá um vasculhamento em busca de links com vírus. Segundo dados da rede social, a atual “blacklist” conta a apenas 4% de todo conteúdo postado.

A página para fazer o download é essa.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/04/26/facebook-se-junta-a-empresas-de-seguranca-e-oferece-antivirus-gratuito/#&panel2-1

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Eleições 2012, o que eu tenho a ver com isso

Bom, se alguém não se lembra, esse ano teremos eleições municipais. Nessa ocasião, serão eleitos prefeitos e vereadores das milhares de cidades existentes no Brasil. Sei que esse é um assunto chato para a maioria das pessoas, que tem até preguiça de ler sobre política e eu até entendo, visto que 90% do que se lê sobre o assunto são fatos abordando corrupções, falcatruas, impunidade e descaso com a sociedade.

Talvez por esses motivos citados acima, o brasileiro perdeu o interesse na política, já que na época da ditadura, muitas pessoas, em sua maioria jovens, se manifestavam e corriam riscos de serem presos ou torturados para alcançar a tão esperada democracia, da qual usufruímos hoje. Outro fator que penso ter contribuído para esse desinteresse é a impunidade que os políticos que fazem coisas erradas tem, pois desviam milhões ou se beneficiam por terem cargos públicos e bastam renunciar que na eleição seguinte lá estão eles prometendo melhorar a vida da população, tudo bem que agora tem a Ficha Limpa para amenizar um pouco, mas o povo já está cansado não é?

Então, você eleitor tem que estar mais atento ainda, pois desde algumas eleições passadas os candidatos estão podendo usar as redes sociais e a internet em geral para fazer suas propagandas políticas. Ao mesmo tempo em que pode ser um problema para você, pode ser uma arma muito eficaz para cada cidadão porque podemos cobrar efetivamente aquelas pessoas que elegemos e com materiais concretos e mais meios para exigir deles o que prometeram, pois quando a opinião pública aperta e cobra parece que as coisas acontecem e pessoas são punidas.

Fonte: http://blogcitario.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/politica_redessociais.jpg

Nós somos responsáveis também pelas pessoas que estão no poder, por isso, nada mais do que justo fiscalizarmos. E ao escolher a pessoa em que você depositará sua confiança para levar sua cidade a frente, leve em conta sua proposta de trabalho, se vai ajudar seu município e as pessoas que ali vivem, se ela tem um passado limpo, se tem o hábito de conversar com o público e possui canais para que você possa se comunicar com ela e que obtenha respostas. E caso seja eleita, procure cobra-lá, indo ao seu gabinete, mandando email ou através de outras manifestações, busque ser uma pedra no sapato do candidato e não deixe ele se acomodar.

Sei e tenho consciência que fazer isso é complicado e não há muito interesse por grande parte dos brasileiros, mas se continuarmos nesse marasmo de ficar só reclamando ou algo assim, tudo vai ficar do jeito que está. Aos que tem o espírito mais arrojado, organizem manifestações ou algo nessa linha. Penso que falta mais gana dos jovens no sentido de se envolver em causas coletivas e de mais relevância no Brasil. Lembro que no Chile, os jovens foram na rua protestar sobre a má qualidade no ensino público, aqui, vemos jovens fazendo manifestações pela sua faculdade só aceitar alunos com base na nota do Enem.

Em relação as causas coletivas, acho que ao invés de lutar por salários maiores as classes, porque não brigar por um ensino ou um sistema público de saúde melhor. Penso sim, que os médicos, professores, policiais tinham que ganhar bem mais políticos, mas enquanto o sistema não for modernizado ou reciclado de nada vai adiantar isso, por isso, defendo primeiro a luta por causas mais abrangentes e coletivas.

Aí você leitor irá falar: “E você caro blogueiro, participa de manifestações ou algo assim?” E eu respondo que não, mas procuro ser um cidadão mais informado, fiscalizar os políticos em que votei e cobra-los e, principalmente passar as informações que sei aos menos informados para que fiquem mais consciente de seu papel na eleição, o que não deixa de ser uma contribuição, mesmo que seja minúscula, mas sinto que parte do meu papel de cidadão está sendo exercido.

Pode ser até muita viagem ou utópico tudo o que escrevi aqui, mas é bom sair do senso comum e do nosso sofá e refletir um pouco, principalmente de uma coisa séria como essa, pois nesse ano escolheremos pessoas que vão governar por 4 anos as nossas cidades e podemos deixar do mesmo jeito e ficar reclamando sem fazer nada ou se interessar um pouco mais pelo assunto e pelo menos procurar saber o que realmente se passa no nosso município, o que está sendo discutido e tudo mais, pois garanto que se mais pessoas ficassem nos pés desses políticos, o nosso país não seria essa zona.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Polêmicas nas redes sociais, como lidar?

Como a essência do meu blog é sobre comportamento das pessoas nas redes sociais, escrevo sobre um assunto que é fundamentalmente comportamental. Venho observado nos últimos meses, principalmente em minha timeline do Facebook que muitas pessoas ou têm certa dificuldade de interpretar textos ou simplesmente não conseguem lidar com opiniões contrárias as delas.

Quando por exemplo, uma determinada pessoa posta algo polêmico ou controverso, ela já tem que ter a consciência de que divergências irão ocorrer e pessoas podem não concordar com o seu pensamento, cabendo a ela argumentar e expor os motivos que explique ou justifique o que ela disse anteriormente. Tudo bem que você terá que explicar bastante os seus pensamentos, mas têm vezes que vejo amigos discutindo rispidamente por conta disso e não respeitam o ponto de vista do outro que não foi ofensivo no que escreveu, apenas mostrou seu ponto de vista. Só que o problema maior é que parece que essas pessoas não fazem muita questão de ler o que foi escrito anteriormente, pois continuam falando e discutindo sem ao menos refletir sobre uma opinião controversa.

Obviamente que ninguém é obrigado a aceitar tudo o que é dito ou escrito, mas é necessário respeitar, a menos que seja um comentário racista ou em teor de discriminação, aí sim acredito que não há nada que justifique. Aprendi na faculdade que não podemos ser alienados e ir de acordo com o senso comum, devemos ter opinião própria e defender nossos princípios com fatos nos quais acreditamos, então por que uma grande maioria se sente confrontada quando são questionadas ou não concordamos com pensamentos que vão de acordo com o da maioria? Alguns são até chamados de “olha aí o do contra”. Particularmente, acho legais debates sadios e que agregam muito mais as pessoas envolvidas, pois passamos a enxergar determinadas situações de uma maneira nova ou diferente e ajuda a formar melhor ainda seu pensamento em relação a algo.

Fonte: blogdocatarino.com

O problema é que em algumas situações, a pessoa não lê direito o que você quis dizer, aí vem com várias pedras na mão, aí você explica novamente e parece que falou grego e outra vez não é compreendido e o debate acaba virando briga. Posso estar até exagerando, mas os fatos relatados aqui tenho observado com freqüência e não sei se a galera leva para o lado pessoal ou não, mas torna o ambiente muito chato e complicado.

Eu mesmo postava algumas coisas polêmicas, mas devido a esses problemas citados acima, parei um pouco e prefiro explanar aqui no blog, não que isso adiantará alguma coisa porque as opiniões controvérsias continuarão ocorrendo, mas é que acho muito ridículo ficar discutindo em Facebook e Twitter, debater é legal, mas brigas ou algo assim acho desnecessário, então uso o blog que é melhor.

Então era isso o que queria compartilhar com vocês e tenho a consciência de que se posto algo controverso ou passível de debates, com certeza terão pessoas que irão contra os meus argumentos, cabe a mim defende-los e aceitar as críticas, desde que não sejam ofensivas e caso esteja errado em algum momento, ter a simplicidade de admitir que errei, pois não é vergonha nenhuma aceitar que estava errado, não é mesmo?

quinta-feira, 22 de março de 2012

Como é formado o profissional de Social Media.

Algumas semana atrás rolou o Social Media Week em vários lugares no mundo, como estou em Londres resolvi ir conferir o que rolou na semana por aqui. Logo no primeiro dia, uma das primeiras palestras foi a respeito do perfil do profissional de Social Media, sobre quem é esse profissional, quais são suas características e como ele é formado.

Claro que para um tema como esse não basta ter a opinião de um profissional de Social Media, mas também de consultores na área de marketing e recrutadores. Essa palestra teve a participação de uma galera de peso assim como Kathryn Corrik (@kcorrick), consultora em Digital Media, Rebecca Gloyne (@beckyfolb) Gerente Global de Aquisição de Talentos da Nokia, Charlie Elise Duff (@charlie_elise) Gerente de Comunidade na Brave New Talent, Ruxandra Fratescu (@rruxx) Consultora de Recrutamento e Niall Cook (@niallcook) Cofundador da Sociagility.

Pra quem quiser o perfil dessa galera com Twitter e Linkedin estará disponível no final do post.
 


Bom, mas o que essa galera propôs foi debater qual o perfil do profissional de Social Media e onde o mesmo é formado.

A conclusão que cheguei e que me surpreendeu em relação a formação do profissional,  que o profissional essencialmente não é formado na faculdade e basicamente a empresa acaba sendo fundamental na formação do mesmo. Todos sabemos que esse mercado já é uma realidade, mas que alguns estão tentando se aprimorar, outros ainda são cautelosos, mas infelizmente a faculdade ainda não está fazendo o seu papel. Outro ponto muito discutido entre os profissionais é que as faculdades focam em mídias diretas e acabam não ensinando a comunicar de forma geral, comunicar bem, comunicar independentemente de uma mídia especifica.

Outro buraco que os consultores, profissionais da área e, principalmente os recrutadores discutiram e chegaram em um comum acordo é que as faculdades e universidades não tem direcionado o aluno para o campo de atuação correto, falta suporte para ajudar o aluno se aprimorar e se especializar em um área específica no mercado da comunicação e do marketing.

Claro que não basta colocarmos a culpa nas faculdades e universidades, mas também no aluno. O aluno de comunicação também é responsável por cobrar seus professores e chefes, afinal Social Media é uma ferramenta que é tão recente para os docentes como para os alunos.

Agora falando especificamente do profissional de Social Media o perfil é muito fácil de ser traçado e basicamente tem algumas características que esse profissional tem que ter, como por exemplo:

• Ligado em tendências;
• Influenciador;
• Persuasivo.
• Objetivo
• Excelente comunicação

Essas características são muito importantes para um comunicador em geral, mas para o profissional de Social Media são requisitos.

Claro que uma coisa que é muito importante citar aqui é que as próprias empresas já entenderam essa falta de profissionais realmente especializados no mercado de trabalho e que elas estão dispostas a "educar" e profissionalizar os novos profissionais por conta da importância para ambos os lados.

A industria do Social Media cresce a cada dia e necessita de mais profissionais especializados, é uma grande oportunidade para muitos profissionais da área de comunicação, basta sabermos como agarrar e principalmente se firmar nesse mercado.

Minha grande dúvida é até quando as empresas vão estar dispostas a aceitarem esses profissionais sem experiência e também quanto tempo vai levar para as faculdades desenvolverem uma nova grade de ensino onde englobe os novos meios de comunicação?

Por Rafael Almeida (@bigtitos)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Até que ponto o que você diz nas redes sociais pode afetar sua vida profissional

Como se sabe, muitas pessoas que estão na ativa na vida profissional fazem parte de alguma rede social (Facebook, Twitter, Google+, entre outras) e é comum que cada um faça comentários, escreva pensamentos e compartilhem algo que julgue interessante, engraçado ou extremamente banal.

As empresas após esse “boom” das redes sociais, de início, não liberavam esse meio aos funcionários durante o expediente, mas aos poucos isso está mudando e a liberação desse meio de comunicação vem aumentando e sendo aceito pela alta administração. Como quase tudo na vida tem um porém, as organizações passam a prestar mais atenção no comportamento que o colaborador tem nas mídias sociais.

Isso ocorre porque grande parte dos usuários colocam a empresa onde trabalham em seu perfil e direta ou indiretamente representam e são porta-vozes da organização e o que falam, compartilham ou algo parecido pode impactar negativamente a imagem da organização. Alguns podem achar exagero no que estou escrevendo, mas, por exemplo, se tem um funcionário que fica criticando um concorrente X sem que ele seja um consumidor dessa marca, isso do ponto de vista da ética do mercado é errado, pois uma empresa se destaca em relação à outra pela qualidade dos produtos que comercializa e, principalmente pela satisfação de seus clientes.


Outra coisa que pode ser um problema, veja bem eu disse PODE, é se você ter como amigo em uma das suas redes sociais o seu chefe ou colegas de trabalhos não tão confiáveis. Aí você foi a uma festa ou fez uma viagem sensacional e tirou várias fotos engraçadas e resolve publicá-las uma delas com um copo de cerveja ou vodka e com uma legenda do tipo: “Bebi demais” ou “Fiquei mal esse dia hein?” e ainda para ajudar amigos comentam a foto e dão detalhes do ocorrido, expondo mais fatos sobre a viagem que podem lhe comprometer. Na segunda-feira o trabalho que você tinha para concluir não fica bom ou não atinge as expectativas do seu chefe. Se ele viu essas fotos, pode ser que inconsciente ou conscientemente pense que isso tenha a ver com o seu final de semana de bebedeira. Obviamente, que esse pode nem ser o motivo pelo qual você não rendeu, mas abre uma brecha para isso. Muita gente deve pensar que estou viajando nesse exemplo, mas presenciei uma situação parecida com um colega de trabalho que tive há uns tempos atrás e realmente deu problema.

Além disso, empresas quando estão recrutando pessoas para ocupar determinados cargos fazem um breve monitoramento do perfil nas redes sociais dos candidatos. Se a pessoa em questão é de falar muito palavrão ou obscenidade ou até mesmo tem o costume de criticar a organização da qual foi demitida, a tendência de ele ser preterido por outro é alta. Na Europa, isso é comum e aqui no Brasil essa prática já está sendo adotada por algumas empresas.

Por falar em Europa, li há umas semanas atrás uma matéria sobre um funcionário que estava de aviso na organização onde trabalhava. Ao saber da sua demissão, postou na rede social a desilusão que teve ao saber disso e excluiu seu chefe e colegas de trabalho e também sua rede social. Resultado: ele nem cumpriu o aviso, foi demitido no outro dia e a organização alegou que a atitude dele nas redes sociais no dia anterior foi inadmissível e sua permanência tornou-se insustentável. Bom, nessa situação achei exagero, mas já exemplifica o cuidado que os usuários devem ter na Internet.

Então, de tudo que escrevi acredito que a palavra-chave é o bom senso, especialmente se você tiver colegas ou diretores da empresa na sua rede e sentir que eles são mais linha dura em relação ao que você posta. Agora, também tem que haver bom senso da parte das empresas e chefes, pois depois do trabalho, todo mundo tem uma vida social, onde cada um tem o direito de sair, se divertir, beber etc e sou da opinião que se deve respeitar isso, apesar de ter a consciência de que é bem complicado ter o equilíbrio nesse aspecto.

Quem quiser tem uns posts relacionados a esse tema que escrevi no passado: Não fale mal da sua empresa nas mídias sociais 


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

E se você morrer amanhã?


A vida é cheia de surpresas e incertezas, mas a partir do momento que nascemos temos a nossa primeira e única certeza, que um dia todos vamos morrer. Claro que não sabemos nem quando e onde, mas acredito que a maioria das pessoas gostariam de deixar uma última mensagem para nossa família, amigos e até mesmo aos desafetos.

Acredito que alguns de nós já tivemos algum conhecido que faleceu e possuía uma conta no Facebook, mas que não teve a chance de deixar a última mensagem. Agora todos nós temos a oportunidade de deixar a última mensagem, claro que pra isso precisamos ter uma conta no Facebook.

Eu descobri há aproximadamente um mês, um aplicativo para o Facebook que ainda não é muito popular e se chama IF I DIE, esse aplicativo nos proporciona deixar uma última mensagem para nossos amigos na rede.


O assunto morte é considerado um tabu na vida, tanto na web quanto fora dela, mas o IF I DIE tráz uma proposta muito interessante que é justamente tratar esse assunto com muita naturalidade e deixar a sua última mensagem para todos os seus amigos.

Como funciona o IF I DIE?


O primeiro passo é dar acesso ao aplicativo no Facebook, depois você cria sua mensagem através de texto ou vídeo e por último, você escolhe alguns amigos em que você confia e que quando eles reportarem a sua morte será publicada a sua última mensagem no seu Facebook. IF I DIE, esse aplicativo nos proporciona deixar uma última mensagem para nossos amigos na rede.


Imagem do Aplicativo
Claro vale a pena conferir o vídeo da campanha do IF I DIE


Acessem o site também para mais informações e aproveitem enquanto estão vivos  para comentar aqui no blog e também para divulgar esse aplicativo que não é o melhor a ser usado, mas que um dia vai ser a última coisa que um dia você vai poder falar

http://www.ifidie.net/

E ai qual será sua última mensagem?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

“Menos Luiza, que está no Canadá” vira hit nas redes sociais e traz lucros para empresa e família

O sonho da maioria dos publicitários e de quem trabalha nessa área é produzir uma publicidade viral (que são técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca), ou seja, fazer com que as pessoas divulguem seu vídeo ou algo relacionado. Porém, essa é uma tarefa muito complicada ainda mais na internet, onde as coisas não são facilmente manipuladas como na TV e rádio em que você é “obrigado” a assistir ou ouvir determinadas propagandas.

Muitas vezes, a propaganda é até realizada com o conceito certo, contudo não vai garantir que se torne viral. Nas redes sociais vídeos bizarros se tornaram viral, como por exemplo, o “Aham, senta lá Cláudia”, da Xuxa, em 1900 e la vai bolinha ou os “Bons Drinks” da Luisa Marilac.  Bom, vamos ao foco do post.






Recentemente, foi veiculada na Paraíba, uma propaganda de um novo empreendimento voltado para as classes A e B, protagonizado pelo colunista social Gerardo Rabello. Quase no final do anúncio ele diz que o novo empreendimento é tão bom que ele convocou toda a família e adicionou: “menos minha filha Luiza, que está no Canadá, fazendo intercâmbio. Em pouco tempo, a frase começou a fazer sucesso nas redes sociais e até foram criadas hashtags (#) com ela.

O músico Lenine fez um show, em João Pessoa na semana passada, e agradeceu à todos que foram ao show, “menos Luiza, que está no Canadá. Empresas também enxergaram uma oportunidade nisso. O ex-jogador Ronaldo, que trabalha pra Claro postou no seu twitter: “Tá todo mundo participando do Desafio Claro. Menos Luisa, que está no Canadá”. O perfil da TAM postou a seguinte mensagem também no Twitter: “A Luiza está no Canadá, mas se você prefere ir para a Europa, com o nosso promocode você ganha 15% de desconto p/ voar até 15/04”. Ou seja, as empresas viram uma oportunidade nesse acontecimento e foram rápidas em elaborar ações para fazer negócios.

Já com relação ao empreendimento paraibano, segundo a reportagem do portal Época Negócios, a empresa responsável vendeu três apartamentos em seis dias, ainda de acordo com a reportagem, a garota Luiza foi contratada para um novo comercial e receberá um cachê quatro vezes maior que do seu pai, nada mal não é?

O fato é que fazer viral não é simples, acredito também que não há receita de bolo para isso e na Internet as coisas são espontâneas, ocorrem do nada. Não sei se os responsáveis da propaganda imaginavam isso, mas deram sorte porque a ação que eles fizeram superou as expectativas. Para quem não viu a propaganda, segue o vídeo abaixo.

Por @brunnofr